<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542</id><updated>2012-02-03T13:49:04.222-02:00</updated><category term='Rio'/><category term='infecção. férias'/><category term='reveillon'/><category term='Ipanema'/><category term='alergia'/><category term='Clotilde'/><title type='text'>A culpa é dela</title><subtitle type='html'>Crônicas reais sobre os devaneios femininos . É tudo o que elas temiam.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>144</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-7078197473062600813</id><published>2011-05-25T01:00:00.000-03:00</published><updated>2011-05-25T01:00:42.731-03:00</updated><title type='text'>Julieta, A Prendada V</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-DbfP4KgKZNI/Tdx-z3xTUfI/AAAAAAAAANM/z2CWUqEuieM/s1600/converse-love-couple-hug-1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-DbfP4KgKZNI/Tdx-z3xTUfI/AAAAAAAAANM/z2CWUqEuieM/s320/converse-love-couple-hug-1.jpg" width="256" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;Bem, confesso que isso geralmente não acontece comigo, mas depois desse encontro, fui eu quem se contaminou com aquela mítica doença chamada “xonite aguda”.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Julieta voltara para a cidade de sua faculdade, e agora os papéis se invertiam, sendo eu que mandava as mensagens, e ela que não mais as respondia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;  &lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;A próxima ocasião em que Julieta voltaria seria para o Natal, mas a essa a altura, sua atitude para comigo já demonstrava que o clima era outro. Na Noite de Natal haveria uma balada que eu sabia que ela lá estaria. Sabiamente, não fui atrás dela, pois senão me defrontaria com seu ex a lhe perturbar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Na noite seguinte, por coincidência, ou melhor, por falta de opções nessa cidade, nos encontramos no bar de sempre. A presença de Julieta certamente me afetava, eu ficava bobo ao seu lado, burro e sorridente. Sem sombra de dúvidas eu estava apaixonado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Nesta noite, Julieta me dispensou, totalmente. Conforme eu suspeitava, algo mudara nesse meio tempo em que ela esteve fora, algo que a essa altura do campeonato, seria uma bela rasteira emocional. Mas ela não estava apaixonada também?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Eu tinha todos os motivos para me enraivecer. Depois de toda aquela melação, esse sumário pé na bunda deixaria qualquer homem furioso. Sorte a de Julieta, que eu conheço os poréns do sexo feminino e eles já não me atormentam como antigamente.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Uma semana depois, voltamos a nos encontrar no mesmo bar, mal nos falamos dessa vez, pois ela já tinha deixado claro que suas intenções por mim já não eram as mesmas. Na semana seguinte, no mesmo lugar, novamente nos encontramos, dessa vez ao som de Bon Jovi. Não sei se você, caro leitor, é familiarizado com as músicas desta banda chamada Bon Jovi. Caso não seja, lhe informo que elas são de alto teor sentimental e já vi muito barbudo chorar por elas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Pois bem, neste Bon Jovi, Julieta veio acompanhada da irmã, que estava acompanhada por um outro rapaz. Bom pra mim, logo que os dois estavam se pegando e eu teria a atenção de Julieta toda ao meu dispor. Julieta estava ressabiada, ela sabia o que eu queria, mas não estava tão disposta assim a corresponder. Começamos com uma dança, uma inocente dança que Julieta ainda hesitou em aceitar. Após três ou quatro músicas, lá estávamos nós, abraçados novamente. Assim como naquele dia no carro, mas desta vez, cantávamos as românticas letras do Bon Jovi um para o outro. Incrivelmente, Julieta sabia cantar a maioria das músicas. Incrivelmente, me abatia uma vontade de mantê-la &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;em meus braços cantando Bon Jovi por toda a eternidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;Agora que você leu a história, não se esqueça de comentar.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-7078197473062600813?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/7078197473062600813/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2011/05/julieta-prendada-v.html#comment-form' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/7078197473062600813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/7078197473062600813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2011/05/julieta-prendada-v.html' title='Julieta, A Prendada V'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-DbfP4KgKZNI/Tdx-z3xTUfI/AAAAAAAAANM/z2CWUqEuieM/s72-c/converse-love-couple-hug-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-2595343237599504118</id><published>2011-03-15T01:28:00.001-03:00</published><updated>2011-03-15T01:33:29.148-03:00</updated><title type='text'>Julieta, A Prendada IV</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_gyP-sTCu85Q/SFE3Rge2RhI/AAAAAAAAARA/OVubhTnFnf4/s400/lady3.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="288" src="http://4.bp.blogspot.com/_gyP-sTCu85Q/SFE3Rge2RhI/AAAAAAAAARA/OVubhTnFnf4/s320/lady3.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Pasmo, perplexo, em estado de choque. Essas coisas não costumam acontecer comigo. Julieta ainda estava sob observação, eu precisava saber mais sobre ela, e entender o que de fato tinha acontecido comigo. Pois bem, o óbvio seria nos encontramos novamente, mas Julieta não voltaria à cidade em 3 semanas. E nestas 3 semanas que se passaram, ela me mandava torpedos e recados&amp;nbsp; recheados com uma carga emocional afetiva da qual eu era o alvo. Mas como assim? Um beijo e já se apaixonou? Eu sou tão bom assim? Eu não sabia direito o que fazia e a respondia&amp;nbsp; com poucas palavras&amp;nbsp; e desvirtuando o assunto. Ela chegou até a eleger uma música que seria a nossa. Muito estranho, não?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Julieta chegaria numa sexta, mas foi no sábado que nos reencontramos. Um barzinho tranqüilo, naquela chuvosa noite de verão, e foi assim que combinamos que ela viria me buscar. Meu celular toca e é ela dizendo que está na frente de casa. Entrei em seu carro correndo por conta do pé d’água e quando me vejo dentro do carro, lá está ela com aquele sorriso que nunca saía de seu rosto. E lá fomos nós.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Julieta estacionou o carro e logo se aventurou ao ter que pular a enxurrada de salto. Chegando ao bar, escolhemos uma mesa e eu me fiz de entendedor escolhendo a cerveja. Veja bem, o ambiente do bar era pouco iluminado e no lugar que eu estava havia um forte holofote a defrontar minha retina. Percebendo que eu não parava quieto com a cabeça, Julieta me convidou a sentar ao seu lado. Conversa vai, conversa vem e mais um acidente acontece: Ao gesticular, eu esbarro com a mão em meu copo de cerveja, que cheio, cai todo o nobre líquido sobre o meu colo. Foi um belo banho, pra falar a verdade. Pedimos uma pizza, uma tradicional pedida desse bar e ficamos por lá numa amigável conversa até que os estômagos se dessem por satisfeitos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Julieta sugeriu que fossemos a um lugar mais privado, mas não tão privado quanto um motel. Paramos o carro num posto com loja 24hrs (programa típico de cidade do interior), pulamos para o banco de trás do carro e por lá permanecemos abraçados por mais de hora. Em outros tempos eu já iria abrindo o zíper, mas a companhia de Julieta era tão sublime, seus sorrisos, suas palavras, seus carinhos, que sexo foi parar lá embaixo na lista de prioridades. Meu Deus, até agora eu não havia encontrado nenhum defeito que aviltasse Julieta. Tudo estava perfeito, e eis que naquele momento, em que eu a tinha em meus braços com meu nariz enfiado em seus cabelos, comecei a ver Julieta com olhos que pouco uso, tudo indicava que Julieta poderia ser a namorada ideal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Pois é, eu também sou contaminado pela fábula da Princesa Encantada, e devo confessar que meu caso é grave. Um tio, meu padrinho, um dia me disse as sábias palavras: “Tudo em excesso é ruim, até mulher e dinheiro.” E o pior é que ele tinha razão. Depois de ter me envolvido com inúmeras mulheres, passei a procurar a qualidade de todas elas em uma só, pois se algo faltasse, algo que eu provei e gostaria de repetir, eu nunca me daria por satisfeito. E agora eu tinha Julieta comigo, bonita, simpática, inteligente e tudo mais o que se procura em outra pessoa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;A mãe de Julieta começou a ligar até que ela decidiu ir embora. Ela parou em frente de casa e me despedi com um belo beijo. Mas como eu dormi bem naquela noite, Julieta não saia de minha cabeça e foi então que o alarme do meu coração começou a soar: - Perigo! Perigo! Temos uma intrusa. Julieta era uma perfeita dama, e o cão vadio que vos fala estava a babar por ela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;Agora que você leu a história, não se esqueça de comentar.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-2595343237599504118?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/2595343237599504118/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2011/03/julieta-prendada-iv.html#comment-form' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/2595343237599504118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/2595343237599504118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2011/03/julieta-prendada-iv.html' title='Julieta, A Prendada IV'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_gyP-sTCu85Q/SFE3Rge2RhI/AAAAAAAAARA/OVubhTnFnf4/s72-c/lady3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-7089423666829863520</id><published>2011-02-16T03:08:00.000-02:00</published><updated>2011-02-16T03:08:28.775-02:00</updated><title type='text'>Julieta, A Prendada III</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-P1lpHoNPU2c/TVtbsPC0XqI/AAAAAAAAAM8/XDEz4EVyAGg/s1600/Romeo_Juliet.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="222" src="http://2.bp.blogspot.com/-P1lpHoNPU2c/TVtbsPC0XqI/AAAAAAAAAM8/XDEz4EVyAGg/s320/Romeo_Juliet.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Marcamos na Sexta, mas acabamos por nos encontrar apenas no Domingo, no bar de sempre mesmo. Ao chegar lá, fui rodar o local para fazer meu social e cumprimentar os conhecidos e lá me deparo com Julieta, num encantador vestido preto e uma rosa vermelha a lhe prender o cabelo. Ah não, rosa vermelha não. Esta rosa que decora este blog tem um significado muito forte para mim. Troquei algumas palavras com ela e continuei na minha andança. Sim, confesso, eu estava morrendo de medo, medo desta desconhecida forma de Julieta agir. Acabei os cumprimentos, peguei uma cerveja, fumei um cigarro e tomei coragem para finalmente encarar Julieta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A conversa começou fria, sem muito assunto. O fato de que já estava meio combinado que ficaríamos naquela noite criou um certo constrangimento. Fui arrastando-a cada vez mais distante das caixas de som, na esperança de que fosse o alto volume que estava a nos atrapalhar. Acabamos no lugar mais calmo do bar e no mais discreto também, um cantinho escondido no fundo do fumódromo e lá, a conversa finalmente engrenou. Julieta me contou sobre toda sua vida, família, faculdade, ex-namorado, e sobre como ela se via no meio disso tudo. Eu revelava pouco a meu respeito. Ela gostava de falar, &amp;nbsp;melhor assim, pois eu poderia entendê-la melhor. Tentei um primeiro beijo; acanhada, ela declinou. Deixei a conversa rolar até eu sentir uma maior desinibição de Julieta e foi então que a beijei. Um beijo carinhoso, mas descompassado, haveria de treinar mais para chegarmos a uma boa sincronia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Esse&amp;nbsp;beijo quase fracassado não vingou num amasso mais caliente, mas sim numa tenra troca de carícias; e foi neste exato momento que comecei a ver Julieta de uma maneira diferente. Mesmo com o beijo ruim, eu continuava ali, vidrado nela, me deleitando com todos os seus afagos. De fato, Julieta estava saciando minha carência afetiva, mas era mais que isso. Julieta estava ali a provar que sua presença era tão interessante que a "pegação" não me fazia falta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A carona de Julieta veio a chamar para ir embora. Ela se despediu, me beijou mais uma vez e foi embora. Quando me levanto então da cadeira, eis a minha surpresa. Pela primeira vez na vida, única e inédita vez, uma mulher me deixou com a perna bamba. Assim que pus meu pé a me firmar no chão, minhas pernas tremiam, e como tremiam. Tremiam a tal ponto que dificultava o meu andar. Quando percebo, minhas mãos também estavam a vibrar. Que mulher é essa, que fez o resoluto e obstinado Don Juan balançar feito gelatina?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;Agora que você leu a história, não se esqueça de comentar.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-7089423666829863520?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/7089423666829863520/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2011/02/julieta-prendada-iii.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/7089423666829863520'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/7089423666829863520'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2011/02/julieta-prendada-iii.html' title='Julieta, A Prendada III'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-P1lpHoNPU2c/TVtbsPC0XqI/AAAAAAAAAM8/XDEz4EVyAGg/s72-c/Romeo_Juliet.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-4487772135680579138</id><published>2011-02-01T19:53:00.005-02:00</published><updated>2011-02-16T03:02:52.181-02:00</updated><title type='text'>Julieta, A Prendada II</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-J5VKmUZeobQ/TVtZ44SweEI/AAAAAAAAAM0/qOLF81z8IDs/s1600/romeu-e-julieta.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-J5VKmUZeobQ/TVtZ44SweEI/AAAAAAAAAM0/qOLF81z8IDs/s320/romeu-e-julieta.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Até que um belo dia, mais de 6 meses depois do incidente do açaí, lá encontro Julieta &amp;nbsp;novamente. Ela me cumprimenta com um belo e tenro sorriso, como se todos os meus desastres (que são raros!) tivessem sido perdoados. Começamos a conversar, a nos reapresentar na verdade, cada um contando um pouco de si. Quando ela mencionou que estava a se formar em psicologia pela USP, meu interesse por ela, que já era razoável, tomou grandes proporções. Par de peitos nenhum consegue ser mais atraente do que essa palavrinha de três letras: USP, com um agravante de Psicologia, área pela qual eu muito me interesso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Minha conversa foi interrompida por uma conhecida pedindo que eu usasse de minha influência para colocar uma grande amiga minha para dentro do bar, que a esta altura já está lotado e ninguém mais entrava. E lá fui eu, na esperança de mais tarde dar continuidade aos assuntos com Julieta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ao fim da noite, quando finalmente encontrei-a disponível para outra aproximação, tentei então, precocemente, a beijar. Ela dava todos os indícios de interesse por mim, mas estava certo que faltava algum flerte para que o beijo se concretizasse. Bem, eu só a via de vez em nunca, tive que tentar naquela mesma ocasião, pois poderia não ter outra tão cedo. Foi então que Julieta, com aquele belo sorriso, contou todos os seus últimos acontecimentos amorosos; que há pouco tempo havia terminado um namoro de 4 anos e que naquele momento não aconteceria nada entre nós. Foi um fora, mas foi um fora com tamanha sinceridade e gentileza que em nada me aborreceu, muito pelo contrário. Diante de tão honesto testemunho, minha lascívia foi dizimada. A nobreza de Julieta imediatamente despertou &amp;nbsp;em mim um grande respeito por ela, algo incomum nessas noitadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Alguns dias depois desse ocorrido, fiz mais uma tentativa, sem muitas esperanças, de lhe chamar a atenção no Orkut. Deixei um recadinho bobo, algo só pra puxar papo: “ Você é uma ótima psicóloga”. Foi então que algo inesperado aconteceu. Algo tão ilógico e inusitado que me deixou de cabelos em pé e aquela pulga começou a coçar atrás da orelha: Julieta me responde, e não somente responde, como revela que vinha pensando em mim e sugere um encontro. Mas como assim? Eu mal pude acreditar. Como um fora simpático se transforma em um encontro com uma interessantíssima mulher em apenas uma única frase? Não só a mudança da situação, como a sua iniciativa em me convidar, algo raro entre as mulheres, causaram grande estranheza em mim. Será que eu disse algum “Abra-Cadabra” do amor?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;Agora que você leu a história, não se esqueça de comentar.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-4487772135680579138?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/4487772135680579138/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2011/02/julieta-prendada-ii.html#comment-form' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/4487772135680579138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/4487772135680579138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2011/02/julieta-prendada-ii.html' title='Julieta, A Prendada II'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-J5VKmUZeobQ/TVtZ44SweEI/AAAAAAAAAM0/qOLF81z8IDs/s72-c/romeu-e-julieta.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-5767238637637014571</id><published>2011-01-25T23:28:00.001-02:00</published><updated>2011-01-25T23:28:59.603-02:00</updated><title type='text'>Julieta, A Prendada I</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Aleluia! Agora eu tenho uma boa história para vocês. Desculpem pela demora, mas eu não tenho plenos poderes sobre minha vida amorosa.&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/TT94Qp5kxfI/AAAAAAAAAMo/S1bBGIGziy8/s1600/070814_blog.uncovering.org_acidente-automovel.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="236" src="http://2.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/TT94Qp5kxfI/AAAAAAAAAMo/S1bBGIGziy8/s320/070814_blog.uncovering.org_acidente-automovel.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Tudo começou com um suco de açaí. Pelo menos é o que as cervejas que eu tinha tomado me permitem lembrar. Simples assim: estava eu no bar de sempre quando a garçonete passa perguntando quem havia pedido o suco de açaí, logo ela não encontra o cliente, e como era minha amiga, ganho um suco de açaí.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; E lá estava eu, desfilando com meu suco de açaí, justamente pela raridade da coisa num lugar onde só se toma vodka ou cerveja. Eu gosto de açaí, mas o suco chega a ser enjoativo. A noite já estava no princípio do fim, e passando ao lado da fila do caixa, paro pra paquerar uma garota que vez em quando eu tentava alguma coisa. Como sempre, ela me ignorou, mas sua amiga respondeu às minhas palhaçadas. A amiga era ainda mais bonita que a minha paquera, e incrivelmente resolveu dar papo para um bêbado, como era eu naquele momento. Seu nome era Julieta. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; E justamente num descuido de bêbado, &amp;nbsp;deixei o copo tombar e um gole do suco foi parar nas calças jeans de Julieta. Ela me olhou com um furor de amedrontar:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - MINHAS CALÇAS!! VOCÊ SABIA QUE AÇAÍ MANCHA PARA SEMPRE???&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tentando driblar a situação, a melhor saída que encontrei foi me oferecer a comprar novas calças para a menina, crente de que ela não aceitaria e eu também não me difamaria. Peguei o seu Orkut, na promessa de lhe dar novas calças.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Algum tempo se passou, não sei precisar exatamente, mas novamente encontro Julieta no bar de sempre. Como ela não respondeu nenhuma mensagem no Orkut, o único assunto que eu tinha com ela seria relembrar o açaí. E ela estava eu com meu xaveco furado de novo para cima de Julieta, quando num gesto brusco, esbarro meu cotovelo na garrafa de sua cerveja, que se desfaz em pedaços pelo chão.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Novamente ela me olha com aquela cara de “eu vou matar esse moleque”, me prontifiquei então a pagar a cerveja, o que foi concretizado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Depois disso, creio ter visto ela mais uma ou duas vezes, mas as circunstâncias não permitiram nenhuma inteiração.&lt;/div&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Até que um belo dia, mais de 6 meses depois do incidente do açaí...&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;Agora que você leu a história, não se esqueça de comentar.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-5767238637637014571?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/5767238637637014571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2011/01/julieta-prendada-i.html#comment-form' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/5767238637637014571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/5767238637637014571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2011/01/julieta-prendada-i.html' title='Julieta, A Prendada I'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/TT94Qp5kxfI/AAAAAAAAAMo/S1bBGIGziy8/s72-c/070814_blog.uncovering.org_acidente-automovel.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-3923413216111611598</id><published>2010-10-25T04:15:00.000-02:00</published><updated>2010-10-25T04:15:28.801-02:00</updated><title type='text'>Magali, A Romântica III</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://image.shutterstock.com/display_pic_with_logo/516637/516637,1262716149,1/stock-photo-acrylic-illustration-of-a-day-dreamer-girl-43865509.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="160" src="http://image.shutterstock.com/display_pic_with_logo/516637/516637,1262716149,1/stock-photo-acrylic-illustration-of-a-day-dreamer-girl-43865509.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: verdana;"&gt;&lt;b&gt;Desculpem pela demora pessoal. Aqui está o final!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;Pouco tempo depois, Terere me ligou dizendo que deveríamos ir à festa em breve. Magali tentou me persuadir a ficar, eu até que gostaria, apesar de um certo medo de me envolver tão rápido assim, mas furar com Terere causaria danos irreparáveis. Pois bem, na festa só tocou pagode e sertanejo, o que conseguiu me deixar profundamente irritado, mesmo com lindas garotas ao meu redor. No dia seguinte, voltei para minha pacata cidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;  &lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;O lance com Magali se estendeu na Internet mesmo, com direito até a intermináveis conversas no Skype, os amores impossíveis nunca foram tão fáceis como atualmente. Ah se Romeu e Julieta tivessem MSN. Na primeira semana, ainda sentindo o torpor daquele romance, na segunda as coisas já começaram a esfriar. Ficava aquele clima no ar, de quando enfim nos veríamos e esse dia não chegava. A vontade estava se esvaecendo. Eu até tentei dar uma fugida para lá, mas sem a estadia de Terere complicaria muito a situação. Magali até se predispôs a me abrigar num gesto de boa vontade, mas seria muita intimidade para uma paixão recém-feita.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: 188.25pt; text-indent: 35.4pt;"&gt;A partir da 3ª semana, já mal nos falávamos, como se tivesse caído a ficha que não seria legal esse relacionamento a distância. Pois bem, depois de umas 5 ou 6 semanas de nosso encontro, eu finalmente voltei a tal cidade. Chegando lá, a primeira coisa que fiz foi ligar para Magali avisando, demorou um dia até que ela atendesse o telefone, e quando atendeu, deu uma desculpa tão fajuta para não me ver que ficou claro seu desinteresse. Liguei novamente no dia seguinte para me certificar, e novamente uma desculpinha besta. Bem, agora não restavam mais dúvidas. Passei 3 dias na cidade e nada de Magali. Quando voltei, ela veio se explicar e se desculpar, dizendo que estava com outra pessoa.Depois de tanto tempo, eu não tinha direito nem de ficar bravo, e as coisas continuaram como sempre, com uma ou outra palavra no MSN.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: 188.25pt; text-indent: 35.4pt;"&gt;Um belo dia, aconteceria um concurso de MPB do qual eu queria participar. Eu escrevi a letra da música, um samba e pedi a opinião de Magali, já que ela era fã do estilo. Eu realmente achei que ela gostaria da situação, mas as cenas seguintes foram semelhantes à de se matar uma vaca na Índia:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: 188.25pt; text-indent: 35.4pt;"&gt;- Como assim? Você escreveu um samba? Mas você odeia samba!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: 188.25pt; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;- Por isso que estou te mostrando, quero saber se ficou bom...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: 188.25pt; text-indent: 35.4pt;"&gt;- Mas você não pode escrever um samba. Você não conhece o espírito do samba.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: 188.25pt; text-indent: 35.4pt;"&gt;Bom, foi uma discussão de mais de uma hora nesse tom. Magali me crucificando e eu tentando fazer ela entender que não havia mal nenhum em um rockeiro escrever um samba. Chegou uma hora que eu desisti, não haveria argumento neste mundo que a faria entender que meu samba era inofensivo. Achei que era coisa de mulher, sei lá, TPM, qualquer coisa que deixa uma mulher descontrolada, pois Magali nunca agirá dessa forma. No dia seguinte, fui falar com ela sobre a briga e em vez de acalmar os ânimos, o que consegui foi criar uma nova discussão, sobre o mesmo tema.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: 188.25pt; text-indent: 35.4pt;"&gt;Bem, depois disso, Magali não me servia mais nem como uma amizade colorida, sua reação histérica por uma besteira mostrou que ela não era tão doce como parecia. Da mesma forma que ela romantizou aqueles dias com ela, ela também idealizava suas músicas preferidas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: 188.25pt; text-indent: 35.4pt;"&gt;A culpa é dela!&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;Agora que você leu a história, não se esqueça de comentar.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-3923413216111611598?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/3923413216111611598/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/10/magali-romantica-iii.html#comment-form' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/3923413216111611598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/3923413216111611598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/10/magali-romantica-iii.html' title='Magali, A Romântica III'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-4624828196352782957</id><published>2010-09-06T03:52:00.000-03:00</published><updated>2010-09-06T03:52:21.534-03:00</updated><title type='text'>Magali, A Romântica II</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/TISN2wT8A_I/AAAAAAAAAMU/mmf9-vOvypM/s1600/beijo.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/TISN2wT8A_I/AAAAAAAAAMU/mmf9-vOvypM/s320/beijo.jpg" width="236" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;....pois Magali estava bem mais simpática no momento. Eu vendo a inteiração ir pro brejo pela falta de assunto, resolvi mudar o rumo das coisas e parti pro tudo ou nada.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Vou pegar uma cerveja!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As garotas resolveram ir ao banheiro e fui com Terere buscar a cerveja. Perguntei a ele para sanar minha dúvida e ele confirmou o que eu suspeitava, era Magali que estava mais propícia. Pegamos as cervejas e ficamos esperando as duas sair do banheiro. Avistando uma bancada vazia, indiquei a Magali que nos sentássemos nela, dividindo assim, o grupo, eu com Magali e Terere com Lenora. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;A conversa continuava morna, resolvi então beijá-la logo, antes que a garota fosse atrás de algo mais interessante pra fazer. Magali hesitou por um momento, como que não estivesse esperando, mas logo&amp;nbsp;se rendeu aos meus beijos. E QUE BEIJO FOI AQUELE ?!? Um beijo digno de cinema, quente, devagar e intenso, que se estendeu por vários minutos.&amp;nbsp;A impressão que tive, era que Magali queria gentilmente me sugar para dentro de si. Um beijo que não tinha nada de sensual, mas totalmente carregado de carinho, algo que não se vê todo dia.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Em uma situação comum, minha reação seria me afastar um pouco da garota, pois não me sinto confortável em aumentar a intimidade com uma garota que acabei de conhecer, ainda mais em público. Mas aquele beijo..., aquele beijo mexeu comigo de tal forma que quebrou todas as minhas defesas e não desgrudei mais de Magali durante toda a noite, com direito ao Kit Namorado: beijos, abraços e mãos dadas. Enquanto isso, Terere tentava conquistar Lenora, mas não obteve sucesso.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Já era mais de 3 da manhã, e Magali acordaria cedo para trabalhar, mas mesmo assim ela não queria ir embora de jeito nenhum, queria ficar ali, aos meus chamegos. Preocupado em não prejudicar a garota, insisti para irmos, prometendo que no dia seguinte nos veríamos de novo. Magali nos levou em seu carro até o apartamento de Terere.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;No dia seguinte, fomos até a faculdade, onde estavam ocorrendo as comemorações &amp;nbsp;do trote, Terere disse que a festa da noite seria boa, e compramos o convite. Quando voltamos para o apartamento, dei conta que me venderam um convite feminino. Depois disso, foi a maior complicação para trocar o convite, que não era barato. Ligamos para um monte de gente e tivemos que voltar à universidade para enfim trocá-lo. Nisso, combinei com Magali que sairíamos para jantar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Voltando ao apartamento, tomei meu banho e logo depois Magali estava ali na frente do prédio. Magali queria que eu escolhesse aonde comeríamos, mas insisti que ela me surpreendesse, pois ali eu nada conhecia. Fomos a uma lanchonete mais requintada, aonde serviam um crepe no prato. Um bom crepe por sinal.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Durante o jantar, o problema da falta de assunto reapareceu. Agora ali sob várias luzes, sentados frente a frente,&amp;nbsp; Magali se intimidou. Desesperado, eu tentava quebrar sua timidez com minhas brincadeiras, mas o que conseguia era só um belo sorriso com direito a um inexplicável brilho em seus olhos. Bom, se o papo não fluía, o negócio era ficar apenas abraçado com ela. Magali me informou que haveria uma banda de rock na faculdade, e para lá que fomos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;O Rock era do bom, Led Zeppelin e The Doors. Fiquei ali, apreciando a banda com Magali em meus braços. Longe das minhas paqueras e de outros olhos invejosos, pude apreciar de verdade o momento. Eu abraçava Magali com o mesmo carinho que ela me olhava, e esse efêmero momento de romance despertou algo dentro de mim:&amp;nbsp; Com quantas garotas eu me envolvi nos últimos tempos e nunca tive nada daquilo? Foi naquele abraço, enquanto pressionava meu corpo sobre suas fartas nádegas, mas sem malícia, que cheguei à conclusão de que eu precisava mesmo era de uma namorada. Não de dezenas de garotas, mas de apenas uma, uma que me satisfizesse como naquele momento.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;Agora que você leu a história, compartilhe sua opinião conosco ! Todo elogio e crítica é bem vindo. Seu comentário é muito importante para nós.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-4624828196352782957?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/4624828196352782957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/09/magali-romantica-ii.html#comment-form' title='20 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/4624828196352782957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/4624828196352782957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/09/magali-romantica-ii.html' title='Magali, A Romântica II'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/TISN2wT8A_I/AAAAAAAAAMU/mmf9-vOvypM/s72-c/beijo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>20</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-7941727391833943972</id><published>2010-08-31T06:19:00.000-03:00</published><updated>2010-08-31T06:19:31.378-03:00</updated><title type='text'>Magali, A Romântica I</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/THzIv1SNvMI/AAAAAAAAAMM/9DCfNTMOSHk/s1600/Playground_love_girl_vert.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/THzIv1SNvMI/AAAAAAAAAMM/9DCfNTMOSHk/s200/Playground_love_girl_vert.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Enjoado dos meus repetitivos finais de semana, lá fui explorar outra cidade. A convite de Terere, fiquei alguns dias com em seu apartamento na cidade onde ele estuda, era a semana de trote, e haveriam várias festas a ir.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Chegando na cidade, deixamos as malas no apartamento e fomos direto para a chopada da sala de Terere: Engenharia da Computação. Chegamos em uma casa, subimos uma escada e nos deparamos com um monte de machos e uma pequena rodinha de garotas separadas deles, ao melhor estilo clube do bolinha. Fiquei sabendo que as garotas eram de outro curso, pouco popular, e por isso a pequena porcentagem de fêmeas na festa. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eu não poderia descrever melhor a festa do que os atores do seriado Big Bang Teory ou do filme Os Nerds Também Amam. Era ridículo, as meninas em um canto, ignoradas, enquanto eles só se preocupavam em sacanear os calouros. Nessa brincadeira eu me preocupei, pois era um estranho na festa e corria um sério risco de algum Nerd bêbado querer raspar meu cabelo. Fiquei então num canto, ao lado de Terere, tomando minha cerveja e observando a dinâmica da festa. Fiquei apático por mais de hora. Mas que furada! Com tantas cervejadas, fui parar justo na que tinha menos mulher. Terere como sempre, só se preocupava em beber o máximo que pudesse, mas eu não havia viajado duas horas só pra encher a cara.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eis que vejo uma loirinha sentada sozinha com um copo na mão. Das 10 meninas que estavam na festa, com certeza ela era a mais bonita, mesmo por que as outras não eram grandes coisas. Sentei-me ao seu lado e dei inicio a conversa. Seu nome era Cibele, uma menininha de 18 anos que acabara de entrar na faculdade e logo depois que o papo já estava engrenado ela começou a se queixar da infantilidade dos donos da festa. Um deles, que estava de olho na garota, veio nos importunar:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Quem é você, cara? Nunca te vi!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Sou do mestrado, meu amigo é da Engenharia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Ah tá! Legal! Você conhece ela?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Não, conheci agora. Estamos conversando.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Ah tá! Beleza!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; 20 minutos depois volta o moleque:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Viu, eu sei que vocês dois se deram bem, mas ela é minha bixete. Você pode ficar com ela outro dia. Hoje ela veio pra curtir com a gente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Fica tranqüilo, só estamos conversando.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Ah tá! Beleza!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eu comecei a rir com a garota, e foi justamente então que a beijei. Logo depois disso, a cerveja acabou, e deveríamos ir então para outra festa. Andamos por cerca de 20 minutos até chegar em outra república. Terere e a galera que estava conosco foram para a festa, mas fiquei com Cibele na frente da casa. Eu já estava acompanhado, não havia por que pagar para beber mais. Apenas conversa e beijos, sem nenhum movimento mais sensual. Uma hora depois, a festa acaba. A galera então resolve ir ao Habibs matar a larica, foi quando me despedi de Cibele e cada um foi para sua casa. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No dia seguinte, à tarde, fomos a outra festa. Pegamos a van para uma chácara. Só sei que a festa estava muito chata, Terere não conhecia ninguém lá e o povo fazia uma panelinha que não aceitava estranhos. Ficamos um pouco lá e na primeira oportunidade fomos embora. Jantei e tirei um cochilo. A noite haveria bandas dentro da universidade e lá seria a melhor opção do dia. E fomos para lá, de ônibus desta vez.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Bizarro, porém interessante. A banda tocaria em algo que seria uma lanchonete, num lugar que precisava urgentemente de uma reforma. A galera, bem alternativa, fumava maconha ali mesmo, sem o menor pudor.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A banda começou a tocar, e a tocar algo que eu nunca tinha ouvido nada parecido na vida, não digo que era música, pois música segue uma lógica, coisa que aquele barulho não tinha nenhuma. Fiquei rondando o lugar, ali estava mais a vontade, pois o clima era mais pacífico. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Parei para assistir a banda, tentando entender o que era aquilo que eles estavam tocando e então reparo uma garota a me fitar. Bonitinha, mas numas roupas estranhas. Fiquei imóvel, tendo que aturar berros diabólicos da cantora, apenas observando se a garota ainda me olhava. 5 minutos depois, tive certeza e fui lá falar com ela:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Que banda é essa?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ela não ouviu, ou fingiu que não ouviu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - QUE BANDA É ESSA?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A garota me olhou com uma cara estranha, nada receptível:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Não sei o nome, só sei que é finlandesa. E voltou a assistir a banda.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Fiquei mais ou menos perto, esperando alguma reação dela à meu favor, mas nada. &amp;nbsp;Voltei a andar então, a procura de uma outra oportunidade. Meia-hora depois de umas cervejas e algumas palavras com Terere, a banda encerra sua sessão de tortura e então me deparo com a garota mal encarada junto de uma amiga vindo falar comigo:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - E aí? Gostou da banda?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Muito.......... moderninha pro meu gosto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Começamos a conversar. A mal encarada se chamava Magali, tinha olhos verdes, um rosto delicado com um belo sorriso sobre um corpo largo, no estilo das matronas italianas, e sua amiga Lenora, baixinha, magrinha e pálida, mas tinha uma certa beleza. Estranho, pois é difícil uma mulher abordar um cara, ainda mais depois de ter ignorado ele. Logo pensei que seria Lenora que estivesse interessada em mim. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Após as apresentações, a conversa foi tomando um caminho de incrível monotonia. Terere tentava, mas não ajudava em nada. Agora eu estava em dúvida em qual garota eu deveria investir minhas atenções e acabava por me resguardar em minha incerteza, pois Magali estava bem mais simpática no momento.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;Agora que você leu a história, compartilhe sua opinião conosco ! Todo elogio e crítica é bem vindo. Seu comentário é muito importante para nós.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-7941727391833943972?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/7941727391833943972/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/08/magali-romantica-i.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/7941727391833943972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/7941727391833943972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/08/magali-romantica-i.html' title='Magali, A Romântica I'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/THzIv1SNvMI/AAAAAAAAAMM/9DCfNTMOSHk/s72-c/Playground_love_girl_vert.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-683228546970294509</id><published>2010-08-11T16:37:00.003-03:00</published><updated>2010-08-11T17:49:14.484-03:00</updated><title type='text'>Tieza, A Encantadora III</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/TFfeJHUIorI/AAAAAAAAAL8/3bGq6a69iyY/s1600/Ninfas+22.png" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;img border="0" height="163" src="http://2.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/TFfeJHUIorI/AAAAAAAAAL8/3bGq6a69iyY/s200/Ninfas+22.png" width="200" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Pelo caminho, fui conversando naturalmente com Tieza, sem dar nenhum motivo para alarmar a garota. Assim que eu parasse o carro, dentro da privacidade de "quatro portas", seria a hora perfeita para outra tentativa. Catzu havia colocado bons bancos de couro no Passatão, justamente para melhor desfrutar desses momentos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;Parei o carro em frente a sua casa. Enquanto eu puxava o freio de mão para depois desligar o motor, nos centésimos de segundos desse intervalo, Tieza abre a porta do carro, se despede e evapora para dentro de sua casa. Mas foi tão rápido que eu mal tive tempo de assimilar que ela tinha saído do carro, não houve tempo de nenhuma reação que a fizesse permanecer comigo por mais alguns minutos. Mas que infortúnio, apaixonei-me pelo Mestre dos Magos em sua versão Gisele Bündchen, ou melhor, Jodie Foster.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Tomei meu rumo então. Logo depois de a deixar, enquanto minha ficha caia, luzes e uma sirene soa atrás de mim. Sim, era a polícia: Mão na cabeça e encosta no carro! A minha grande sorte é que Catzu, mesmo bêbado, se lembrou de me dar o documento do carro, senão minha sina teria sido muito pior que algumas indesejadas apalpadas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Tudo certo, a polícia foi embora. &amp;nbsp;Nada de bafômetro, nada de guincho. Dos males o menor.&amp;nbsp;Entrei no carro e tive mais uma surpresa: a lata-velha não queria pegar nem a pau. Quando percebi, havia esquecido o farol aceso durante a batida. Injetei gasolina e nada. Mas novamente a sorte me sorriu, um sorriso cínico e amarelo, mas sorriu. Eu estava em uma leve descida, e bóra empurrar o carro. Confesso que empurrar o carro e correr pra dentro dele para dar a partida é algo bem inusitado e emocionante de uma maneira pouco agradável.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Primeira tentativa: Nada.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Segunda tentativa: NADA.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A descida já estava para acabar, essa seria a terceira e última, mas dessa vez a caranga pegou . Senti-me como naqueles filmes, que o motor do avião pára em pleno vôo e quando o fim está próximo ele volta a funcionar. Finalmente pude voltar pra festa. Ufa!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Chegando de volta, vejo a polícia parada bem na frente da casa, mas ela já estava de saída. Quando novamente adentro o local, sou informado que os vizinhos estavam reclamando do barulho e que todos deviam ir embora. E assim se fez.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;De volta para o MSN, vergonhosamente bancando o arroz, sazon, amigo cabeleireiro , chamem como quiser. Havia sido divulgado que haveria um Aerosmith na semana seguinte, e já com antecedência convidei Tieza. Seria uma outra boa oportunidade para as minhas intenções: todas aquelas baladinhas e provavelmente ela iria sozinha, pois suas amigas não curtiam Rock, assim como Tieza também não.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;No dia do Aerosmith, lá vem Tieza com a enrolação:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Don, então, vou ter que ver umas amigas que não vejo há tempos hoje, vamos lá no bar amanhã pode ser?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Não, não pode! Mas ela não acatou às minhas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;insistências e o plano de cantar Angel em seu ouvido foi pro beleléu.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Comecei a duvidar se na verdade, eu que era o masoquista da história, e não ela, a sádica. Conversando com alguns amigos, me mostraram alguns fatos que me fizeram refletir melhor e assim descobri o verdadeiro motivo da minha paixão por Tieza. Não eram suas provocações que me abalavam, nem a fantasia do menage, muito menos sua beleza, pois garotas lindas como ela existem aos montes por aí. O que me obcecava em Tieza era justamente o fato de não poder tê-la. Uma garota que em circunstâncias normais seria difícil de se ganhar, lésbica então, eleve essa dificuldade ao cubo. Conquistar Tieza seria a minha superação, ou melhor, seria a consagração do meu poder de sedução, onde nem lésbicas angelicais resistiriam a mim. Nada mais era que um desafio, uma cruzada em busca da minha realização pessoal, que caso vencesse, eu poderia me vangloriar de ter feito o impossível. E essa glória nunca esteve tão perto, já que Tieza estava a jogar comigo e no mínimo me dava esperanças, fato inédito para mim com uma garota desse naipe.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Acabei então indo no reggae do dia seguinte, acompanhado de Terere.&amp;nbsp;Quando adentro o bar, logo dou de cara com Tieza. Ela vem e me dá dois beijos no rosto, quase batendo na trave dos meus&amp;nbsp;lábios (aqui em SP a regra é só um). Por um momento, tive a sensação de que ela me beijaria uma terceira vez, desta vez na boca, para completar a seqüência, mas foi apenas fruto da minha imaginação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Fiquei lá como um bobo fazendo minhas graças para chamar sua atenção, mas estava difícil competir com mais 5 amigas lésbicas. Me encostei no bar próximo a ela, onde poderia a ver e ser visto, porém sem desgastar minha imagem. Ora ou outra, ela vinha e fazia seu charme. Até Terere quis entrar na brincadeira e estava lá dando em cima de uma das amigas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Numa hora que ela se sentou e estava mais distraída, aproveitei a deixa e fui lá com o meu blá blá blá:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Deixa eu me esconder com você. A minha ex está aí. ( De fato, estava, mas era uma mera desculpa)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Ah é? Quem é? Perguntou Tieza.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Uma loira de olhos azuis, está lá na frente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Que coisa. A minha ex também veio hoje.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Ah é? Quem é? Agora foi a minha vez de perguntar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Aquela menina de preto ali. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Mas essa menina não estava junto de vocês agora há pouco?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Sim, então, a gente está meio que voltando.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Ouvir isso foi como tomar um tapa na cara. Mas ainda não estava que certo de que Tieza falava a verdade, poderia ser mais um blefe, e continuei meu blá blá blá agora fazendo um drama “ Você me trocou por ela? Como teve coragem?”&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Na verdade, eu não queria acreditar, eu não conseguia acreditar, aquilo não entrava na minha cabeça de forma alguma. Algum tempo depois vejo as duas de mãos dadas, meio que abraçadas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A presença de sua namorada não impedia Tieza de me provocar, toda vez que passava por mim ela fazia uma carícia ( com certeza ela notou minha aflição naquela cadeira) ou mandava um beijo ou algo parecido. Terere veio me questionar:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- O que foi, cara? O que você tem? Parece que está nervoso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Adivinha o porquê?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Tieza?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Ela mesma. Lésbica do inferno!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Mas o que aconteceu?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- A namorada dela está aí. Agora a vaca foi pro brejo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Terere aproveitou para rir da minha cara e continou:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Eu gostei daquela magrinha de preto. Sabe quem ela é?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Quem ela é? Ela é... Ela é... ELA É A NAMORADA DA TIEZA! PQP!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Aonde esse mundo vai parar? Exclamou Terere, assustado. – Daqui alguns anos não vai mais ter mulher hetero nesse mundo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Tentei ir atrás de outra menina para não perder a noite, mas eu estava nervoso demais para ser simpático e conversar com alguém. Logo depois, vejo Tieza e sua namorada pagando a conta:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Mas vocês já vão embora?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Vamos sim, dá um beijo aqui. Tchau.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;De longe, fiquei apenas assistindo as duas atravessarem o bar, cruzar a portaria e sumir para a rua. Juro que quase escorreu uma lágrima ao ver aquela triste cena, de duas garotas lindas irem embora se divertir sozinhas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A culpa é dela!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;Agora que você leu a história, compartilhe sua opinião conosco ! Todo elogio e crítica é bem vindo. Seu comentário é muito importante para nós.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-683228546970294509?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/683228546970294509/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/08/tieza-encantadora-iii.html#comment-form' title='20 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/683228546970294509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/683228546970294509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/08/tieza-encantadora-iii.html' title='Tieza, A Encantadora III'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/TFfeJHUIorI/AAAAAAAAAL8/3bGq6a69iyY/s72-c/Ninfas+22.png' height='72' width='72'/><thr:total>20</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-8265889887232355007</id><published>2010-08-01T05:14:00.004-03:00</published><updated>2010-08-01T05:36:12.584-03:00</updated><title type='text'>Tieza, A Encantadora II</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/TFUtkuvuimI/AAAAAAAAAL0/wPJK0NTFW98/s1600/ninfa-da-natutreza3.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="174" src="http://4.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/TFUtkuvuimI/AAAAAAAAAL0/wPJK0NTFW98/s200/ninfa-da-natutreza3.jpg" width="200" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Acabei a noite na vontade, já sem esperança para com Tieza, não naqueles termos que ela me contou, mas aqueles termos não estavam comprovados ainda. Adicionei-a no Orkut e Msn para tentar outra forma de aproximação, na pior das hipóteses eu teria outra amiga lésbica para me recomendar às demais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;As semanas foram passando, e Tieza esporadicamente aparecia no bar-de-sempre, e sempre que ela aparecia, lá ficava eu como um zumbi a segui-la. Eu, Don Juan, um experiente conquistador,babando mais que cachorro olhando os frangos da padaria rodar. Tieza me dava uma atenção básica, um pouco mais que educação e simpatia. Mas quando a conversa começava a engrenar, ela simplesmente evaporava. Ou ia ao banheiro, ou alguém lhe chamava ou qualquer outra coisa que me impedia de cativá-la com minhas charmosas palavras.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Aos poucos fui percebendo como era grande sua volatilidade. As meninas com que andava mal a conheciam, ninguém sabia responder nada sobre sua intimidade, era uma amiga recém-feita. Ela estava cursando a faculdade em outra cidade e nunca antes freqüentou aquele círculo social. E então ficava assim, ela cheia de uma efêmera intimidade comigo, se fazendo de minha amiga, e eu me fazendo de seu amigo, com segundas e terceiras intenções por trás de toda a cordialidade com a qual a tratava.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;E num belo sábado, eu a encontro de novo, depois de uns 3 meses dessa amizade. E lá estava ela, linda como sempre e mais dengosa que nunca. Me acariciava, fazia caras e bocas e ainda por cima falava meu “apelido carinhoso” com uma voz tão doce, bem no meu ouvido. Era de me fazer estremecer. Eu estava numa carência afetiva anormal, e ela ainda zombava dos meus hormônios.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Foi então que Tieza puxou-me para dançar, e eu logo colei meu corpo ao seu em um abraço. Uma simples dança romântica já foi suficiente para encher as minhas calças. Notei que ela percebeu aquela duvidosa diferença e logo a soltei, antes que ela confirmasse sua suspeita. Tirei o celular do bolso, como se fosse aquilo que estava a lhe cutucar, digamos que era um Moto-Rola.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Meus hormônios falaram mais alto e eu não resisti. Sutilmente, fui percorrendo sua face com meus lábios em direção à sua boca. Toda “inocente”, ela permitiu, até que perceber que desta vez eu não estava para brincadeira e se esquivou me lembrando de nossa “amizade”. Pois é, eu acabava de pedir TRUCO na primeira mão. Eu previa que aconteceria exatamente isso, mas as cervejas que havia tomado me deram coragem para criar este pequeno desconforto. Mas aparentemente ela não se ofendeu com minha ofensiva. Passei o final da noite a evitando, pois sabia que a cena poderia se repetir.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;No domingo, eu juro que meus planos era sair em outra cidade, mas acabei no bar-de-sempre, desta vez no forró. E de novo, lá estava a minha tortura. Neste dia, Tieza mostrou-se um pouco mais fria e distante. Já era de se esperar que sua atitude mudasse depois do ocorrido do dia anterior. Fiquei de boa, e algumas amigas me convidaram para ir numa festinha que aconteceria na quarta-feira. Preciso falar? Adivinha quem estava lá de novo? Fui acompanhado de Terere e um velho amigo que havia a pouco terminado seu namoro e estava andando comigo ultimamente, seu nome é Catzu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Havia poucos conhecidos na festa,na qual todos se divertiam dançando forró na sala da casa. De vez em quando eu puxava papo com algum desconhecido para me enturmar, mas na maior parte do tempo, ficava ali num canto fumando meu cigarro, observando a dinâmica da festa, ou melhor, observando Tieza.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Ela puxou-me para dançar, dizendo-me que ensinaria forró. E novamente a mágica das calças aconteceu:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Não, desiste que eu nunca vou conseguir dançar isso. Essa foi minha desculpa. Desta vez, sóbrio, foi fácil evitar qualquer constrangimento. Voltei ali para o meu canto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Cerca de uma hora depois, o álcool já fazia efeito e o clima da festa havia mudado. As luzes foram apagadas e as músicas agora eram menos inocentes. As meninas, que eram maioria, dançavam freneticamente se esfregando umas nas outras. De repente, alguém apareceu com uma cadeira e a colocou no centro da sala. Eis que arrastaram um moleque pra sentar na cadeira e a mulherada toda começou a se esfregar e rebolar na frente dele. Assim que o moleque levantou, ficaram a procurar quem seria o próximo. Um outro cara recusou, e foi então que Tieza me pegou pela mão e me fez sentar na cadeira.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Mas é claro que eu não recusaria, mesmo sabendo que eu ia dormir de Bauducco. Tieza ficou atrás de mim e começou a massagear minhas costas, minha nuca e meu cabelo. Eu estava esperando as outras meninas virem a minha frente como aconteceu com o outro rapaz, mas acho que elas se intimidaram por eu ser desconhecido e nenhuma veio se oferecer. Logo, todas minhas atenções se concentraram em Tieza, que estava a me enlouquecer com suas carícias. Nunca em minha vida o termo “frio na espinha” foi tão explícito. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Agora, Tieza tirava minha jaqueta e estava a arranhar meu peito enquanto sussurrava em meu ouvido. Ainda bem que nenhuma das outras meninas quis sentar em meu colo. Com os punhos cerrados, eu tremia. Meu instinto animal queria saltar para fora, saltar para cima de Tieza, e eu tinha que controlá-lo, pois não seria algo sábio a se fazer, não naquela situação. Quando falaram: “- Tira a camiseta também!” Ah não! Aí já é demais, já estava no meu limite, não suportaria mais dessa tentação que não se extravasaria. Com certeza, a esta altura do campeonato, Tieza já tinha plena consciência sobre seus poderes sobre mim, e mesmo assim ela os usava sem piedade. Entrei então em dúvida, ou ela estava botando fogo em mim com alguma inesperada intenção, ou simplesmente estava a se divertir as minhas custas, vendo até quando eu manteria minha postura de rockeiro bad boy.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Já estava tarde para uma quarta-feira e as pessoas já começavam a ir embora. Quando vejo, Tieza está a chamar um moto-táxi. Tomei o celular de sua mão e lhe garanti que a levaria para casa. Tive que avisar Catzu sobre o novo itinerário, pois era ele quem estava de carro. Achei que Tieza iria embora quando todos fossem, mas sua pressa era maior. Catzu não queria abandonar a festa e então tive que convencê-lo a deixar seu carro sob minha cautela para levá-la. Era a chance que eu queria, finalmente estar a sós com ela depois de meses na vontade. Mas é sempre chato emprestar o carro de outrem. Depois de muito titubear, pois era um carro velho, cheio de macetes e difícil de dirigir, Catzu autorizou e lá fui eu carnalizar minha platônica paixão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cc0000; font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 21px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-8265889887232355007?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/8265889887232355007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/08/tieza-encantadora-ii.html#comment-form' title='23 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/8265889887232355007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/8265889887232355007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/08/tieza-encantadora-ii.html' title='Tieza, A Encantadora II'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/TFUtkuvuimI/AAAAAAAAAL0/wPJK0NTFW98/s72-c/ninfa-da-natutreza3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>23</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-2638754733585223874</id><published>2010-07-23T17:40:00.008-03:00</published><updated>2010-08-03T06:36:55.670-03:00</updated><title type='text'>Tieza, A Encantadora I</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/TFfiw6PIk1I/AAAAAAAAAME/d6d-azPmd4s/s1600/ninfa+(1).jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/TFfiw6PIk1I/AAAAAAAAAME/d6d-azPmd4s/s200/ninfa+(1).jpg" width="138" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Foi amor a primeira vista. Se não foi, não sei mais pode ser. Eu no bar de sempre, nas minhas habituais voltas a procura de uma garota propensa a me beijar e de repente, eu a avisto no meio da multidão. Era como se ela irradiasse algo que em hipótese alguma passaria despercebida. Da onde saiu esta agora que eu nunca a vi por aqui? Seria de outra cidade? Loira de olhos verdes, com um rostinho simplesmente angelical.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Pois bem, ela estava no meio da muvuca, seria impossível conseguir um lugar confortável ao seu lado, e mesmo que conseguisse, o alto volume do som não permitiria nenhuma conversa mais intimista. Passei a noite monitorando-a de longe, pois um bom caçador sempre sabe onde encontrar sua vítima. E em nenhum momento houve alguma chance de aproximação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Até que quase no fim da noite, chega Tábata ( aquela minha amiga da história da Albertina). Como sempre, ela me abraça com tanto vigor que chega a ser constrangedor e logo em seguida, lá está ela a falar com a minha beldade da noite. Era tudo o que eu precisava para dar início ao meu ataque.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Aproximei-me então das duas,&amp;nbsp; Tábata nos apresentou, seu nome era Tieza. Antes que eu pudesse começar qualquer conversação, lá vai minha musa de volta pro meio da muvuca. Perguntei então a Tábata sobre ela, e tive a triste notícia que a garota namorava. Era bom demais pra ser verdade! Mulher bonita daquele jeito não fica solteira por muito tempo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na semana seguinte, novamente no bar, lá está Tábata, e incrivelmente, Tieza a acompanhava junto das outras suas amigas “moderninhas” (leia-se lésbicas e afins). Me infiltrei então no grupo das moderninhas, afim de me aproximar de Tieza. Tábata fez questão de fazer meu filme, me deixando “bonito na fita” com as meninas do grupo. Eu não sabia exatamente qual era a opção sexual de cada uma ali, e aos poucos, fui me inteirando sobre o assunto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mônica, que era outra beldade saída dos contos de fadas, foi me contando sobre cada uma e tive a surpresa de descobrir que minha velha amiga Tábata agora também pegava mulher. E não só pegava como uma outra garota do grupo era sua namorada. Isso significava que todas ali eram lésbicas, e logo perguntei sobre Tieza:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Tieza terminou ontem com a namorada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eu não sabia se me alegrava por ela estar solteira, ou me desesperando por minha mais nova musa inspiradora ser adepta do Rock das Aranhas. Mas não perdi as esperanças. Nunca se sabe para quantas lados ela podia cortar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não sei dizer como aconteceu, mas quando menos percebi lá estava eu a consolar Tieza sobre sua ruptura. Ela não teve nenhum pudor em se abrir comigo, e eu, muito menos em tirar as informações que ansiava:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;- Então você já namorou homem?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;- Já.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;- E agora tem certeza que seu negócio é mulher?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Tenho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Só mulher, mesmo?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;- Só.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;PQP! Era tudo o que eu não queria ouvir. Mesmo que ela estivesse tentando me ludibriar, o que não era nem um pouco improvável,&amp;nbsp; como eu tentaria beijar uma garota que se confessou lésbica tão afavelmente? Eu não poderia correr o risco de me queimar como galinha, como sempre acontece. Não agora que eu tinha encontrado o caminho encantado de realizar minha fantasia de um ménage à trois da maneira mais sublime possível, ou seja, com duas encantadoras ninfas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;Agora que você leu a história, compartilhe sua opinião conosco ! Todo elogio e crítica é bem vindo. Seu comentário é muito importante para nós.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-2638754733585223874?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/2638754733585223874/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/07/tieza-encantadora-i.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/2638754733585223874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/2638754733585223874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/07/tieza-encantadora-i.html' title='Tieza, A Encantadora I'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/TFfiw6PIk1I/AAAAAAAAAME/d6d-azPmd4s/s72-c/ninfa+(1).jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-4926148308859073723</id><published>2010-07-06T00:36:00.002-03:00</published><updated>2010-07-06T00:58:29.320-03:00</updated><title type='text'>Roxana, a empregadinha PARTE 3</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_haKSBU87V-M/TDKp2_UxifI/AAAAAAAAADk/t_Cy_75v7EM/s1600/sb10066000b-002.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 126px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_haKSBU87V-M/TDKp2_UxifI/AAAAAAAAADk/t_Cy_75v7EM/s200/sb10066000b-002.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5490637657894652402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; Passaram-se alguns meses, minhas férias da faculdade já haviam findado há algum tempo, algumas Dps (quem fez facu sabe como é) caiam como ogivas na minha cabeça. Com tudo isso, minha atenção voltou-se a algo mas útil. Talvez muito menos prazeroso, porém bem mais prático, pois o gosto agridoce daquela noite ainda pesava na minha boca. Doce, pela quase realização de um sonho, por estar mais perto do que jamais imaginaria estar em relação à relação com Roxana. Azedo por não passar do quase, por presenciar  uma atitude tipicamente feminina tão broxante, chamada Cu Doce. Odeio cu doce. Mais do que odeio a matemática. Mais do que odeio o Maluf. E na época dessa história a repulsa era ainda maior, pois paralelas às minhas investidas em Roxana eram minhas estripulias com lendária Izolina, a ligeira. Lembram dela?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Pois bem, o fato de não estar bolinando Roxana não significa que não estivesse falando com ela, quando dava. Vira e mexe estava por casa da minha avó, fazendo algum favor pra minha mãe, cumprimentando Roxana, sempre com um beijo um tiquin mais longo. Ela abaixava os olhos, corada. E eu, na minha ingenuidade juvenil, pensava que era por vergonha. É Roxana, nas palavras da minha vó, quem não te conhece que te compre. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Um belo dia de noite bela haveria um evento na casa do grande amigo Catarino, um sarau, algo inédito pra mim até então. Nessa época eram freqüentes as visitas de meu primo Itambé, vindo lá do interiorzão, com seu sotaque característico que não devia nada a  essas novelas fanfarrônicas da globo que passam antes da sessão da tarde. Itambé, nome indígena que significa pedra afiada e com corte, reproduz bem o temperamento de meu primo, irrequieto e  explosivo, mas uma grande pessoa no fim das contas. Sempre que vinha, Itambé e minha tia montavam acampamento lá pelas paragens da minha vó e eu sempre tentava inclui-lo nos programas da Corte. Dessa vez não foi diferente e embora não fosse muito sua praia, convidei Itambé para o sarau. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Lá pelas tantas a velha Parati  quadradona parou na frente de casa, buzinando o grito de guerra de Itambé. Quando me aproximei do carro, com as mãos abarrotadas  de papéis, versos e saudade, percebi a “arapuca” de Itambé: no banco da frente uma morenona bonita, daquelas bem pernudas, chamada Roxota, amiga amicíssima da passageira do banco de trás, uma morna mais miudinha, de olhos verdes faiscantes chamada Roxana. Pulei feito um cabrito no banco de trás, mal tendo tempo de largar os papéis. Roxana já acochava-me em seus braços e sofregamente beijava-me a boca, desejosa, como nunca a havia visto.  Um gostinho de uva denunciava como Itambé havia feito a pajelança, com a ajuda de um velho jesuíta conversor de indiazinhas chamado Dom Bosco. Seguimos para a longínqua taba de Catarino, próxima um lugar até então cheio de árvores, rios e alguns pernilongos. Mas acabamos nos perdendo, vejam vocês, e fomos parar num lugar ermo e escuro.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Roxana beijava-me louca, como se fosse o último gesto de sua vida. Agarrava-me com força, arranhava-me, mordia meus lábios, meus ombros, tesa, imersa na respiração funda e quase convulsa de quem exala luxúria por todos os poros. Eu apalpava-a toda, como se minhas fossem velhas conhecidas de suas curvas. No banco da frente a cena era não menos pitoresca. Itambé pulava para cima de Roxota, literalmente, pondo-a em trages de índio enquanto ela gemia esganiçadamente. Aquilo tudo, aquela volúpia coletiva, só fez abrasar meus instintos, pondo-me louco em seus peitos eretos, mordendo-os, roçando minha barba mal feita entre eles, atirando-me no veio suculento das pernas de Roxana, ensandecido. Eu sorvia seu gosto forte, seu cheiro de mulher, e divertia-me com os espasmos e gritos abafados que a pequena soltava. Meu primo, por sua vez, já trava de sacolejar a velha parati no banco da frente, atendendo com força aos pedidos que Roxota berrava, tresloucada. Duas amigas, uma no banco da frente outra no banco de trás, prazeirosamente acabando-se  com dois primos, ao mesmo tempo, no mesmo carro. Uma cena memorável, meus caros, digna de uma pintura expostas nos melhores lupanares da cidade. Então  foi a vez de Roxana abocanhar-me. Estava louca, a moça, agarrando meu Diferencial com as duas mãos e engolindo-o com ferocidade. E eu lá, concentrado na movimentação, quando olho pro lado (o carro completamente embaçado) e vejo a marca da bunda de meu primo no vidro da frente. Tive que conter-me muito pra não cair na risada, o que seria fatal pois quebraria muito do clima. Itambé resolve sair do carro com Roxota, para tomar um ar e esta“privacidade”  parece deixar Roxana mais à vontade. Deita-se. Vislumbro, então, a cena de uma adolescência inteira: Roxana, de pernas abertas, implorado por mim. Aí foi a minha vez de chacoalhar o carro, na medida da força com que Roxana me queria. Ela gritava, arranhava o banco, as minhas costas. Algum tempo depois, já meio saciados, escutamos o barulho estridente do meu celular, com Catarino na linha, furibundo pelo meu atraso, pois não começaria o sarau sem minha presença. Deixamos de fornicação e seguimos apara a casa de Catarino, onde deu-se uma cena curiosa. Ao sair do carro, reparei que estava com o cheiro de Roxana na minha boca, e bem acentuado. Procurei adentrar o mais rápido possível, seguindo em direção ao banheiro. Mas no meio do caminho interpelou-me a mãe de uma outro grande amigo meu, o Emaranhado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Casanova, ela disse, há quanto tempo. Vem aqui me dar um abraço.&lt;br /&gt;- Hum... vai dar não, eu vou daqui a pouco, tenho que ir no banheiro.&lt;br /&gt;- Ah, como assim, faz tanto tempo que eu não te vejo menino, e você nem vai me cumprimentar?&lt;br /&gt;- É que..hannn... eu tou muuuito apertado...&lt;br /&gt;- Ah não, se você não vier aqui e me der um beijo eu nunca mais falo com você.&lt;br /&gt;- Ann...então...tá bom...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; E lá fui eu, com aquele cheiro danado de xiranha na cara, dar um beijo estalado na bochecha da dona e sair ligeiro para o banheiro. Eu tentei avisar, foi ela que insistiu, não foi?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Roxana e eu nos vimos mais algumas vezes, mas por falta de carro, de lugar, de oportunidade e pelo fato de eu estar agora morando em São Paulo, por conta da faculdade, acabamos dando uma distanciada. Algum tempo depois Roxana virou crente, daquelas braba, e deixou a vida  de pecado de lado, pelo menos comigo.  Mas ela foi um sonho de toda uma puberdade, sempre meiga, sempre atenciosa, sempre me olhando daquele jeito... a culpa é dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;História&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Agora que você leu a história, compartilhe sua opinião conosco ! Todo elogio e crítica é bem vindo. Seu comentário é muito importante para nós.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-4926148308859073723?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/4926148308859073723/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/07/roxana-empregadinha-parte-3.html#comment-form' title='18 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/4926148308859073723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/4926148308859073723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/07/roxana-empregadinha-parte-3.html' title='Roxana, a empregadinha PARTE 3'/><author><name>Casa Nova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04416466412180667669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_haKSBU87V-M/TDKp2_UxifI/AAAAAAAAADk/t_Cy_75v7EM/s72-c/sb10066000b-002.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>18</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-5297997689994412923</id><published>2010-06-29T00:26:00.006-03:00</published><updated>2010-06-29T23:44:05.610-03:00</updated><title type='text'>Roxana, A Empregadinha II</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_haKSBU87V-M/TCloy_EHI7I/AAAAAAAAADc/rOuG_KFYWp8/s1600/ist2_2748622-eager-french-maid.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5488032846059086770" src="http://2.bp.blogspot.com/_haKSBU87V-M/TCloy_EHI7I/AAAAAAAAADc/rOuG_KFYWp8/s200/ist2_2748622-eager-french-maid.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 200px; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 200px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; U&lt;/span&gt;m dia a família Casanova resolveu mudar-se de uma vez pra cidade grande. Foram dias difíceis, de adaptação. O então púbere Casanova teve que desacostumar-se com o canto agudo do Capitão-do-mato, que o saudava nas manhãs sonolentas no caminho da escola. Teve que meter seus pés de barro num sapato, teve que ter mais medo de pivete do que de onça, teve que trocar sua antiga e fiel magrela por um trambolho de ferro mais velho ainda, e o pior: teve que pagar por isso (já nessa época o pequeno casa era um “mão-de-bezerro”). Mas nem tudo era fealdade naquele mundo novo. Tinha Roxana, com os olhos de Roxana, cada vez mais sorridente e mais atenciosa. Mas o púbere Casa tinha lá seus grilos de moleque. E se ela não me quisesse, e se fosse um atrevimento, mas que sorriso que ela me deu outro dia, vontade que eu tenho de dar um aperno naquela coxa, olha só que lapa de perna,  tome tento que se ela te pega olhando assim te bate, ela te bate....vem bater aqui então! E bater era tudo o que eu fazia, porque era muito lerdo.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Mas um dia passaram-se os anos. Casanova, agora um rapaz de seus 17 anos mal feitos, mais ligeiro, mais vivido, tinha interesses menos nobres dirigidos a outras damas (de alcova) da sociedade. Porém um dia calhou dos meus pais irem viajar. Como era de praxe, meu avô ia nos fazer companhia, pra dizer que tinha um “adulto” em casa. Mas meu Vô, meu grande e heróico Vô, não pode ir. Mandou Roxana em seu lugar, é bom que faz companhia pra irmã do Casanova, que ainda é meio pequena. Qual não foi a minha surpresa ao abrir a porta e dar de cara com Roxana, sorrindo, com sua malinha de roupa. A noite prometia.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Agora, você aí que está lendo, PRESTE ATENÇÃO, essa parte é importante.  Porque picas nessa noite ousei mais, quando n'outras tive oportunidades semelhantes e não o fiz? O segredo, o X da questão: a saudação. Um cumprimento diz muito (muito) sobre as intenções de uma pessoa. Por exemplo, tem mulher que abraça igual tia: encosta peitos, joga a bunda pra trás, abominando todo e  qualquer contato de órgãos receptáculos do pecado (que nem parece que foi Papai do céu quem fez) e arremata a manobra social com tapinhas ligeiros nas costas, tudo muito puritano. Tenho raiva dessas. São do tipo que têm medo seus corpos, seus desejos, e ignoram que o pecado está entre as orelhas não entre as pernas. Mas naquela noite Roxana não abraçou-me igual tia, igual sempre. Ela envolveu-me de verdade em seus braços e seu corpo realmente quis encostar-se no meu. Meu coração deu um salto, será que era hora, a tão sonhada hora, exaustivamente imaginada nas minhas noites antes de dormir?  Beijou-me delicadamente a bochecha, demorando-se um tantinho mais, aquela rápido tantinho que anda tãããão devagar.  Era hora.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Minha pequena irmã estava maravilhada. Roxana estava lá, brincando com ela de boneca e tudo mais. Tinha muito  jeito com criança, essa Roxana. Lá pelas tantas minha irmã queria assistir  o filme do Ursinho Puff (Poh, em alguns cadernos chineses). Sentou-se no chão, antecipadamente contente com o espetáculo. Atrás dela, Roxana e eu, no sofá.  Roxana sempre muito amável com minha irmã. Eu...bom...a bem da verdade, já perdia um pouco das esperanças. Começa o filme, ursinho gordo, tigre hiperativo e burro depressivo fazem lá suas coisas de desenho animado. Maieu? E minhas coisas? Decidi jogar minha última carta e ali, bem ali, com minha irmãzinha assistindo seu deseínho, deu-se uma das minhas memórias mais heróticas (com H mesmo, porque também foi heróico) da minha então vida. Comecei beeeem vagarosamente, assim, como um descuido, a roçar meu dedo na perna de Roxana. Ela, impassível. “Vou até onde ela der um tapa na minha mão”-pensei. Bem lentamente, arrastava minha mão pelos seus joelhos, com a leveza de uma folha seca ao chão.  Roxana imóvel.  Como um daqueles aviões de papel que caem bem devagar, minha mão planou até suas coxas. Nada. Então, com o coração chutando minhas costelas, tão rápido quanto uma vida toda, rocei meu trêmulo e bandeirante mindinho na beirada de seus inexpugnáveis bosques. Como um criança que espera pelo trovão logo após o raio, aguardei o contragolpe. Não houve. Então marchou a Bandeira, tensa, para a parte central de sua calça. Roxana estava petrificada. Não se movia um músculo em sua face, vidrada na tela vaga a sua frente. Foi então que ela mexeu-se e eu senti como se tivesse sido congelado. Eu era um gato na frente de um carro,  imóvel, incapaz, com a pata às portas de seu cio.  Sem olhar-me ou sequer tocar minha mão, Roxana abriu  vagarosamente seu zíper, cobriu minha gélida mão com uma almofada e deu um sorriso milimétrico. Fogos espoucaram, ouvia o estrondo de um estádio de futebol na minha cabeça aplaudindo efusivamente minha manobra. Naquele momento não estava mais lá o tal urso, nem minha irmã, nem mesmo Roxana. Estava a realização de um sonho construído ao longo de muitos anos adolescentes. Fundei meus dedos entre suas carnes viçosas e úmidas. Meus dedos passeavam como desenvoltura por aquelas paragens como...como...como sei lá o que, quer compara a alegria de um moleque quando põe a mão na perseguida de uma garota que sempre quis  comer? Não há comparação boa o suficiente. Então foi a minha vez. Coloquei uma almofada sobre minhas pernas e puxei suas quase relutantes mãos para meu petrificado Diferencial, que Roxana apalpou delicadamente, com suas mãos pequenas e frias. Friccionava-me, descompassada, enquanto eu minerava inaudíveis suspiros daquela grota que tanto desejei até a hora em que a pequena travou minha mão com suas coxas, apertando vigorosamente meu sexo e respirando bem baixinho. Pouco depois ela mui discretamente desfaleceu no encosto do sofá, inerte, molhada. &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Parece que foi combinado, porque poucos minutos depois o tal desenho acabou. Mas eu... eu estava só começando.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- A noite vou te chamar lá no quarto, você vem pro meu – eu disse.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Tudo bem.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;A noite, na hora de dormir, eu parecia um leão recém enjaulado. Circulava em minha cela, bufando, ansioso. Vagava ao lado do quarto de minha irmã e podia ouvir as duas conversando, de luz apagada.  Esperei com a paciência de um velho ermitão. Então, depois de alguns minutos  de silêncio no quarto, entrei, silenciosamente. Sussurrei por Roxana, mas nada. Toquei sua perna, seu braço, mas nada. Deitei ao seu lado, abracei-a e chamei-lhe ao ouvido, mas ela não vinha. Estava claro. Ela estava fazendo doce e eu odeio quando me enrolam. Bufei de raiva e frustração e fui pro meu quarto, possesso. &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Passaram-se alguns m&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-5297997689994412923?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/5297997689994412923/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/06/roxana-empregadinha-parte-2.html#comment-form' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/5297997689994412923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/5297997689994412923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/06/roxana-empregadinha-parte-2.html' title='Roxana, A Empregadinha II'/><author><name>Casa Nova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04416466412180667669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_haKSBU87V-M/TCloy_EHI7I/AAAAAAAAADc/rOuG_KFYWp8/s72-c/ist2_2748622-eager-french-maid.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-5651743767153416819</id><published>2010-06-21T00:55:00.003-03:00</published><updated>2010-06-29T23:43:08.959-03:00</updated><title type='text'>Roxana, A Empregadinha I</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_haKSBU87V-M/TB7jNPNdvBI/AAAAAAAAADU/EztGnNb_0KQ/s1600/himezaki-reika-maid-cosplay-10.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5485071212744653842" src="http://2.bp.blogspot.com/_haKSBU87V-M/TB7jNPNdvBI/AAAAAAAAADU/EztGnNb_0KQ/s200/himezaki-reika-maid-cosplay-10.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 200px; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 133px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Era uma vez o pequeno Casa.Menino, baixinho, inocente, desconhecedor das coisas da vida, igual ao Casa de hoje (hehehe). O pequeno Casa tinha diversões de menino do interior: gostava de enfiar o pé na terra recém lavada pela chuva e sentir o barro esgueirar-se pelo vão dos dedos de seus pés chatos. Gostava de roubar goiabas, amoras, cocos e mangas, gostava de brincar de polícia e ladrão, de futebol (mas só jogava como goleiro por questões puramente circunféricas) e bicicletar por aí, mais do que tudo. Porém existia uma coisa que exercia verdadeiro fascínio sobre o pequeno Casa: visitar seus parentes no fim do ano, na cidade grande, em São Paulo. O pequeno Casa sentava-se serelepe na janelinha do avião (sempre, sempre) e quando o monstrengo de ferro batia naquela carreira doida pra subir não era mais o pequeno casa no avião, mas o cavaleiro Casanova montando no seu Pégaso, correndo com fogo nos cascos para abrir suas asas azuis e voar ligeiro pra outro reino (depois de dar uma cagada aérea na cabeça dos moleques grandes do fim da rua).  &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Chegavam, e era sempre uma festa. Tudo diferente, casas empilhadas, homenzinhos verdes correndo de homenzinhos vermelhos, gente, muita gente e por fim, a casa da Vó. Era uma beleza, o panelão de feijão gostoso da vó (que fazia a gente ficar peidando o dia inteiro depois), a tia coruja e solteirona fazendo cafuné, o vô contando sempre a piada do japonês maluco que atravessa o farol vermelho e para no verde (por medo de ter outro maluco igual ele), o Ramón, candidato boliviano (já há muitos anos)  pra tirar minha tia da solterisse,em fim, os parentes. Mas uma vez tinha alguém diferente. Era uma menina de pele cor-de-picolé-de-côco-queimado, mas de olhos cor-de-picolé-de-limão. Era magrinha, novinha e falava baixo, bem mansinho. Disse que tinha vindo de caipira-pira-pora, igual na música que minha mãe ouvia. Seu nome era Roxana e agora trabalhava pra minha vó. Então nos anos seguintes o pequeno Casa, cada vez menos pequeno, montava no seu pégaso de ferro e vinha ver a cidade, a família, a Roxana...Ela tratava muito bem do casa, sempre muito paciente com suas perguntas e com sua mania de ficar reparando nos seus olhos verdes. Era estranho, mas a cada novo ano o pequeno casa sentia cada vez mais vontade de ver Roxana em vez de, sei lá, comer feijão (mesmo que ainda se divertisse com o barulho estridente dos peidos que soltava). E o pequeno Casa crescia e crescia, cada vez reparando menos nos olhos de Roxana pra reparar mais nela toda, por assim dizer.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Um dia a família Casanova resolveu mudar-se de uma vez pra cidade gra&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-5651743767153416819?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/5651743767153416819/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/06/roxana-empregadinha.html#comment-form' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/5651743767153416819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/5651743767153416819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/06/roxana-empregadinha.html' title='Roxana, A Empregadinha I'/><author><name>Casa Nova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04416466412180667669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_haKSBU87V-M/TB7jNPNdvBI/AAAAAAAAADU/EztGnNb_0KQ/s72-c/himezaki-reika-maid-cosplay-10.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-1553196707144233476</id><published>2010-05-25T03:14:00.003-03:00</published><updated>2010-06-03T14:46:04.216-03:00</updated><title type='text'>Circe, A Predadora II</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/S_tqnJy3bhI/AAAAAAAAALc/rRn0bv7Nva0/s1600/CXJGD00Z.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/S_tqnJy3bhI/AAAAAAAAALc/rRn0bv7Nva0/s320/CXJGD00Z.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Chegando em casa, a primeira coisa que fiz foi vasculhar o Orkut de Circe. Quem era ela, afinal? Com quem ela andava? Que lugares freqüentava? Não achei nada de comprometedor. Nem sequer um amigo em comum para perguntar. Vasculhando um pouco mais, vi um rosto familiar em seus amigos. Uma amiga lésbica de Lisa (lembram dela?) que eu conhecia de vista, mas não tinha intimidade nenhuma. Na primeira oportunidade que tive, pedi a Lisa para averiguar sobre Circe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Passado o domingo, na segunda-feira logo que acordo e entro no MSN, lá está Circe. Imediatamente ela vem falar comigo. Foi então que ao meio das minhas esquivadas, Circe começa a desferir um papo de psicólogo analista, tirando conclusões sobre minha pessoa a fim de me dominar. Eu fiquei absolutamente aterrorizado. Isto é algo que eu geralmente faço para enrolar as menininhas por aí. E lá estava Circe, me analisando com a mesma maestria que eu o faria. E o feitiço virou contra o feiticeiro...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Circe tentava quebrar minhas barreiras de todas as formas. Cada vez mais eu as endurecia e cada vez mais ela me pressionava. Era eu tomando do meu próprio remédio. Eu sabia exatamente o que ela estava fazendo, e isso me aterrorizada ainda mais. Que maluca é essa usando de psicologia pra me dominar?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Passei a segunda-feira inteira me defendendo e Circe atacando. A noite, por volta das 22hrs, recebo uma mensagem de um numero desconhecido em meu celular “ Quer dar uma volta pra conversar? Só podia ser ela, mas liguei para confirmar:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Quem é?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Ah, você sabe quem é.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Não, não sei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Aqui é a menina que você beijou no sábado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Sei. Mas neste sábado ou no sábado passado?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Ah. Pára de gracinha, Don Juan. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;E a ligação caiu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Logo em seguida recebo uma mensagem: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;“ E ae? Não quer dar uma volta”. Foi então que me vinguei de todas as mulheres do mundo e mandei a delicada mensagem:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;“ Desculpa, mas já estou de pijama”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fiquei rindo sozinho por meia-hora depois disso. Acho que nunca nenhum homem teve a audácia de falar isso para uma mulher.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;No dia seguinte, a mesma história no MSN. Na boca da noite, minha mãe me chama dizendo que havia uma menina na porta. Eu pensei que fosse uma outra garota que eu havia combinado de sair naquele dia, mas não, era Circe. Fui lá fora atendê-la, sem camisa, sem sapatos, trajando apenas minha bermuda, como fico de costume em casa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Circe me cumprimentou como se fosse me beijar na boca, mas fiz questão de virar a cara e oferecer apenas meu rosto. Na mesma hora ela fechou a cara. Me convidou então para entrar em seu carro para conversar. Usei minha semi-nudez como desculpa. Ficamos ali parados na frente de casa, encostados em seu carro. Ela se insinuando e me atacando, eu me defendendo e a rejeitando.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando Circe percebeu que eu não cederia, pegou seu carro e foi embora aborrecida. E eu entrei para dentro de casa, mais abalado do que parecia. Por mais frio que eu tratasse Circe, suas ofensivas me atacavam absurdamente. Como assim? Uma tremenda gostosona parada na frente de casa se oferecendo para mim e eu..., e eu...,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;negando fogo? Entrei em crise de identidade por isso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;E essa situação se estendeu pelo resto da semana. Circe me infernizava com todas as maneiras que conhecia me provocar, e além do estresse de ter que passar as tardes a confrontando, ainda me castigava o sentimento de omissão. Eu desejava Circe com os meus instintos mais primitivos, mas minha razão me impedia de investir sobre ela. É aquela velha história, homem tem duas cabeças, e inacreditavelmente, eu estava conseguindo fazer prevalecer a de cima.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Se existe algo que eu aprendi é o seguinte: Mulheres no geral não se oferecem desse jeito, pelo menos não para mim, já que não sou nenhum ator famoso. Até acontece da menina tomar a iniciativa, mas vai ser algo muito sutil, como foi com Graça. Quando se trata de uma mulher bonita então, esquece. Vai ser uma tremenda frescura que vai levar um bom tempo pra conseguir algo a mais. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;E quando a esmola é demais....&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;No sábado, encontrei com Lisa e ela me disse o que descobrira sobre Circe:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Eu falei com a minha amiga, que é lésbica. E ela disse que Circe também é lésbica, inclusive já tinha dado em cima dela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Pronto, estava solucionado o mistério. Era essa a peça que faltava no quebra- cabeça. Circe era lésbica, ou pelo menos bissexual. Isso explicava perfeitamente seu comportamento. Circe pensava como um homem, e agia como tal. Por mais aliviado que eu estivesse por descobrir a verdade, essa verdade não era tão agradável quanto parece.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Sim, assim como todos os homens, eu tenho essa fantasia de estar com duas garotas ao mesmo tempo, e Circe parecia ser o bilhete de entrada para este show. Mas por outro lado, eu sei muito bem do que um homem é capaz, e a possibilidade de Circe aprontar alguma sacanagem, novamente me colocou em estado de alerta. Vale lembrar que a melhor amiga de Brava tem um filho com um primo meu. Aqui em minha cidade, meu sobrenome é um grande atrativo para um possível golpe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Com as coisas começando a fazer sentido, eu poderia começar a dar atenção a Circe, mas não é tão simples quanto parece. Primeiro, eu não poderia entregar o jogo assim tão fácil. Logo agora que eu estava ganhando e ela estava aos meus pés, havia de pensar em algo para ter o que queria, mas sem me subjugar aos seus caprichos. Segundo, não sei explicar direito, mas falar ou pensar em Circe agora me causava pânico. De algum jeito, coloquei na minha cabeça que ela era sinônimo de problemas e não conseguia mais tirar. Talvez foi por isso que consegui resistir às suas tentações.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Na segunda-feira o inferno recomeçou. Circe faria inveja ao Diabo em forma de mulher que tentou Jesus no deserto. Agora estava claro que já não era mais um lance qualquer entre um homem e uma mulher e sim, uma briga de egos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;De um lado Circe, a lésbica gostosona que comia homens no café da manhã e não aceitava ser rejeitada. Do outro, Don Juan, o cafajeste e solteiro convicto, que não deixaria uma mulher o dominar apenas por prazeres carnais. Dois personagens mitológicos brincando de gata e rato.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Circe pegava pesado, e aquilo cada vez mais me convencia que eu estava a agir certo. Se alguns beijos já despertaram tamanha obsessão na garota, imagina que problemas sexo não causaria? Tornei-me duro e frio como um iceberg. E comecei a contra atacar sobre seu orgulho feminino ferido. Foi então que consegui que ela desistisse.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A paz novamente reinava em minha cabeça, só um pouquinho de remorso. Na quinta-feira à noite, Circe me liga:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Preciso entregar um trabalho de marketing pra faculdade. Você pode me ajudar, por favor?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Pra ser sincero, não sei por que aceitei. Talvez, eu estivesse gostando de ser assediado, talvez, ainda não me conformava em dispensá-la. Logo em seguida, Circe estava novamente na frente de casa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Eram 8 páginas de texto a ser lido, me encostei sobre seu carro, debaixo da pouca luz que o poste oferecia e comecei a ler. Pois bem, na hora de escrever meus comentários, ela me convenceu a entrar em seu carro para maior conforto. Dentro de seu carro não chegava luz, e logo ela subiu alguns quarteirões e parou num lugar mais iluminado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Eu falava secamente o que ela deveria abordar e Circe ia escrevendo. O trabalho era fácil, estava na cara que era um pretexto para me ver. De repente Circe pára e começa a ofegar:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Nossa, estou passando mal. Meu coração disparou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Minha presença causa esse efeito colateral nas mulheres. Há Há!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- É sério! Olha só!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Circe pegou minha mão e a colocou sobre seu coração, ou melhor, sobre o decote de seu tomara que caia. Ela apertou forte minha mão contra seus seios.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Está sentido? Estou com taquicardia. E ainda esfregou minha mão por seu pescoço.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;E o pior que o coração dela estava batendo rápido de verdade. Obviamente, eu com minha frieza a deixei nervosa a quase ter um infarto, pois uma garota de 20 e poucos anos não sofreria de problemas cardíacos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Dei-lhe um minuto para se recuperar e continuei a falar sobre seu trabalho. Assim que acabei, me despedi sem sequer um beijo no rosto, abri a porta do carro e fui embora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Eu não conseguia acreditar no que acabara de fazer, o volume em minhas calças também não. Deixei a menina chupando o dedo e fui pra casa de pau duro. Depois dessa, eu passaria por qualquer teste de fidelidade. Consegui escapar da fúria de uma mulher que não aceitava não resposta e como ela mesma disse, queria me consumir. Eu seria mais um homem a qual ela devoraria, em uma lista que incluía meninas também.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Circe continuou a me infernizar por mais algum tempo, mas com menos afinco, pois depois disso estava provada a minha resistência. Até que ela voltou a namorar e finalmente me esqueceu, pelo menos por ora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A culpa é dela!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;Agora que você leu a história, compartilhe sua opinião conosco ! Todo elogio e crítica é bem vindo. Seu comentário é muito importante para nós.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-1553196707144233476?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/1553196707144233476/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/05/circe-predadora-ii.html#comment-form' title='47 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/1553196707144233476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/1553196707144233476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/05/circe-predadora-ii.html' title='Circe, A Predadora II'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/S_tqnJy3bhI/AAAAAAAAALc/rRn0bv7Nva0/s72-c/CXJGD00Z.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>47</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-2210850961106153705</id><published>2010-05-21T03:33:00.002-03:00</published><updated>2010-05-21T03:38:09.833-03:00</updated><title type='text'>Circe, A Predadora I</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://goingconcern.com/_old/2010/01/20/dominatrix_.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://goingconcern.com/_old/2010/01/20/dominatrix_.jpg" width="165" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Estava eu no Bar de sempre, desta vez era o Marcelo Nova que se apresentaria, um péssimo show por sinal. Ali no fundo do bar, no fumódromo, esperando a banda começar, encontro uma conhecida minha, a qual já tinha tentado alguma coisa mas não obtive sucesso. Enquanto a cumprimentava, surge das sombras uma amiga que eu nunca tinha visto na vida. As duas eram espetaculares, minha conhecida que chamarei de Braba, era loira com um corpo fenomenal, e sua amiga, morena clara de cabelos negros, de corpo tão escultural quanto, &amp;nbsp;chamarei de Circe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eu, extasiado por tão belas companhias, fiquei ali perdendo meu tempo. Logo elas conseguiram uma mesa e me convidaram para acompanhá-las. &amp;nbsp;Fiquei ali sentado no meio das duas, me sentindo o rei da cocada preta. Eu não tinha intimidade nenhuma com Braba, nunca rolou sequer uma conversa mais pessoal, o papo com ela não fluía, talvez seja por isso que nunca consegui nada além do que sua educação. Mas Circe, à minha esquerda, mostrava que saberia dialogar comigo. E sendo assim, acabei deixando Braba em segundo plano e voltei minhas atenções todas a Circe, que era muito mais eloqüente e receptiva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A conversa foi seguindo neste ritmo, até que chegou um carinha todo boyzinho e veio junto de nós. Logo ficou claro que ele tinha algo com Braba, mas ela não estava muito preocupada com ele. As duas foram ao banheiro e sobrou eu e o tal rapaz na mesa, que ficou me pagando cerveja a noite inteira, tentando comprar minha amizade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Depois que saiu do banheiro, Circe foi cumprimentar um monte de gente no bar, muito estranho para quem nunca tinha estado ali antes. E ela perdeu vários minutos bajulando certas pessoas. Quando as duas voltaram à mesa, um papo estranho surgiu. Braba reclamava da postura dos homens em um relacionamento e Circe defendia que o homem devia ser submisso à mulher, pois a mulher saberia guiar com sabedoria o destino do casal. Estranho, não?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O sujeito que estava conosco, agora começava a se soltar e dizer algumas palavras também, o que só causava desinteresse em Braba, que &amp;nbsp;deixou a mesa e foi ver a banda. Fomos todos juntos. Logo em seguida, voltei para o fumódromo e Circe veio atrás. Peguei uma cerveja e ela não saia do meu lado. Toda aquela atenção que ela tinha dedicado a mim naquela noite só me levava a uma conclusão: Ela me quer! E foi com essas palavras que fiz minha ofensiva: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Viu, você quer?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Quer o que? Respondeu Circe, se fazendo de desentendida. E tasquei-lhe um beijo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um beijo razoável, pode-se assim dizer. Ultimamente eu tenho avaliado muito a qualidade dos beijos. Alguns beijos me têm feito perder qualquer futura intenção com a pretendida, enquanto outros fazem de uma garota que a princípio seria pouco interessante, um belíssimo passatempo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Pois bem, fiquei ali acompanhando Circe, ora ou outra, trocando alguns beijos. Eis que passa Graça (lembram dela?), acompanhada de um sujeito bem estranho. Cumprimentei-a. Constrangida, ela logo tratou de sumir de perto de mim. Circe seria também nesta noite, minha “vingança” pelo pé na bunda que tomei ( depois daquele evento, aconteceu mais coisas entre Graça e eu, mas isso fica pra outra história).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Tudo estava indo bem, eu feliz da vida pelo feito da noite até que Circe começa a agir estranhamente. Primeiro, ela saca uma máquina fotográfica de sua bolsa e começa a disparar várias fotos comigo, inclusive me beijando na boca. Para dois estranhos recém conhecidos isso é muito estranho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Depois, chega o rapaz que estava conosco, tristonho pela rejeição de Braba. Instantaneamente, Circe começa a bajular o rapaz e a mim também, para que eu não ficasse enciumado. O que passou pela minha cabeça? Essa menina é a falsidade em pessoa!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Depois disso eu “emburrei”. Como confiar em uma garota tão falsa? Passei a analisar e desconfiar de todos seus atos, principalmente do book que ela tirou comigo, que logo que a câmera caiu em minhas mãos fiz questão de apagar. Vale lembrar que eu tenho muitas inimizades nesse bar e minha fama é de galinha. Poderia ser uma cilada? Conheço histórias do tipo, inclusive.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Pois bem, me coloquei na defensiva até o fim da noite. Quando acabou a banda, Circe me ofereceu carona, e eu como estava sem carro fui obrigado a aceitar. Chamei Terere que estava lá para me acompanhar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fomos parar em uma praça que havia um carrinho de cachorro-quente. Puxei Terere de lado para perguntar se ele não notara nada de estranho em Circe. Ele nada relevou. Eu estava totalmente paranóico e para agravar, tive o desprazer de ser alvo de uma pomba. Realmente não era a minha noite, não mais como parecia ser no começo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Circe levou Braba a sua casa que era ali perto. Querendo me livrar dela o quanto antes a fim de obter mais informações antes de qualquer coisa, falei que Terere dormiria em minha casa. Mas não, Circe fez questão de cruzar a cidade duas vezes, uma para levá-lo e outra para minha casa. Eu realmente me senti seqüestrado. Seqüestrado por uma mulher bonita, e isso era o pior de tudo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Já estava amanhecendo e Circe parou o carro na esquina debaixo de minha casa e por lá ficamos um bom tempo. Usei o sono como desculpa para a minha “indisposição, mas ela acionou a alavanca do banco e o empurrou para trás, deixando-o quase que deitado eE sutilmente começou a me acariciar. Passou sua mão pelo meu rosto, pescoço, peito e barriga. Ah não, na barriga não. Minha barriga é meu ponto fraco, assim não vale. Não resisti e parti pra cima dela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Já a tinha beijado a noite inteira mesmo, o que acontecesse ali era lucro. E foi então que beijei seu rosto e seu pescoço. Circe estava com um tomara que caia muito convidativo e foi em direção ao seu peito. Quando comecei abaixar sua blusa, Circe me expeliu:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Você acha que vou te mostrar a mais bela parte do meu corpo assim tão fácil?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Obviamente que ela queria me provocar, quebrar as minhas defesas. Não cedi:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Ah não posso ver? &amp;nbsp;Tudo bem, então. E me reencostei de volta no banco.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Conversamos mais um pouco, a essa hora já era dia. A sorte é que os vidros do carro eram filmados. Voltei a passar a mão pelo decote de Circe e foi então que meu queixo caiu. Circe colocou as mãos em suas costas, desabotoou seu sutiã e o arremessou para o banco de trás. Achei que agora eu poderia acariciá-los, mas novamente ela não permitiu, e novamente eu me reencostei no banco.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Percebendo que eu não me entregaria a&amp;nbsp; suas vontades, novamente Circe me deixou pasmo:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Você quer mesmo ver? Então EU mostro!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;E foi então que Circe levantou toda sua blusa e começou a se exibir:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Olha meus mamilos rosinhas que bonitinhos! Eu tinha piercing neles, consegue ver o furo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Voei como um louco para cima deles, desta vez sem nenhum embargo e averigüei o furo com minha própria língua.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Depois de uma boa mamada, Circe continuou acariciando minha barriga enquanto eu me contorcia de tesão. Achei que dali, sua mão desceria para mais provocar, mas me enganei. Conversamos mais um pouco até que Circe foi embora e eu finalmente pude descansar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Chegando em casa, a primeira coisa que fiz foi vasculhar o Orkut de Circe. Quem era ela, afinal? Com quem ela andava? Que lugares freqüentava?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Agora que você leu a história, compartilhe sua opinião conosco ! Todo elogio e crítica é bem vindo. Seu comentário é muito importante para nós.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-2210850961106153705?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/2210850961106153705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/05/circe-predadora-i.html#comment-form' title='20 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/2210850961106153705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/2210850961106153705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/05/circe-predadora-i.html' title='Circe, A Predadora I'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>20</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-4191136398360700202</id><published>2010-05-13T00:11:00.004-03:00</published><updated>2010-05-21T03:36:40.916-03:00</updated><title type='text'>Marylu, A  Bem Resolvida II</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_haKSBU87V-M/S-tvHM08pdI/AAAAAAAAADM/2sCjgrYL3Zo/s1600/namoradeira+2.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470588341864670674" src="http://2.bp.blogspot.com/_haKSBU87V-M/S-tvHM08pdI/AAAAAAAAADM/2sCjgrYL3Zo/s200/namoradeira+2.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 200px; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 138px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CPAR%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;o:smarttagtype name="PersonName" namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;/span&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;            A&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;h, o que é uma mulher bem resolvida. Acabou-se aí cena de pudores, começou a de perseguição. Em close eu fitava seus fartos e magistralmente rijos seios, onde minha boca fazia longas tomadas e meus dentes se fechavam num leve &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;fade&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;. A mulata começou a perder a compostura e louca sussurrou confidências e desejos aos meus ouvidos. Ela queria mais, pedia por mais, num braile louco que só os amantes entendem. Mas em poucas horas chegaria a má e velha segunda-feira e Marylu teria que ir trabalhar, de maneira que desse filme ficamos apenas com o &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;trailer. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Depois de arrefecidos um pouco os ânimos (entendam daí o que quiserem) seguiu-se uma conversa que nunca havia tido com nenhuma garota. Muitas vezes, depois de certas liberalidades, as mulheres têm reações bem padronizadas. Algumas são tomadas por um sentimento de pseudo-pudor ou algum tipo de vergonha/culpa que beira o ridículo, quando lembramos que há bem poucos segundos todo aquele papo de “cristã arrependida” era precedido por um punhado de gemidos monossilábicos meio descompassados. Também tem aquela racional, que tenta explicar seu despudor com alguma justificativa neo-feminista; a manteguinha, que fica toda derretida suspirando como uma colegial apaixonada e a pior de todas, a hipócrita, que tem a pachorra de insinuar que fizeram o que fizeram por nossa culpa (olha só, nossa culpa? A culpa é dela!). Mas algo comum a todas é que elas planejam uma continuação num tempo muito abstrato, dependendo de “pode ser”, “talvez”, “depois que a gente”, etc. Quer dizer, a cidadã tem um néon na testa dizendo “ABERTO” mas insiste em botar um cartaz de “volto logo” na portinha do negócio? Quequéísso, horário de almoço? E aí, como é que fica? Pior que nessa hora não tem nem um Procon pra ajudar... E assim tinha sido até aquela noite, quando Marylu mostrou-me o mais digno, raro e exótico espécime de mulher bem resolvida:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Nossa, não sabia que você era assim tão intenso...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Pois é, é que&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Quando vamos sair de novo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Quando você p&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Eu conheço um motel maravilhoso. É limpinho, bonito e tem uns preços muito bons.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Beleza, ent&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Quinta, eu tou de folga à tarde, te pego e agente vai, pode ser?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;                     E assim aconteceu na tal quinta feira. Não tivemos que ir no cinema, nem no bar, nem fazer falsas juras, brincar de namoradinho nem nada disso. Marylu queria. Eu queria. Pronto. Simples, direto, honesto. Não teve rodeio, fingimento, não teve cu doce (olha que bonito), só o tesão bem (ou mal) resolvido de duas pessoas. Marylu apanhou-me em casa, levou-me diretamente pro motel e ainda deu um tíquete de desconto que imprimiu no site do estabelecimento. A tarde prometia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;                    E não é que o tal motel era bom mesmo? Mas não era nisso que eu estava interessado. Eu estava deslumbrado com a segurança de Marylu, com suas coxas de professora de educação física, com iminência de deitar-me com uma mulher negra, sorridente e lasciva. Foi algo sensacional. Nos descobrimos um ao outro. Eu na minha curiosidade pueril, explorando cada entalhe daquela escultura de ébano que se contorcia dengosamente nas minhas mãos, na minha boca, no meu cheiro, no meu ímpeto. Então sua languidez se fez em volúpia intensa. Marylu gemia escandalosamente, puxava os cabelos (os seus e os meus), arranhava a parede, arfava, mordia o travesseiro e ao final espreguiçava-se manhosamente: Marylu teve o seu primeiro orgasmo com penetração, contou-me, extenuada. Até então sempre precisara de uma mãozinha (com o perdão do trocadilho) mas naquela tarde eu, Casanova, consegui realizar uma fogosa mulata. E não foi uma vez só não, hein? Foi um orgasmo de duas vias porque, confesso, estava um pouco apreensivo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;                   Marylu não parava de me surpreender com sua maturidade. Além de oferecer-se pra rachar a conta do motel, foi totalmente compreensiva quando disse que meus fins de semana eram totalmente dedicados à minha família e aos meus amigos, que vêm quase todos de São Paulo. Qualquer outra mulher criaria empecilhos, exigiria algum tipo de acordo de exclusividade ou qualquer merda dessas. Mas não esta. Ela entendia meu tempo. E aceitava. Não à toa que passamos a nos ver pelo menos uma vez por semana (sempre, claro, nos horários promocionais do motel, com vale-desconto, hehe).Ela me ligava rapidamente, dizia que queria sair e pronto, a gente já sabia do que se tratava. Sem drama, sem melindres. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Uma das coisas que Marylu elogiou bastante foi a minha criatividade. Maldita mulher, além de tudo ainda sabia elogiar bem. Adoro quando falam bem das minhas idéias. Me estimula a ter mais, e foi o que fiz. Comecei a estudar o kama sutra e a conversar com algumas amigas minhas mais experimentadas, que me deram excelentes idéias. Então toda vez tinha novidade, prática bem gostosa de alguma teoria doida. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Uma vez eu resolvi usar a técnica ninja do halls preto. Apesar de ser uma técnica já bem difundida, ainda tem gente que não conhece, então arrisquei e acertei &lt;/span&gt;&lt;st1:personname productid="em cheio. A" st="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;em cheio. A&lt;/span&gt;&lt;/st1:personname&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt; técnica tirou a morena do sério e a mim também, mas por um motivo bem menos nobre. Pra quem estava com saudade do meu conteúdo pastelão, ei-lo. A técnica consiste em botar a pastilha na ponta da língua e a língua “onde a carne é bem mais macia” (nas palavras dos Raimundos). Mas como não sou (tão) cruel, resolvi quebrar o halls no meio, se não era judiar demais dela. Então mandei bala. A menina descabelou-se. Gemia desconcertada, abraçava meu rosto com suas coxas, segurava na borda da cama, girava para um lado, depois para outro, uma loucura. Eu acompanhava a todos os movimentos, não lhe dando um segundo para refazer-se. Quando a bala acabou, pulei pra cima dela, elétrico. Marylu pedia por força, implorava vigor desmedido, ao que atendi mui prontamente. Mas toda aquela chacoalhação fez-me notar uma coisa diferente, alarmante. Notei que durante minhas projeções algo sacudia perto de uma área muito, muito crítica. E quanto mais eu prosseguia, mais a tal coisa balangava. E a morena lá, louca, desesperada, querendo mais. Aí começou um tormento, entre tentar descobrir que diacho era aquilo pendurado lá atrás sem comprometer a movimentação com Marylu. Comecei a ficar desesperado. A mulher gemia de um lado, eu pensava de outro, não pára, não pára, que diacho é isso pendurado, vai, vai, eita que a concentração ta indo embora, com força, vai, ma não é possível será que eu dei uma cagadinha? Uma cagadinha???Aquilo foi um balde de água fria, felizmente metafórico, porque apesar de tudo ainda me mantive “funcional”. Mas aquela hipótese absurda estava me tirado do sério, dentro em breve a coisa ia degringolar e eu precisava descobrir se era isso mesmo. Não tinha jeito. Ainda mais com Marylu uivando, a beira de um orgasmo, eu não podia falhar, não naquela hora. Foi então que num movimento rapidíssimo, digno de Sr. Miaggi, descobri a verdade: era o outro pedaço do halls preto pendurado nos pelos do forevs. Tinha grudado ali na beirada do vale da morte quando eu me movimentei para acompanhar a frenesi de Marylu. Respirei aliviado. O dia estava salvo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ainda nos vimos mais algumas vezes, mas comecei a trabalhar e Marylu começou uma pós bem desgastante, então o afastamento foi natural. Porém nunca me esquecerei do dia &lt;/span&gt;&lt;st1:personname productid="em que Marylu" st="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;em que Marylu&lt;/span&gt;&lt;/st1:personname&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;, na biblioteca, com a chave inglesa, assassinou o compadre Conceito, convidando-me tão claramente a enterrar o dito cujo num quarto de motel. Senhores jurados, o veredicto é claro: a culpa é dela!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: verdana;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;Agora que você leu a história, compartilhe sua opinião conosco ! Todo elogio e crítica é bem vindo. Seu comentário é muito importante para nós.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-4191136398360700202?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/4191136398360700202/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/05/marylu-bem-resolvida-parte-2.html#comment-form' title='19 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/4191136398360700202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/4191136398360700202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/05/marylu-bem-resolvida-parte-2.html' title='Marylu, A  Bem Resolvida II'/><author><name>Casa Nova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04416466412180667669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_haKSBU87V-M/S-tvHM08pdI/AAAAAAAAADM/2sCjgrYL3Zo/s72-c/namoradeira+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>19</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-8636610849186440592</id><published>2010-05-05T01:06:00.007-03:00</published><updated>2010-05-21T03:35:35.343-03:00</updated><title type='text'>Marylu, A Bem Resolvida I</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;M&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;orreu. (Aí vocês me perguntam quem, de que, pobrezinho, ao que eu respondo que não faço a menor idéia, só sei que um bom texto, dizem, tem que ser assim mesmo, igual mulher inteligente, e prender logo pela primeira palavra, nem que tenha que ter um par gigante de parênteses pra justificar-se depois- igual mulher gostosa). Daí repito: morreu. Tombou estatelado no passeio público, moribundo, arfando, esganiçando seu último uunnnggggglllhhhh antes de esticar-se de vez. E assim faleceu Conceito, sobrenome Estético, filho do Hábito e da Falta de Vivência. Agora que eu já joguei o confete, deixa eu desenrolar essa serpentina.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Essa história é sobre uma coisa inédita nas minhas aventuras Hum...ok, talvez duas, pois além de bem resolvida, Marylu era uma &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;mu&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;lher de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;l&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;inhagem &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;fricana &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;t&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;esa e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;petitosa, abreviando, por pura comodidade, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;mulata&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;, pois longe de mim usar um termo fora do Politicamente Correto (logo eu, um rapaz respeitador, de bons modos, protetor das virtudes femininas, vejam só).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Pois era Marylu uma belíssima mulata, um biótipo (não raça, porque apesar de mulher bem resolvida, Marylu era Humana) que sempre me havia passado desapercebido por uma simples questão estética. Sempre fui completamente fascinado por mulher bem branquinha, com cabelos pretos e olhos verdes. Ou, como já foi exaustivamente citado nas histórias anteriores, uma ruiva, salpicada por sardas esparsas. Não sei, acho que algo nos traços mais arredondados, algo meramente estético, não sei, nunca uma mulata me havia chamado atenção. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Conhecia Marylou de longa data, desde os idos de 2000, ou algo que valha, quando trabalhamos juntos em uma colônia de férias. Ela era professora de educação física, muito animada, esbanjava sorrisos e piadas, emoldurados por coxas maciças, seios inspiradores (só eu sei) e uma bunda...uma bunda mulata, oras! Mas veja, mesmo observando e convivendo com suas belezas nunca me senti atraído por Marylou, do jeito que se formou uma amizade bem despretensiosa. Mas sou homem, e como todo típico representante desse gênero, sou uma lástima em manter contato com muita gente ao mesmo tempo, assim que quando acabou a colônia trocamos ainda um punhado de emails e a imagem simpática de Marylu foi soterrada pelo meu cotidiano. Ainda umas duas vezes a saudade apertou e retomei o contato, mas faculdade, trabalho e namoro são pior do que cachaça pra fazer alguém esquecer de outras coisas boas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Passaram-se os anos, girei mundo, tornei a terra de minha infância (fato que um dia discorrerei longamente aqui, pois de lá trouxe muitos causos nos bolsos) e girando um pouco mais voltei pra cá, terra de minha juventude. Quando você volta pra casa, depois de correr meio Brasil atrás de si, você pensa. Mais do que isso, você lembra. E deitado na minha velha cama, cúmplice fiel de vários dos meus crimes contra os bons costumes, lembrei. As mulheres que lá se deitaram, os amigos que tanta falta me faziam na minha ex-casa, os conselhos de meus pais, os velhos tempos. Foi assim que tirei Marylu das minhas reminiscências (e da minha caixa de emails). Então, depois de seis anos, reencontrei-me com a garota, que tinha um faro incrível para bons cappuccinos e um sorriso tão delicioso quanto a xícara quente que segurava. Principiou-se então o óbito do compadre Conceito. Marylu parecia diferente. Estava mais bela, mais simpática, mais esguia, mais mulata. Levantamo-nos e seguimos, ela com os braços nos meus, sorrindo. Foi então que sugeriu um cinema. O compadre agonizou. O filme? Não lembro, só sei que no fim da fita o compadre morreu, fulminado por uma rajada de beijos cálidos à queima-roupa. Mas o que picas eu estava fazendo? Crescendo, oras bolas! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;E no estacionamento eu já estava em plena puberdade. Mas Marylu era uma mulher de princípios tão rígidos quanto seus volumes por baixo de um tímido decote. Foi aí que habilmente lembrei-a do fato de que já nos conhecíamos muito bem, há anos. Ah, o que é uma mulher bem resolvida. Acabou-se aí cena de pudores, começou a de perseguição. Em close eu fitava seus fartos e magistralmente rijos seios, onde minha boca fazia longas tomadas e meus dentes se fechavam num leve &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;fade&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;. A mulata começou a perder a compostura e louca sussurrou confidências e desejos aos meus ouvidos. Ela queria mais, p&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-8636610849186440592?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/8636610849186440592/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/05/marylu-bem-resolvida.html#comment-form' title='26 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/8636610849186440592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/8636610849186440592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/05/marylu-bem-resolvida.html' title='Marylu, A Bem Resolvida I'/><author><name>Casa Nova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04416466412180667669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>26</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-4385041030891959578</id><published>2010-04-08T23:23:00.003-03:00</published><updated>2010-04-19T13:13:26.063-03:00</updated><title type='text'>Prazer, Don Juan e Casa Nova</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Bom galera, estou criando este tópico por quê reparei que de um tempo pra cá estão surgindo vários novos leitores e seguidores do blog, alguns comentam,outros não. E eu gostaria muito de saber da onde está vindo esse novo público.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Por favor, novos e antigos leitores, matem essa minha dúvida. Deixem um comentário dizendo como conheceu A Culpa é Dela!. Outros blogs? Google? Orkut? Identifique-se, mesmo que seja com um pseudônimo, só pra não constar um monte de anônimos , ok?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Agradeço a todos que se derem a este pequeno trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;------------------------------------------------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;PRAZER, CASANOVA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Não cheguei no blog pela setinha, mas pelo convite do grande colega de República Sr. Don Juan, que diante de situações no mínimo curiosas convidou-me a escrever no blog.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Acontece que sou, por vezes, um cara mais enrolado que final de novela da globo. Fui morar longe, estava namorando, trabalhando, num lugar com a internet tão rápida quanto o nosso sistema judiciário. Esse foi um começo para eu perder o hábito de escrever. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Outro fator foi a escassez de histórias, porque o grande, grande tesão é realmente mudar só o nome da menina, transcrevendo as situação mais mirabolantes que realmente vivemos. Inventar é fácil, foda é dar a cara à tapa, mesmo que esta cara tenha, pra muitos, uma máscara. Digo muitos porque algumas das "culpadas" também lêem o blog. Sim, muitas delas, porém lêem sobre as outras culpadas, porque essas que sabem do blog ainda não foram, na maioria, citadas aqui. Só que isso gera um problema: o blog é, numa metáfora tosca, um confessionário, onde eu me coloco também no paredão, confesso orgulho, luxúria (esta velha muleta) e tantos outras coisas que só algum mascarado tem o descaramento de fazer. O grande problema disso é que agora tenho que tomar mais cuidado com o que escrevo, pra não ferir esta ou aquela culpada, porque esse não é o intuito do blog. Isso me deu a desculpa perfeita pra fugir do meu confessionário, da minha terapia agridoce. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Mas se vocês realmente quisessem desculpas veriam a parte de política no jornal(e o horário político). Vocês querem história por isso já digo, Don, que a próxima fica por minha conta. Ela será postada assim que a marca destes coments passar de 40. Quero saber pra que olhos abrirei meu coração.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Até lá&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Casanova &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-4385041030891959578?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/4385041030891959578/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/04/prazer-don-juan.html#comment-form' title='47 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/4385041030891959578'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/4385041030891959578'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/04/prazer-don-juan.html' title='Prazer, Don Juan e Casa Nova'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>47</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-6369218132477288396</id><published>2010-03-12T04:04:00.000-03:00</published><updated>2010-03-12T04:04:12.782-03:00</updated><title type='text'>Albertina, A Mimada II</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/S5nnM6GdSMI/AAAAAAAAAJA/tcrbPYN4Xqk/s1600-h/viafreud-psicanalise-psicanalise-com-crianca-crianca-mimada-rebelde-manha-filhos-infancia.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="159" src="http://4.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/S5nnM6GdSMI/AAAAAAAAAJA/tcrbPYN4Xqk/s200/viafreud-psicanalise-psicanalise-com-crianca-crianca-mimada-rebelde-manha-filhos-infancia.jpg" vt="true" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: verdana;"&gt;Na sexta-feira, lá estou eu de novo no bar, e eis que Albertina surge no fumódromo a me procurar. Seu ímpeto inicial foi o de me agarrar, mas eu habilmente me livrei de suas garras. Eu poderia sorrateiramente evitar sua presença durante a noite e esperar que ela percebesse que o churrasco aqui acabou, mas em consideração a minha amiga, tive a catastrófica idéia de conversar com ela e deixar bem claro que não haveria mais nada entre nós.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não cronometrei ao certo, mas creio ter sido 1 hora de sofrimento só nesta conversa com Albertina. A princípio, eu justificava o “rompimento” pelas nossas diferenças e Albertina inventava mil soluções inviáveis para eles. Fui aos poucos derrubando todas essas soluções, da maneira mais gentil possível, para não criar ressentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O semblante de Albertina foi se entristecendo gradativamente, até que quando todas suas desculpas e artimanhas de persuadir foram vencidas, ela saiu correndo chorar num canto do bar, aonde foi acolhida pelos funcionários. Eu não acreditei quando vi aquela cena, o dono do bar consolando Albertina e o garçom me perguntando se nós estávamos namorando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei junto dela tentando a consolar, é extremamente constrangedor para um homem ver uma mulher chorar por sua causa, ainda mais ali no meio de todos e por um motivo tão ridículo. Peguei Albertina pelo braço e a levei para junto de suas amigas, as quais pedi que cuidassem dela, pois eu não fazia a menor idéia do que fazer para consertar essa situação. Quando resolvi usar do cavalheirismo, a situação se complicou de uma maneira que um cafajeste nunca viu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo depois, volta Albertina para me importunar:&lt;br /&gt;- Você sabe que eu não preciso disso, né?&lt;br /&gt;- Então por que está fazendo todo esse drama? E ela saiu correndo em direção às amigas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achei que não teria mais problemas, pelo menos não vindo de Albertina, de minha amiga talvez, e fui curtir minha noite. Então, me deparo com duas garotas desconhecidas lindas, uma loira e uma morena e lá fui me apresentar a elas. De repente, quando olha para o lado, vejo Albertina parada, me olhando com um sorriso amarelo no rosto. Ela sentiu o meu constrangimento e para tentar se inteirar na conversa, foi lá se apresentar às duas garotas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus olhos não acreditavam no que viam, depois de todo aquele drama, de todo o tempo que perdi conversando, de todas aquelas lágrimas, ela ainda teve a coragem de vir boicotar a minha paquera? Foi demais para mim. Enquanto Albertina cumprimentava a segunda garota, imediatamente virei as costas e fui para o fumódromo, possesso de raiva, como não poderia ser diferente. Quando olho para trás, lá está Albertina chorando novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ali no fumódromo, resolvi me acertar com uma loirinha que beijo com uma certa freqüência, quando ela está presente ali o bar. Logo do meu lado, vendo a agarração minha com a loirinha, estava uma conhecida que eu tinha flertado logo no começo da noite. Lembram da história “Ninguém é de ninguém”? Pois bem, essa conhecida é irmã da protagonista daquela história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que larguei a loirinha, fui para o meio do bar, e me deparo com essa conhecida, que me puxa pelo braço num gesto sensual e então eu a beijo. Um beijo rápido, menos de 1 minuto, pois ela sai correndo de minha presença, não sei por qual motivo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim a noite se encerrou sem mais nenhum acontecimento relevante e eu fui embora. Depois, como eu previa, minha amiga veio bronquear comigo, e fiquei sabendo que a irmã conhecida fez questão de intimar Albertina ao ir embora, que deve ter se derretido em lágrimas como de costuma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A culpa é dela, ou delas, sei lá...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;Agora que você leu a história, compartilhe sua opinião conosco ! Todo elogio e crítica é bem vindo. Seu comentário é muito importante para nós.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-6369218132477288396?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/6369218132477288396/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/03/albertina-mimada-ii.html#comment-form' title='29 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/6369218132477288396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/6369218132477288396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/03/albertina-mimada-ii.html' title='Albertina, A Mimada II'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/S5nnM6GdSMI/AAAAAAAAAJA/tcrbPYN4Xqk/s72-c/viafreud-psicanalise-psicanalise-com-crianca-crianca-mimada-rebelde-manha-filhos-infancia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>29</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-8061125834950844768</id><published>2010-03-08T12:35:00.000-03:00</published><updated>2010-03-08T12:35:40.169-03:00</updated><title type='text'>Parabéns a todas vocês</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/S5UZNCAyXSI/AAAAAAAAAI4/Wfax6NazE7E/s1600-h/070131_understand_women.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="223" kt="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/S5UZNCAyXSI/AAAAAAAAAI4/Wfax6NazE7E/s400/070131_understand_women.gif" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: verdana;"&gt;Bem, não vou fazer nenhum discurso demagogo, mas hoje , 8 de março, queria deixar aqui esse tópico como homenagem a todas leitoras do blog e a todas as mulheres, que me dão tanto prazer e dor de cabeça, e&amp;nbsp;tornam&amp;nbsp;minha vida muito mais interessante de se viver.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Beijos do Don Juan&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;(Logo eu termino a história)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-8061125834950844768?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/8061125834950844768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/03/parabens-todas-voces.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/8061125834950844768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/8061125834950844768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/03/parabens-todas-voces.html' title='Parabéns a todas vocês'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/S5UZNCAyXSI/AAAAAAAAAI4/Wfax6NazE7E/s72-c/070131_understand_women.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-3919527805931302163</id><published>2010-02-20T05:49:00.001-02:00</published><updated>2010-02-20T16:24:07.080-02:00</updated><title type='text'>Albertina, A Mimada I</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/S3-UAhq2LRI/AAAAAAAAAIk/YZsq-DwELP4/s1600-h/mimada.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="172" src="http://2.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/S3-UAhq2LRI/AAAAAAAAAIk/YZsq-DwELP4/s200/mimada.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Tenho uma amiga do colégio que ás vezes aparece no bar que freqüento, e numa dessas vezes, apareceu acompanhada de uma amiga, que gostou de mim e vice-versa, mas isso eu só fiquei sabendo depois. Albertina era mineira, e em Minas estudava medicina na mesma faculdade que essa minha amiga, e eventualmente vinha para São Paulo com ela.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Pois bem, conheci Albertina numa certa noite, houve uma empatia entre nós dois e só na próxima vez que encontrei essa minha amiga, a qual chamarei de Tábata, foi que ela me disse que Albertina havia simpatizado comigo mais do que eu imaginava e fui recíproco na intenção. Até que então, meses depois, Tábata me avisa que Albertina estava na cidade e que eu poderia “conhecê-la” melhor.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&amp;nbsp;Acontece que eu provavelmente estava bêbado no dia e tanto tempo depois nem me lembrava direito da menina, só sabia seu nome, pois Tábata sempre falava dela e que eu havia gostado da menina, o que &amp;nbsp;não quer dizer muita coisa,pois em certas ocasiões meu grau de seletividade é quase nulo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Tábata marcou um barzinho com várias amigas, e lá fui eu “traçar” Albertina, única e exclusivamente. Encontrei-as num posto perto de casa e lá fomos ao barzinho. Assim que entrei no carro, lá estava Albertina, minha primeira reação foi de surpresa, pois não lembrava nem um pouco de sua fisionomia, aliás, ela não era bonita como eu esperava que fosse para passar tanto tempo esperando sua volta. Não sabia por que quis ficar com ela naquele dia, ela deveria ser muito simpática, só podia ser, por que naquele momento a atração física era zero.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Aqui em minha cidade tem uma rua com alguns barzinhos requintados, e lá fomos nós. Ao descer do carro, na frente de um desses bares, avistei um grupo de amigas minhas e de Tábata também. Tábata já ia entrando no bar quando lhe impedi. Dessas quatro amigas, eu já havia ficado com duas, inclusive com uma a pouquíssimo tempo, não seria próprio ir lá para que eu ficasse com Albertina. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Fomos então para outro barzinho. Sentei-me ao lado de Albertina para que ela pudesse me seduzir, pois não seria eu quem o faria. Ora participando da conversa da mesa, ora testando as qualidades de Albertina, cheguei à conclusão que ela era muito simpática de fato, mas não tinha nenhuma característica psicológica que me atraía, serviria como uma boa amiga, nada mais que isso.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Eu morria de fome e sugeri que uma pizza fosse pedida, óbvio que não comeria uma pizza sozinho e perguntei sobre o paladar de todas para que todos se servissem. Na hora de pedir, Tábata pediu minha comanda para marcar a pizza, que não era nada barata. Perguntei se ela não queria marcar na dela para que depois todos rachássemos a conta, mas sua resposta foi: - Se você quer filé mignon, deve prestar um ato de cavalheirismo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Tive que me segurar muito, primeiro para não rir da pérola, segundo para não lhe explicar que o filé mignon da história era eu, e terceiro que não é do meu feitio conquistar mulher com dinheiro, ainda mais quando mais quatro pessoas comeriam além de Albertina, que eu não fazia a menor questão de beijar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Logo depois da pizza, uma das meninas diz que vai lá fora fumar um cigarro e estranhamente todas as outras se levantam e vão com ela, sobrando somente eu e Albertina na mesa. Eu não ficaria espontaneamente com ela, mas sob essa situação as coisas mudaram de figura, colocaram a bola na marca do pênalti para eu chutar, e depois de tanta expectativa, o Romário aqui não poderia desapontar a torcida. Foi então que a beijei.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Albertina até que beijava bem, e logo em seguida foi muito carinhosa, o que tornou a noite agradável, pois há tempos eu não recebia um dengo. Fui embora no carro de Tábata, aos amassos no banco de trás com Albertina.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Uma semana se passou, eu fui viajar e Albertina também. Até que numa quarta-feira, voltei a encontrar Albertina, desta vez no bar de sempre. Não havia muita gente no bar, e a maioria eram homens, resolvi então repetir a dose com Albertina, e foi aí que meus problemas começaram. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Fiquei ali conversando com ela, até que ela me agarrou. Albertina era grande, da minha altura e de ossos largos, no melhor estilo matriarca mineira, e mesmo se eu quisesse, não teria forças para me soltar de seus braços. Beijei-a por alguns instantes, até que pedi uma cerveja e acendi um cigarro para acompanhar. Albertina já olhou com cara feia. No segundo cigarro da mesma cerveja, ela começou a implicar com o mesmo. Da maneira mais educada que conheço, tentei explicar a Albertina que eu não ficaria sem meu cigarro. Até que ela me pressionou:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;- Você prefere o cigarro a ficar comigo?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;- Não faça essa pergunta que você não vai gostar da resposta!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Após mais encheção de saco, agora com a intervenção de Tábata, resolvi ceder e combinei que ficaria até 3:30h sem fumar e coloquei meu maço na bolsa de Albertina. Logo em seguida, querendo ser recompensado pelo meu ato de benevolência, convidei Albertina para ir para o carro de Tábata e ela não hesitou nem por um minuto. Peguei a chave com Tábata, pagamos a conta e lá fomos nós.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Surpreendi-me com a facilidade que Albertina cedeu, ela que outrora era um filé mignon, uma médica de tradicional família rica mineira, agora era como todas as sirigaitas que iam comigo para o carro. Pensando bem, até sirigaitas fazem um certo charme antes de ceder.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Acho que Albertina não sabia direito o motivo pelo qual se saia do bar para ir para o carro. Lá dentro, quando começou a putaria, ela se acanhou pelo fato de estar num carro estacionado na rua e o máximo que aconteceu foi que recebi uma felação.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Voltamos para o bar, esperando a hora de ir embora, até uma das amigas quis ir até um posto junto de uns caras que não simpatizo para fazer um lanche noturno. Nisso já eram 4 da manhã e Albertina não devolvera meu maço. O povo todo foi comer e eu fiquei no carro com Albertina, cobrando meu maço e recebendo carícias intimas como suborno.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Agora Albertina inventara que o trato era até 4:30h e que não devolveria meu cigarro até então pois faltavam 15 minutos. Foi então que comecei a me estressar com a situação, era hora de mostrar quem é o filé mignon.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Abri a porta do carro, saí e fui até o posto comprar outro maço, deixando Albertina abandonada por lá. Ela tentou agarrar meu braço para que eu não fosse, mas desta vez não houve quem me impedisse. Quando eu estava no caixa pagando, Albertina surge com uma cara de arrependida pedindo desculpas. Eu já de saco cheio, aceitei as desculpas para evitar mais discussão, porém fui lá fora fumar meu cigarro. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Fui ao carro pegar meu isqueiro e me deparo com meus cigarros picados em dezenas de pedaços no chão. Pronto, era só o que eu precisava para dar um belo pé sem remorso algum. Albertina implorou perdão pelos cigarros, agora eu entendi por que ela estava tão arrependida, eu ignorei o fato para não criar mais problemas e acendi meu amado Marlborão. &amp;nbsp;Albertina indignou-se quando o acendi em sua frente e me deixou, logo depois ela volta arrependida novamente me oferecendo um sorvete. Acendi mais um e dessa vez ela ficou ao meu lado conversando, vendo que ela não tinha poder nenhum sobre mim. O povo voltou e fui para casa abraçado com Albertina, fingindo que estava tudo bem pelo pavor em gerar mais aporrinhação naquela noite.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Continua....&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;Agora que você leu a história, compartilhe sua opinião conosco ! Todo elogio e crítica é bem vindo. Seu comentário é muito importante para nós.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-3919527805931302163?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/3919527805931302163/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/02/albertina-mimada-i.html#comment-form' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/3919527805931302163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/3919527805931302163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2010/02/albertina-mimada-i.html' title='Albertina, A Mimada I'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/S3-UAhq2LRI/AAAAAAAAAIk/YZsq-DwELP4/s72-c/mimada.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-6247074180938130821</id><published>2009-12-23T04:06:00.000-02:00</published><updated>2009-12-23T04:06:51.136-02:00</updated><title type='text'>Graça, A Carismática</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SzGzJaeDoVI/AAAAAAAAAIc/S6VwJlel7rk/s1600-h/elaine_benes039.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SzGzJaeDoVI/AAAAAAAAAIc/S6VwJlel7rk/s200/elaine_benes039.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Um belo dia surge em meu Orkut uma garota dizendo que já tinha me visto no bar que freqüento. Eu sabia quem era, inclusive já havia notado que ela me olhava demais. Como ela ia lá muito de vez em quando, ainda não tinha tido a oportunidade ideal de puxar papo. Aceitei ela no orkut, trocamos MSN e começamos a nos conhecer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Graça não era bonita, mas também não era feia. Baixinha, um pouco acima do peso, e seu rosto não tinha nada que chamasse a atenção. Uma menina absolutamente mediana. Todo dia ela me chamava no MSN, mesmo por que estava sempre offline, o que tornaria impossível que eu a chamasse e dia após dia, fui descobrindo um pouco sobre ela.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Graça morava em outra cidade, há 30 minutos daqui, 2 anos mais velhas que eu, era professora e estava concluindo seu mestrado. Ela era bem eclética, mas tinha preferência por Rock Pesado e Forró ao mesmo tempo. Eu já imaginava que ela queria ficar comigo desde o momento que me procurou no Orkut. Qual seria o outro motivo para falar com um desconhecido com cara de louco? Fui então levando a situação pelo MSN apenas para garantir mais um gol para o placar assim que ela aparecesse no bar de novo e assim se fez.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Num sábado chuvoso ela apareceu com as amigas no Elvis Cover e fui lá falar com ela pessoalmente pela primeira vez. A princípio me desapontei um pouco com sua aparência, pois não havia nenhuma qualidade física que justificasse eu ficar com ela, nem peito, nem bunda, nem rosto, nem olhos claros, nem nada. Mas como a menina era boa de papo e eu já estava investindo meu tempo nela há 2 semanas resolvi prosseguir com o plano.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Fiquei uns 20 minutos conversando com ela sem nenhuma ofensiva. Sabendo que o jogo já estava ganho não havia por quê se afobar. Pedi licença e fui lá pro fundo do bar, no fumodromo. Sentei-me à mesa com as minhas amigas de bar e fiquei por lá. Minhas amigas então aparecem com uma morena linda que haviam conhecido no banheiro (eu queria entender como mulher consegue fazer amizade no banheiro, qualquer intimidade num banheiro masculino já é motivo de estranheza), a morena não parava de me secar um minuto e eu já cogitava mudar os planos da noite.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Antes que eu mudasse de idéia, Graça aparece com sua amiga no fumodromo e senta na mesa ao lado. Como nenhuma das duas fumam, obviamente elas estavam ali por minha causa. Sentei-me a mesa com elas, logo em seguida a amiga se mandou e eu fiquei a sós com Graça. Foi só beijar!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ficamos ali no fundo do bar praticamente até o fim da noite, conversando muito mais que beijando. Graça era uma menina com a qual eu conseguia conversar de verdade, conversávamos sobre diversos assuntos, nada de “Vai Chover!” e silêncios chatos. Outra coisa que me chamou muito a atenção foi sua simpatia e bom humor. Graça estava sempre com um sorriso nos lábios fazendo piada de alguma coisa. O beijo não tinha sido grandes coisas, mas sua companhia compensava e muito.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A banda acabou, Graça se despediu e foi embora para sua cidade e eu voltei para casa espantado com graça da menina que praticamente se jogou em meus braços. É muito fácil me seduzir pela cabeça de baixo, mas pela de cima o negócio já fica bem complicado, e Graça não permitira uma mão boba sequer.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Passei mais 2 semanas com Graça vindo me chamar no MSN até voltar a vê-la no bar, num sábado que tocaria Pink Floyd. Nesta semana eu estava bem solitário, pois meus amigos haviam viajado para acampar no feriado prolongado e eu fiquei. Até hoje eu não sei o que aconteceu, pois eu fui lá já sabendo que passaria a noite inteira com Graça, já que ninguém que eu tinha mais amizade iria lá. Não sei se era carência afetiva que foquei nela por ter mais intimidade que geralmente tenho com as outras meninas ou se Graça realmente conseguiu me fisgar. Resultado: passei a noite inteira abraçado com ela e por incrível que pareça eu estava adorando aquilo. Como eu ainda estava sem carro, Graça me levou até minha casa ao fim do show, mas a presença de sua amiga impediu qualquer tentativa de esquentar as coisas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Depois disso tudo mudou, Graça passou do posto de simples ficante para o de namorada em potencial. Passei a tratá-la com muito mais calor que antes, ligando para ela todos os dias. No começo ela dizia que gostava dessa atenção, até que começou a rejeitar minha insistência quando no final de semana eu implorava para que ela viesse até minha cidade. &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Antes mesmo que eu manifestasse qualquer intenção de compromisso, Graça já começou a dizer que não queria nada sério no momento. Eu disfarçava dizendo que também não queria, mas na verdade eu estava louco para passar momentos de romance junto de Graça, eu sonhava com ela. Uma coisa engraçada, às vezes quando eu pensava nela a janelinha de seu MSN abria aqui me chamando, parecia telepatia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A minha insistência, somada ao descaso de Graça, criou uma situação de desconforto. Eram vontades distintas que não poderiam ser conciliadas. Foram 3 semanas até que eu voltasse a ver Graça, desta vez no forró.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Como eu não gosto de forró, eu só poderia ter ido lá para vê-la, mas ela insistia que queria ficar ali para curtir a música. Consegui arrastá-la para fora do bar, a fim de ter mais privacidade nas ruas desertas ao redor. Ali ela deixou claro que estava mais interessada no forró do que em meus abraços. Voltamos para o bar, fomos lá pro fundo, onde tudo começou, e lá, em tom de brincadeira, ela disse que não queria mais meu afeto. O tom era de brincadeira, mas ela falava a verdade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Eu estava confuso, primeiro, por não saber se realmente eu estava apaixonado, depois, a defesa do mestrado de Graça seria em 3 dias e ela estava notavelmente estressada. Na segunda ela foi grossa como nunca antes, Graça nunca foi meiga, sempre falava o que devia ser falado, mas desta vez foi chato.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Na terça não nos falamos, mas eu estava planejando ir até outra cidade só pra assistir sua defesa de mestrado. Gostaria muito de estar presente nessa data que era importante para ela, mesmo sabendo que ela poderia repudiar minha presença ali. A sorte (ou azar) é que minha insônia resolveu atacar justo nessa noite, sendo assim, fui dormir depois que o sol já surgira e não consegui acordar a tempo de vê-la.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;No mesmo dia ela surgiu bem estranha no MSN, fria, com uns assuntos sem sentido e depois confirmou que de fato era o fim.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A culpa é dela! (Dessa vez eu tentei hein??)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;PS. Creio que a saga da Donna Juana não vai ter continuação!&lt;/b&gt;!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;b&gt;Agora que você leu a história, compartilhe sua opinião conosco ! Todo elogio e crítica é bem vindo. Seu comentário é muito importante para nós.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-6247074180938130821?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/6247074180938130821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/12/graca-carismatica.html#comment-form' title='33 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/6247074180938130821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/6247074180938130821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/12/graca-carismatica.html' title='Graça, A Carismática'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SzGzJaeDoVI/AAAAAAAAAIc/S6VwJlel7rk/s72-c/elaine_benes039.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>33</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-2532953620728485194</id><published>2009-12-10T02:38:00.002-02:00</published><updated>2009-12-10T02:38:45.268-02:00</updated><title type='text'>O desabafo do Don Juan</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Acho que pelo texto anterior deu pra perceber que meu caso é psiquiátrico. Vou fazer alguns relatos que eu faria a um terapeuta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Eu sempre quis ser um Don Juan, e me esforcei tanto que acho que consegui. Minhas habilidades com as mulheres nunca foram tão grandes, dificilmente não consigo beijar um mulher solteira que fique ao meu lado por mais de 10 minutos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Acho que o principal motivo é a minha flexibilidade, ter uma roupa ideal para cada ocasião, dominar vários assuntos de forma que a cada menina eu me apresento de um jeito. Do palhaço ao intelectual, passando pelo porra-louca e pelo sedutor. São todas características minhas, mas sei enfatizá-las no momento certo. E para cada momento, eu tenho uma técnica ideal.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Outra coisa é aprender a ler linguagem corporal, dizem os especialistas que mais da metade da nossa comunicação é não verbal. O corpo mostra todo o interesse em estar ao lado de outra pessoa e saber ler esses sinais é fundamental.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mas nem tudo são flores. Quando se tem muitas mulheres a sua disposição, torna-se um martírio pensar em passar um final de semana com apenas uma. Fiquei muito exigente, procuro agora as qualidades de todas em uma só, e mesmo sabendo que nunca encontrarei, continuo procurando. Nenhum defeito é aceitável para uma possível namorada, tem que ser bonita, inteligente, estudada, gostar de rock, bem humorada, beijar bem, beber, fumar ou não se importar com o cigarro e de preferência ainda branquinha de olho claro. Alguém conhece uma garota assim?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Chega até a ser constrangedor, estar com uma menina e ter que lembrar o nome dela antes de falar alguma coisa, pois são tantas que pra confundir não custa muito. Dificilmente eu fico duas ou mais vezes com a mesma garota. Enquanto passar o fim de semana compromissado é um martírio, passar a semana sozinho sem ter alguém pra ligar ou pegar um cinema também é. É um grande dilema.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Com as poucas meninas que dou uma segunda chance, nunca consigo estabelecer algo maior, a Donna Juana é um exemplo disso. Eu sempre fico pensando se a garota é boa o suficiente para estar me privando de ficar com outras. E depois, quando não dá certo, a frustração do fracasso abala a minha auto-estima. Como assim? Eu posso ter todas aos meus pés e ela não me quer?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ser um Don Juan é muito excitante, mas não é nada saudável. Penso que posso chegar aos 50 anos e ser um daqueles tiozões que ficam paquerando as mocinhas de 20 dentro de seu carro conversível. A minha beleza está com os dias contados, logo virão as rugas e irão os cabelos. O que será do Tio Don Juan em 2020?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;b&gt;Agora que você leu o texto, compartilhe sua opinião conosco ! Todo elogio e crítica é bem vindo. Seu comentário é muito importante para nós.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-2532953620728485194?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/2532953620728485194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/12/o-desabafo-do-don-juan.html#comment-form' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/2532953620728485194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/2532953620728485194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/12/o-desabafo-do-don-juan.html' title='O desabafo do Don Juan'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-7582183368978626445</id><published>2009-11-20T17:36:00.000-02:00</published><updated>2009-11-20T17:36:36.640-02:00</updated><title type='text'>A Síndrome de Don Juan</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: verdana;"&gt;Bom, estava eu averiguando sobre o blog no Google e me deparo com esse texto, deixarei que vocês tirem suas próprias conclusões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: Ballone GJ, Moura EC - Síndrome de Don Juan e "Ficar com" - in. PsiqWeb, Internet, disponível em www.psiqweb.med.br, revisto em 2008.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;O donjuanismo representa um protótipo particular de comportamento humano, classificada particularmente pelos valores culturais e morais. Não existe essa denominação no CID.10 ou DSM.IV, mas isso não significa, absolutamente, que por isso pessoas assim deixam de existir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Independente das interpretações psicanalíticas sobre o filme Dom Juan de Marco, interessa aqui apenas caracterizar um tipo de conduta atual; a inclinação que as pessoas têm para liberdade sexual explícita. A característica principal do que se pode chamar hoje de donjuanismo, seria uma forte compulsão para sedução, entretanto essa característica não é isolada nem única na personalidade da pessoa, também não é exclusiva do sexo masculino.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Descreve-se o donjuanismo como uma personalidade que necessita seduzir o tempo todo, que aparentemente se enamora da pessoa difícil mas, uma vez conquistada, a abandona por desinteresse. As pessoas com esse traço não conseguem ficar apegados a uma pessoa determinada, partindo logo em busca de novas conquistas. Elas são os anarquistas do amor (Sapetti), tornando válidos quaisquer meios para conquistar, não obstante, os sentimentos da outra pessoa não são levados em consideração. Aliás, Foucault enfatiza essa questão ao dizer que Don Juan arrebenta com as duas grandes regras da civilização ocidental, a lei da aliança e a lei do desejo fiel.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Em psiquiatria clínica, entretanto, o desprezo para com o sentimento alheio pode ser critério para caracterizar uma atitude sociopática ou anti-social. Para o donjuan só interessa o hedonismo, o instante do prazer e o triunfo sobre sua conquista, principalmente quando a pessoa de seu interesse tem uma situação civil proibida (casada, freira, irmã ou filha de amigo, etc ou os correspondentes masculinos). Sobre essa característica o escritor Carlos Fuentes, alega ao seu Don Juan a frase: "Porque nenhuma mulher me interessa se não tiver um amante, marido, confessor ou Deus, ao qual pertença ...".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Normalmente essas pessoas ignoram a decência e a virtude moral mas seu papel social tenta mostrar o contrário; são eminentemente sedutores. O aspecto de desafio mobiliza o donjuan, fazendo com que a conquista amorosa tenha ares de esporte e competição, muitas vezes convidando amigos para apostas sobre sua competência em conquistar essa ou aquela mulher. Não é raros que esses conquistadores tragam listas e relações das mulheres conquistadas, tal como um troféu de caça.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;O narcisismo (traço feminóide) dessas pessoas é uma das características mais marcantes, a ponto delas amarem muito mais a si mesmas que a qualquer outra pessoa conquistada. Outros autores acham o donjuanismo um excesso do complexo de Édipo, ou fixação na mãe, já que muitos deles não constituem família com nenhuma de suas conquistas e acabam vivendo para sempre com suas mães.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Nos casos mais sérios a inclinação à sedução pode adquirir caráter de verdadeira compulsão, tal como acontece no jogo patológico. De certa forma, apesar dessa conquista compulsiva servir-lhe para melhorar sua sensação de segurança e auto-estima, uma vez possuído o que desejava, já não o deseja mais. Em alguns casos o donjuan começa a se desestimular com a conquista quando percebe que a pessoa conquistada já está apaixonada por ele. Pode até nem haver necessidade do ato sexual a partir do momento em que ele percebe que a pessoa aceita e deseja o sexo com ele. Por outro lado, se a pessoa a ser conquistada é indiferente ou não cede à sedução, o donjuan se torna mais obstinado ainda.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Não será totalmente lícito dizer, como dizem alguns, que o donjuan se diverte com o sofrimento alheio. Na realidade parece mais que seja insensível ao sentimento alheio do que tenha prazer com ele. De fato, parece que eles não experimentam com o amor o mesmo tipo de sentimento que as demais pessoas. O amor neles é um sentimento fugaz, passageiro e que, continuadamente, tem o objeto-alvo renovado. Se algum déficit pode ser apurado na personalidade do donjuan, este se dá no controle da vontade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Apesar dessa compulsão à sedução, isso não significa que a pessoa portadora de donjuanismo seja, obrigatoriamente, mais viril ou mais ativo sexualmente. Esse quadro não deve ser confundido com a Atividade Sexual Compulsiva onde, aí sim há hipersexualidade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Portanto, a contínua sedução do donjuan nem sempre se dá às custas de um desempenho sexual excepcional mas sim, devido à habilidade em oferecer às pessoas a serem seduzidas, tudo aquilo que elas mais estão querendo. Nesse sentido, todos eles são sempre muito inconstantes, desempenham papeis sociais sempre teatrais e exclusivamente dirigidos à satisfação de suas conquistas, por isso fazem sempre o tipo "príncipe encantado", tão cultuado pelo público feminino. As pessoas sedutoras têm habilidade em perceber rapidamente os gostos e franquezas de suas vítimas e são igualmente rápidos em atender as mais diversas expectativas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Há quem considere como uma das características fundamentais da personalidade do donjuan uma acentuada imaturidade afetiva. O aspecto volúvel e responsável pela constante troca de relacionamento pode ser indício dessa imaturidade afetiva e indica, sobretudo, uma completa carência de responsabilidade ou medo de assumir os compromissos normais das pessoas maduras (casamento, família, filhos, etc...).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;b&gt;Agora que você leu&amp;nbsp;o texto, compartilhe sua opinião conosco ! Todo elogio e crítica é bem vindo. Seu comentário é muito importante para nós.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-7582183368978626445?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.psiqweb.med.br/site/?area=NO/LerNoticia&amp;idNoticia=172' title='A Síndrome de Don Juan'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/7582183368978626445/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/11/sindrome-de-don-juan.html#comment-form' title='18 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/7582183368978626445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/7582183368978626445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/11/sindrome-de-don-juan.html' title='A Síndrome de Don Juan'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>18</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-6218184109828735358</id><published>2009-11-17T20:40:00.000-02:00</published><updated>2009-11-17T20:40:11.470-02:00</updated><title type='text'>Desastres Sexuais</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: verdana;"&gt;Aqui vai uma seleção de situações inusitadas que até Deus duvida. Como foge do foco do blog eu já aviso que é só&lt;b&gt; putaria &lt;/b&gt;e não&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: verdana;"&gt;&lt;b&gt;tem nada de romantismo&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: verdana;"&gt; ou qualquer coisa bonita, porém vale algumas risadas. Se você achar de mau gosto não reclame, &lt;b&gt;eu avisei!!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Uma vez, quando Lisandra fazia um Strip pela webcam, ela me pediu que eu me mostrasse também. Como não tinha nem webcam, nem câmera digital na ocasião, mandei uma foto pelo celular. Acontece que eu estava em outra região de DDD. No dia seguinte recebi alguns elogios como babaca, filho da puta e etc... Eu realmente queria ver a cara da pessoa ao ver o meu bilau na tela de seu telefone. Um legítimo TORPEDO!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Ainda com Lisandra, numa festa de motoclubes em um bosque da cidade. Eu já estava tão bêbado a ponto de rolar pela grama. Levei Lisandra para o meio das árvores e mandei ver. De repente aparece uma menina procurando um lugar para fazer xixi. Ela passa ao nosso lado e diz:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;- Podem continuar que já estou de saída!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Eu estava saindo com uma menina que não tinha experiência sexual quase que nenhuma. Insisti para que ela me satisfizesse com as mãos. Quando ejaculei e suas mãos ficaram melecadas, ela entrou em tamanho desespero que tive que rodar a cidade pela madrugada atrás de um guardanapo ou o banco de meu carro correria sérios apuros.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Eu estava tão nervoso quando perdi a virgindade, que quando finalmente entrei no quarto do motel com a menina, fui correndo ao banheiro aliviar meu intestino.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Holandês uma certa vez estava traçando uma gordinha, na falta de um quarto ou até mesmo um carro, levou a menina para um prédio ainda em construção. No meio da fornicação começou a chover e eles tiveram que encerrar a diversão. Isso é pra deixar qualquer pedreiro no chinelo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Um&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;amigo nosso que chamarei de Malucão, levou um menina para a casa do Holandês, exatamente no quintal. Grudou a menina no muro e mandou ver. No meio da diversão, a menina se queixa de um corpo estranho lhe tocando. Era um caramujo...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Numa dessas festas regadas a álcool, Malucão e essa mesma menina foram para o banheiro fornicar. A menina já estava quase em coma alcoólico. &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Malucão queria penetrar o buraco de trás, e na falta de vaselina, foi com condicionador de cabelo mesmo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Depois disso, Holandês tentou se passar por Malucão para se aproveitar da embriaguez da menina. Acontece que Holandês é bem moreno, de cabelo crespo e curto e Malucão é branquelo, de cabelo cumprido e liso. No fim não deu certo...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;b&gt;Agora que você leu a história, compartilhe sua opinião conosco ! Todo elogio e crítica é bem vindo. Seu comentário é muito importante para nós.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-6218184109828735358?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/6218184109828735358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/11/desastres-sexuais.html#comment-form' title='18 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/6218184109828735358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/6218184109828735358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/11/desastres-sexuais.html' title='Desastres Sexuais'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>18</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-2222255548539254302</id><published>2009-11-10T17:10:00.000-02:00</published><updated>2009-11-10T17:10:56.504-02:00</updated><title type='text'>La Donna Juana II</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/Svm6ju2oM5I/AAAAAAAAAIU/U6qVq6p6K5k/s1600-h/05_hb_bikinicontest_web2_large.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" sr="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/Svm6ju2oM5I/AAAAAAAAAIU/U6qVq6p6K5k/s200/05_hb_bikinicontest_web2_large.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: verdana;"&gt;No domingo à tarde, liguei para Juana perguntando quais eram seus planos para o dia. Ela disse que não tinha nada certo, e que dependia dos outros para poder se locomover. Ela ligou aqui em casa umas três vezes para confirmar o que eu faria. Uma menina ligando para a casa do rapaz é de considerável atitude, já que a maioria se resguarda nos tabus de esperar pela iniciativa masculina. Disse a ela que iria a um boteco ao fim da tarde e depois ao bar de sempre que teria Pearl Jam Cover.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A curiosidade me castigava por dentro, quem era essa menina que tanto se parece comigo? Seria ela minha versão feminina? O medo dessa suspeita já me incomodava, seria essa uma batalha impossível de vencer, mesmo por que não haveria um vencedor? Não agüentei e fui vasculhar o Orkut a sua procura. Sabia exatamente onde encontrá-la por meio de sua amiga, que eu conhecia algumas pessoas do grupo. Com alguns cliques encontrei uma Juana com uma foto artística, não a reconheci, mas só poderia ser ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu perfil não havia muita informação, mas já era o suficiente para ter certeza de que era realmente Juana. Comecei então a ver suas comunidades, algumas condiziam com o que ela me dissera no dia anterior, nada demais. Havia muita semelhança com as minhas, acho que a única coisa que destoava era uns reggaes que ela gosta e eu não. Até que meu queixo caiu no chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe uma banda americana que eu gosto muito e que ninguém, ninguém conhece. A comunidade não tem mais de 100 pessoas e adivinha quem era uma delas? Sim, Juana. O meu medo agora se multiplicou inúmeras vezes. A curiosidade tornou-se receio, receio de estar lidando com alguém que eu conheço muito bem: eu mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juana disse que iria ao Pearl Jam, mas não foi. Na verdade ela disse que foi até lá, mas que não entrou devido à chuva torrencial que castigava. No Pearl Jam estavam todos os meus amigos, Holandês, Terere, Lisa e o resto da turma, contei a eles sobre meu achado da noite passada com todos os detalhes e eles se surpreenderam ao saber que existe alguém tão excêntrico como eu, vestindo saia ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na segunda-feira, Juana me adicionou no MSN e ficamos a conversar até a quarta, quando ela me convidou para dar uma volta. Eu tinha aula até ás 22:30, quando sai, encontrei com o Holandês que trabalha no shopping ali perto e liguei para Juana, conhecendo os amigos estranhos de Juana, eu não me aventuraria sozinho com este grupo de alienígenas. Juana me convidou para ir ao bar de sempre, disse que me buscaria sem nenhum problema. Eu então aceitei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo o que ela me falara, Juana não dirigia. Fui até o posto onde combinamos e daqui a pouco chega um carro muito velho, desses carros japoneses que já foram excelentes carros no passado mas que agora não é nada mais que uma lata-velha. Juana estava dirigindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entramos no carro, eu no banco da frente ao lado de Juana e Holandês no banco de trás, ao lado de um viado e uma mina muito estranha. Assim que Juana saiu com o carro, o viado pediu para fechar o vidro. Mas fechar o vidro nesse calor? Quando olho para trás lá está ele tentando acender um baseado. Ai Meu Deus, eu sabia que era encrenca. Juana me perguntou se eu fumava, respondi que não. Holandês também recusou o bagulho. Fui guiando Juana até o bar, já que ela mal sabia dirigir e muito menos como chegar lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegando à frente do bar, lá estavam os outros amigos de Juana. Uns dez aliens fumando maconha. Ela tentava me integrar ao grupo, mas era inútil. Holandês desconfortável já se mandou para dentro do bar, e eu logo tratei ir junto arrastando Juana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ás quartas-feiras no bar rola palco livre, ou seja, qualquer infeliz com um instrumento na mão pode subir no palco e mostrar seu talento, ou a falta de. Fomos para o fumódromo e o Holandês já estava lá sentado numa mesa, nos juntamos a ele. Logo em seguida chegaram os amigos de Juana, e ela nos convidou a sentar com o resto dos maloqueiros. Novamente recusei o convite e insisti que ela ficasse ali conosco. Holandês em sua fossa astral nem se manifestava e eu fiquei ali conversando com Juana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juana trajava roupas minimalistas, blusinha e shorts, e dizia estar derretendo de calor. Ela pede licença para ir ao banheiro e quando vira de costas novamente meu queixo vai ao chão. Nas costas de Juana, na região lombar, havia uma rosa vermelha tatuada. Eu sei que uma rosa é uma tatuagem bem comum, mas depois de três anos de Culpa Dela, a rosa vermelha se tornou um ícone para mim, pois desde o primeiro dia de blog é esta a rosa que ilustra o blog, e é esta rosa que simboliza minha vida amorosa, tanto que comecei a adotá-la em minhas caçadas, chegando ao ponto de agora cultivá-las em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que Juana voltou, indaguei-a sobre a rosa para verificar se tinha algum significado especial, não sei se ela não quis revelar, mas disse que era apenas por que gostava de rosas. Juana agora se queixava de um garoto que estava a matar grandes ídolos do Rock no palco, eu a alertei-a sobre o nível dos “artistas” neste dia da semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuamos conversando por mais um tempo, até que Holandês foi embora e eu então pude a beijar sem a culpa de deixá-lo de espectador. E aquele beijo novamente se repetiu. São muitas bocas as que beijei, mas são poucas as que de fato eu beijaria novamente pelo único e exclusivo ato de beijar. Alguns minutos depois o viado veio nos chamar para ir embora. Na volta, eu esperava que Juana se desfizesse de seus amigos para passar mais tempo a sós comigo, mas fui o primeiro a ser entregue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuamos nos falando, até que no sábado convidei-a para um programa bem família, nada de encher a cara e ir pro motel:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que tal um passeio no bosque?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juana considerou a hipótese, mas disse que já tinha compromisso para o sábado, porém, se tivesse algum tempo me ligaria para fazermos algo. Acabou que Juana não me ligou e eu fui ao bar de sempre. Lembram-se da história dos Empata Foda? Pois bem, era a mesma banda e o cenário era parecido devido à chuva que atacava a cidade. Música boa pra dançar, porém não havia garotas menores de 30 anos para se dançar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, eu minto quando digo que não havia nenhuma, mas no máximo cinco, e duas delas estavam bem “simpáticas” comigo. Enquanto eu no fumódromo tomando minha cerveja me decidia o que faria da noite, Juana chega ao recinto acompanhada de um cara bem estranho. Era estranho ela não ter me avisado que lá iria, sendo que havíamos combinado. Ela chega, cumprimenta seus amigos que estavam na mesa à frente e depois me vê olhando para ela. Ela chega e me cumprimenta também. Convido-a para sentar-se para ela recusa. Até aí sem problemas, não há mal nenhum em deixar a menina socializar com seus amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora eu já descartara a hipótese de ficar com outra menina, em respeito a Juana, pois esperava que em breve ela viria até mim, e outra menina poderia estragar tudo. O que mais me incomoda numa noite, não é passar em branco e não beijar ninguém, e sim passar a noite em branco sem nenhuma abordagem ou ataque, pois isso me lembra os velhos tempos no qual minha timidez me atrapalhava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei ali então, revezando minutos entre a banda e fumódromo, para verificar Juana. O cara estranho não saia de seu lado, e eu já começava a me preocupar. O que teria mudado em 6 horas? Porém, o meu medo de ser ofensivo e acabar me envolvendo de uma maneira irremediável com Juana me impedia de qualquer ousadia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de muito tempo, Juana ficou sozinha na mesa e lá fui eu conferir o que se passava. Ela esquivou-se de minhas perguntas, e assim que o cara estranho voltou, eu levantei e a deixei com sua turma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, aquela situação já estava ficando irritante. Eu me comportando exemplarmente e Juana ignorando minha presença, ela nem sequer olhava quando eu estava por perto. A raiva de estar fazendo papel de bobo começou a me dominar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, Juana se despediu de seus amigos e foi embora acompanhada do cara estranho, ela passou por mim e novamente me ignorou. Isso me deixou possesso de raiva, eu já socava a parede em fúria. Vaca do caralho, eu previa que algo do tipo aconteceria, mas devido aos conselhos de meus amigos resolvi pagar pra ver, e o preço era o sangue em meus olhos. Liguei para Lisa, pois precisava extravasar minha raiva:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Lisa! Eu estou muito, muito, muiiiiiito bravo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lisa perguntou o que aconteceu e tentou me acalmar, mas não conseguiu. Eu estava ali furioso e tinha que esperar minha carona para ir embora, e minha carona só ia embora bem tarde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto eu bravejava sozinho, encontro Tunia, que acabava de chegar ali no bar. Tunia já vinha cheia de piadinhas, querendo saber por que eu estava bravo e tudo mais. Mais uma cerveja para ver se o álcool conseguiria me acalmar e então me lembro dos dotes sexuais de Tunia. Nada me acalmaria mais naquele momento do que uma ejaculação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei explicar, mas mesmo tratando Tunia a pontapés ela ainda tem uma queda fatal por mim. Aproveitei-me disso então e a arrastei para fora do bar. Logo atrás do bar existe um condomínio e um terreno baldio bem escondido, e foi lá mesmo que Tunia me acalmou. Voltei para o bar, peguei minha carona e fui para casa, bem relaxado por sinal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No domingo, assim que abri o MSN já havia um pedido de desculpas de Juana. Pois bem, eu não aceito ninguém me fazendo de idiota. Mais à tarde, Juana entra e novamente pede desculpas. Eu com a maior frieza do mundo lhe respondo com palavras curtas e ásperas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a semana, deixei-a no ostracismo, para mostrar minha represália, até que no sábado trocamos algumas poucas palavras. Eu esperava que ela novamente procurasse por minha atenção, mas não foi o que aconteceu na semana seguinte. Juana estava apática, bem diferente de sua postura inicial. Agora eu fico imaginando o que pode ter acontecido:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Juana ficou sabendo de minha fama, pois já beijei algumas meninas de seu grupo e agora não me assedia mais, pois o cachorro aqui sempre corre atrás do osso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- Juana está envolvida com outra pessoa e me deixou na reserva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3- Juana está se divertindo demais com seus amigos toxicômanos para dar sua atenção a mim, que não compartilho dos mesmos hábitos e não os tolero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso chove na minha horta, e não pretendo pular de cabeça pra ver quão fundo é o rio. Mas a curiosidade de explorar Juana em todas suas dimensões ainda me inquieta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;Agora que você leu a história, compartilhe sua opinião conosco ! Todo elogio e crítica é bem vindo. Seu comentário é muito importante para nós.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-2222255548539254302?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/2222255548539254302/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/11/la-donna-juana-ii.html#comment-form' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/2222255548539254302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/2222255548539254302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/11/la-donna-juana-ii.html' title='La Donna Juana II'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/Svm6ju2oM5I/AAAAAAAAAIU/U6qVq6p6K5k/s72-c/05_hb_bikinicontest_web2_large.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-3273516368819663847</id><published>2009-11-06T06:55:00.002-02:00</published><updated>2009-11-10T17:11:11.477-02:00</updated><title type='text'>La Donna Juana I</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SvPkJ5_DsbI/AAAAAAAAAIM/NfT0I_JEak4/s1600-h/newmoon.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" sr="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SvPkJ5_DsbI/AAAAAAAAAIM/NfT0I_JEak4/s200/newmoon.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: verdana;"&gt;&lt;em&gt;Farei uma coisa inédita, escreverei uma história ainda em andamento. Eu não faço a menor idéia de como vai acabar, de quem será a culpa, ou mesmo se haverá culpa, então, por favor, não se decepcionem se o final não for interessante.&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Após um mês de seca amorosa absoluta, fiquei com uma gordinha que parecia que ia me engolir de tanta vontade com a qual me beijava na sexta-feira, posso precisar, pois sou tão filho da puta que agora estou registrando em um arquivo todos os meus sucessos amorosos para não perder a conta, e no sábado voltei ao mesmo bar de sempre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Terere estava sem dinheiro, e o Holandês passava por uma crise afetiva causada pela facilidade com a qual ele se apaixona e não houve santo que o tirasse de casa. Então lá fui eu, sozinho novamente me aventurar, trajando meu blazer de brechó e minha camiseta dos Stones.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A programação da noite não era nenhuma maravilha, mas também não era de se rejeitar: Bob Dylan, Zé Ramalho e Raul Seixas, do primeiro e do último eu gosto muito, já o outro não gosto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Geralmente eu não fico sozinho, mesmo quando vou sozinho, pois sou amigo de uma turma que também está sempre por lá, mas desta vez a turma não foi, e eu fiquei desamparado. O povo que lá estava era tão estranho, uma alta porcentagem de homossexuais, ou pelo menos desse povo alternativo que se veste como homossexuais. Uma galera estranha, diferente, com a qual eu nunca simpatizei, cada um com um óculos maior que o outro, parecia uma competição de quem era mais míope. Eu que me visto diferente, pois sou uma das poucas criaturas com blazer, camiseta de banda e tênis, parecia que estava de jeans e camiseta branca, devido à diversidade de adereços ao meu redor. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;As poucas meninas também me pareciam estranhas, e eu prevendo que meu estilo “elegante despojado” seria rejeitado por lá. Resolvi então me apegar aos outros motivos de minha existência: música e cerveja. Peguei a minha Heineken e fui à frente do palco apreciar o Bob Dylan. Meu Deus, que tragédia! A banda era sofrível, não só o vocal desafinava como parecia que todo o restante da banda também. Será que é muito difícil afinar um pandeiro?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Por sorte, o desrespeito com o Bob Dylan acabou, e em seguida se apresentaria o Zé Ramalho Cover, que eu não fazia questão nenhum em presenciar. Zé Ramalho já não é grandes coisas, imagina o cover então?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fui para a área de fumantes, pois o querido governador de São Paulo fez o obséquio de proibir o fumo em lugares públicos, segregando os fumantes do resto da sociedade. Avistei um grupo de garotas aparentemente normais, uma a qual me interessou muito, e fui lá me apresentar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A introdução foi bem sucedida, as meninas foram receptivas e logo eu consegui a atenção da qual me interessava. A garota era muito simpática, além de bonita, e ficamos conversando por um bom tempo, inclusive, quando suas amigas a chamaram para voltar para o meio do povo, ela ficou ali sozinha conversando comigo. Bom, pelo o que eu sei sobre a mente feminina, quando uma menina abandona suas amigas por um desconhecido é por que algo a mais ela quer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Já contando com meu sucesso, esperei um pouquinho até dar o bote. Ela educadamente se esquivou e disse que não poderia fazer nada ali, pois seu ficante estava presente no bar. Fiquei ali tentando a seduzir ao mesmo tempo em que verificava que sua desculpa era verdadeira. Por incrível que pareça, ela mudou de assunto e continuou conversando como se nada tivesse acontecido, como se eu tivesse lhe perguntado a hora ao invés de tentar lhe beijar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Já estava claro que daquele mato não sairia coelho, ou coelha nesse caso. Falei que precisava ir ao banheiro, ela disse que também queria. Cada um foi para seu lado e não a vi mais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Voltando para o fumódromo, encostei-me a um pilar para saborear um pouco de minha cevada e minha nicotina. Bem em minha frente havia uma morena linda que não parava de me olhar, acompanhada de um marmanjo de uns 2 metros de altura. Eu já havia percebido que esta morena toda hora estava a olhar em minha direção, a vantagem de freqüentar lugares pequenos é que você sabe exatamente o que acontece, quem está com quem e consegue ver coisas que uma multidão esconderia.Ela estava bem vestida demais para a ocasião, um vestidinho branco avassalador mostrava suas pernas bronzeadas. Já que ela vai ficar me encarando vou encarar também. E foi então que ela não desviou mais seus olhos de mim. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Cerrei as sobrancelhas como comunicação corporal e a morena cerrou as delas também. Mas que situação, eu olhava para ela e depois para cima, para ver a reação do grandão que estava ao seu lado, muito provavelmente era um amigo ou parente, mas eu não arriscaria arranjar briga por que a morena estava me secando. Por muitas vezes eu já me envolvi em confusão no bar por causa de mulher e o dono já está bem irritado comigo por isso. E a diaba não parava de olhar. Comecei a balançar a cabeça de um lado para o outro e de novo ela repetiu meu gesto. Esperava que ela deixasse o grandão ali para vir falar comigo, pois eu é que não iria lá correr o risco de tomar uns tapas, mas não foi o que aconteceu. Logo em seguida a morena foi embora acompanhada do rapaz, é claro. E lá fiquei eu, trocando uma palavra ou outra com algum conhecido que passava, esperando o Zé Ramalho acabar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Havia uma loira muito estilosa sentada em uma mesa desde o começo da noite. Ela não fazia muito meu tipo, pois era alta e magra, mas tinha um charme que inexplicavelmente fisgava minha atenção. A principio, pensei que estava acompanhada, depois notei que a cada hora era um cara diferente que estava na mesa e agora quando eu vejo, ela está sozinha. E lá fui eu de novo. Don Juan, o Homero da sedução.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O que a moça faz sozinha nessa mesa?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Estou esperando meus amigos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Posso lhe fazer companhia?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Pode. Ela respondeu com uma expressão de suspeita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Puxei uma cadeira e sentei-me ao lado dela:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Qual seu nome?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Juana e o seu?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Juan.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;( O nome dela não tem semelhança alguma com o meu, mesmo por que meu nome não tem forma feminina, mas logo vocês entenderão)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Começamos então a conversar, e não paramos mais. Uma forte pancada de chuva surgiu e respingava suas gotas sobre nós. Mudamos de lugar e continuamos conversando, palavras intercaladas por silêncios de olhares. Juana estava na capital fazendo faculdade e já formada, voltara há poucos meses para junto de seus pais. Ela tinha um discreto sotaque, justificado por sua origem baiana e falava serenamente com extrema elegância. Foi então que a beijei.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Há muito tempo eu não beijava daquele jeito, não era uma troca de salivas e sim uma carícia envolvendo os lábios e a língua com uma certa lentidão, sem pressa, como se pudessem passar horas e nós continuaríamos ali, simplesmente beijando. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Beijo bom para mim é aquele em que se fecham os olhos e logo se abrem de novo pela tontura que ele traz. Até onde o álcool tem sua parcela de culpa nisso eu não sei dizer. Logo após o beijo, fiz uma pergunta para matar minha curiosidade. Eu que supersticiosamente vejo muita coerência nas definições e combinações dos signos astrológicos, perguntei a Juana quando era seu aniversário. Geralmente eu sei dizer qual é o signo, é só decorar os meses, com exceção dos dias 20, 21, 22 e 23 que são os dias de mudança, e Juana fazia aniversário justamente em um deles. Fiz um chute totalmente sem nenhum embasamento e acertei:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Áries?!?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Sim, e o seu?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Áries também! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Que legal! Eu sou Áries com ascendente em Gêmeos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Foi então que comecei a me assustar. Além de Juana saber seu ascendente, uma coisa que não é comum, pois geralmente as pessoas se atem a ler o horóscopo do dia (coisa que eu não faço), Juana tinha o mesmo ascendente que eu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Sério? Eu sou Gêmeos também. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O tempo foi passando, e eu imaginando como iria embora nesta noite, pois não havia nenhum amigo para me dar carona. O bar estava esvaziando e eu já estava prevendo mais uma aventura de moto-táxi. Até que apareceu uma amiga de Juana, uma garota que estudou comigo séculos atrás. Fiz o devido esforço de ser o mais simpático possível e acabei conseguindo uma carona, já que seria esta amiga que levaria Juana embora também.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fomos para a frente do bar pagar nossas contas. Os poucos que sobraram eram todos conhecidos meus, e eu lá de mãos dadas com Juana. Uma amiga me puxou e falou:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Cara, onde você achou essa menina linda? Muito linda ela!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Essa minha amiga ainda completou em voz alta chamando a atenção de alguém que estava mais distante:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Olha só! É o Mick Jagger e a Luciana Gimenez.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;(Eu agradeço pelo Mick Jagger, mas acho que ela não gostou do Luciana Gimenez)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Então passou um conhecido e deu dois tapinhas no meu ombro. Logo em seguida os seguranças vieram tentar me sacanear com brincadeiras de mão. Não sei se Juana é tão bonita assim e eu que não enxergo essa beleza ou se todos estavam a estranhar eu estar de namoradinho pelo bar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A amiga de Juana, já muito bêbada, me trouxe para casa. Despedi-me de Juana com um belo beijo e trocamos telefones.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;Agora que você leu a história, compartilhe sua opinião conosco ! Todo elogio e crítica é bem vindo. Seu comentário é muito importante para nós.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-3273516368819663847?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/3273516368819663847/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/11/la-donna-juana.html#comment-form' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/3273516368819663847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/3273516368819663847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/11/la-donna-juana.html' title='La Donna Juana I'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SvPkJ5_DsbI/AAAAAAAAAIM/NfT0I_JEak4/s72-c/newmoon.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-4528443369919194960</id><published>2009-10-24T22:00:00.003-02:00</published><updated>2009-10-26T03:50:59.893-02:00</updated><title type='text'>Prudência, A Esperta</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SuOU-_VGgHI/AAAAAAAAAIE/B9EO7TcpBqs/s1600-h/11818873705ZP12h.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SuOU-_VGgHI/AAAAAAAAAIE/B9EO7TcpBqs/s200/11818873705ZP12h.jpg" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;E lá fui novamente a uma festa universitária de uma renomada instituição pública. Terere nos convidou, e segundo suas histórias, as festas são incríveis. Um amigo nosso, o Nasi, topou ir com o carro e fomos, eu, Nasi, Holandês e o irmão do Holandês, o qual chamarei de Holandezinho, apesar de ser do dobro do tamanho do original. Saindo de minha cidade, paramos no Habibs para forrar o estômago pois a festa seria open bar, e outras coisas básicas, como cigarro e halls. Uma hora depois estávamos lá. Passamos na casa de Terere para apanhá-lo e fomos para a festa, que seria em uma chácara nas redondezas da cidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Logo na entrada, já era claro que o nível da festa era excelente, só garotas lindas entrando, e eu, rezando a Deus que não precisaria usar o tacape desta vez. A festa era dividida em dois ambientes, o primeiro, mais animado e lotado, porém,&amp;nbsp;extremamente abafado pois tinha uma cobertura, tocava Sertanejo e afins, tinha o bar que servia vodka e também um churrasco o qual não tive coragem de experimentar. E o segundo, mais ao fundo e menor, mais tranquilo,&amp;nbsp;tocava música eletrônica numa tenda, logo ao lado de uma área aberta bem arejada com o bar da cerveja, bom, obviamente foi por lá mesmo que eu fiquei.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Chegando lá, já virei alguns copos apenas para matar a sede e já comecei a circular para reconhecer o ambiente, e principalmente as meninas que por lá estavam. A princípio, os caras tentaram me acompanhar, mas eles não têm o mesmo ânimo que eu tento para caçar e logo já se acomodaram num canto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quanto mais eu andava, mais eu me animava, até chegar num ponto que eu corria e saltitava pelo gramado, cercando os grupos de meninas. Nasi já veio me perguntar aonde eu tinha conseguido cocaína, mas os outros moleques já sabem que minha euforia advém dos feromônios femininos. Pode parecer doentio, mas nada me incita mais que a arte da conquista, desde o momento inicial da troca de olhares até o momento que antecede o primeiro beijo, tudo o que vem ou não vem depois é conseqüência deste intervalo de tempo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Tive que mudar um pouco minha tática, geralmente eu sei exatamente onde estão as meninas que me interessam e fico rodeando até o momento oportuno de abordá-las, mas numa festa com 2 mil pessoas, ficou impossível marcar as posições e o negócio era logo ir puxando papo sem muitos rodeios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Algumas meninas eram simpáticas, outras não, o tempo ia passando, e o medo de ter investido tempo e dinheiro a toa já me preocupava, passei então a selecionar menos e atacar mais. Até que quando abordei um grupo de meninas, de olho em uma, mas foi a outra amiga que fisgou a minha isca. Bom, por que não conversar com uma pessoa diferente?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Seu nome era Prudência e cursava Química ali na faculdade, não era bonita, mas parecia interessada em tudo o que eu falava e conversava muito bem. Pensando agora, sem álcool no sangue, eu chego até a desconfiar. Será que meu papo é tão interessante assim que ela estava adorando, ou será que ela se fazia de interessada para manter-me ao seu lado e chamar minha atenção?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Bom, acabei beijando-a, e ela me beijava como se eu fosse o grande amor de sua vida, e o que deveria ser um simples beijo para logo em seguida procurar uma nova vítima, se tornou um beijo que durou até o resto da noite. Prudência não desgrudou mais de mim, e eu não sei o que se passava em minha cabeça, se tinham posto droga na bebida ou se era a falta do meu remédio que diminui a testosterona, mas incrivelmente passei a noite fazendo papel de namorado, um fato raro, diga-se de passagem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Meus amigos já estavam me olhando torto: Como assim você vai ficar aí? Você nunca faz isso! E a mina nem é bonita!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Essa festa foi em uma cidade universitária, ou seja, 99% das pessoas são de fora e moram em repúblicas, e logo estava eu tentando me “hospedar” na casa Prudência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Já era mais de 5 da manhã, os moleques cansados e frustrados por não terem obtido nenhum sucesso, fizeram-me acelerar o processo de sedução. Acabou que Prudência aceitou minha carona, pois ela morava próximo à casa de Terere, quando a deixamos em sua casa, ela me convidou para entrar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ela dizia que não tínhamos muito tempo, pois deveria pegar o ônibus para sua cidade logo às 8 da manhã. Passei então a persuadi-la com todas as artimanhas que conheço para que ela cedesse aos meus desejos. Logo próximo das 8 horas, ela ficou para pegar o ônibus das 9, mas na verdade só foi pegar o ônibus das 10, pois eu a distraia com minha libido&amp;nbsp;durante todo este&amp;nbsp;tempo. Acabou que a noite ficou só nas brincadeiras mais íntimas e o finalmente não aconteceu, brincadeiras que foram muito mal feitas&amp;nbsp;por sinal. Prudência não se prestou nem a&amp;nbsp;usar as mãos para dar-me a satisfação&amp;nbsp;que necessitava, pois, àquela altura, as dores masculinas já me possuiam.&amp;nbsp;Às 10, quando o sol bateu de verdade,&amp;nbsp;dei-me conta da loucura que cometi. Prudência não tinha nada de bonita, muito pelo contrário. Só a luz do sol e a sobriedade me fizeram enxergar a péssima situação em que me encontrava, ainda mais sem ter conseguido o que queria. Pois já que é pra fazer caridade, que a caridade seja feita direito. Acompanhei-a até a&amp;nbsp;rodoviária, Prudência embarcou e eu fiquei a ver navios. Quase convencido de que eu que fui a vítima e que Prudência quem na verdade fora a sedutora da noite. Fui para a casa de Terere, pois ele tinha carona garantida para o final da tarde, mas ele mal me deixou dormir e logo já queria ir embora, a viagem que de carro demorava uma hora, demorou três indo de ônibus. Cheguei em casa às 18 horas, fedido, faminto e extremamente sonolento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A culpa é dela!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;Agora que você leu a história, compartilhe sua opinião conosco ! Todo elogio e crítica é bem vindo. Seu comentário é muito importante para nós.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-4528443369919194960?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/4528443369919194960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/10/prudencia-esperta.html#comment-form' title='19 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/4528443369919194960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/4528443369919194960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/10/prudencia-esperta.html' title='Prudência, A Esperta'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SuOU-_VGgHI/AAAAAAAAAIE/B9EO7TcpBqs/s72-c/11818873705ZP12h.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>19</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-3238857898334131017</id><published>2009-10-03T14:12:00.003-03:00</published><updated>2010-02-23T23:58:57.685-03:00</updated><title type='text'>Don Juan Inconformado</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SseIZf_gFoI/AAAAAAAAAH8/lNO2lQKMSwU/s1600-h/DSC0081223blur.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Resolvi ir a uma festa a fantasia de uma renomada faculdade pública aqui de SP, pois bem, aproveitei que meu cabelo está maiorzinho e fui bancar o Don Juan de verdade, na foto ao lado sou eu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Na entrada, que demorou para abrirem os portões, eu só via meninas lindas, uma fartura de belezas que você não encontra num show de rock, e eu, vestido para matar, já estava prevendo que a noite renderia bons frutos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ao entrar, a banda já começa mandando a intro de The Wall, eu e meus amigos já nos animamos, mas logo em seguida já começa a putaria e emenda um sertanejão que fica um bom tempo, sendo depois sucedido por Axé e Funk Carioca, que inferno. Realmente não esperava isso de uma universidade tão famosa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Enquanto eu interpretava o papel de sedutor misterioso para conquistar alguma garota e estas não estavam interessadas em conversar mas sim em requebrar ao som da poluição sonora que rolava, os outros caras simplesmente chegavam agarrando as meninas na força e inacreditavelmente obtiam sucesso com essa tática neandertal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Eu não entendia o que meus olhos viam, meninas lindas que dariam um bom trabalho para se conquistar numa situação normal, ali era só chegar e agarrar??&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Bom, agora entendi que é esse o esquema destas festas, as festas da minha faculdade eram bem civilizadas, até demais, não rolava essas coisas nem de longe.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Uma coisa foi interessante, o sucesso que a rosa fez. As meninas ficavam loucas pela rosa, mas quando eu me negava a entregá-la, elas viraram as costas e iam embora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A noite do ponto de vista amoroso foi um desastre, pois a minha postura ali não funcionava, e nem a mudaria só para dar uns beijinhos. Afinal, o prazer em estar com uma mulher é conquistá-la, seduzi-la, usando de palavras e gestos, e não com meus bíceps. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;Agora que você leu o texto, compartilhe sua opinião conosco ! Todo elogio e crítica é bem vindo. Seu comentário é muito importante para nós.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-3238857898334131017?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/3238857898334131017/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/10/don-juan-inconformado.html#comment-form' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/3238857898334131017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/3238857898334131017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/10/don-juan-inconformado.html' title='Don Juan Inconformado'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-7568234266983614142</id><published>2009-09-29T02:04:00.003-03:00</published><updated>2009-09-29T02:24:45.024-03:00</updated><title type='text'>Betânia, A Tentadora</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SsGVOcYz1JI/AAAAAAAAAHk/9V-DZpC3ar8/s1600-h/ist2_5747607-devil-woman.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" iq="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SsGVOcYz1JI/AAAAAAAAAHk/9V-DZpC3ar8/s320/ist2_5747607-devil-woman.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Há muito tempo atrás, quer dizer, no ano passado, no bar de sempre, conheci três novas garotas, eram duas irmãs e uma amiga, todas muito simpáticas, fiquei por lá conversando com elas, as irmãs eram morenas de nádegas avantajadas e a amiga era loira de seios protuberantes e uma cara de pervertida de deixar qualquer homem de cabelos (entre outras coisas) em pé.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Pois bem, ao meio da conversa, eu focava minhas atenções para a loira, seu nome era Betânia, pois ela era quem tinha os atributos que me interessavam. Enquanto eu movia meus peões para cima de Betânia, surge um baixinho metido a valentão invocando comigo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- O que você está ai falando com a minha namorada?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Estou conversando com ela.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Não tem nada que falar com ela.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Eu falo com quem eu quiser e você não pode fazer nada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O baixinho se invocou e já começou a empurrar as cadeiras para partir para briga. Eu me levantei e parti na direção dele também, afinal, não deixaria um nanico me intimidar. As meninas se enfiaram no meio do caminho para evitar a pancadaria. Logo chegou o segurança para esfriar os ânimos e ao saber do acontecido, mandou o baixinho para fora do bar e este levou Betânia junto com ele.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mais de um ano depois, Betânia retorna ao bar com seus volumosos e empinados seios, parece que eles me chamavam, pois a cada movimento para cima ou para baixo, minha cabeça os acompanhava. Betânia&amp;nbsp;junta das&amp;nbsp;mesmas irmãs, irmãs estas que viraram freguesas do bar e estão por lá religiosamente toda semana. Acontece que a essa altura do campeonato, eu já tinha pegado as duas irmãs e mais algumas amigas do grupo e minha fama de mulherengo já era do conhecimento de todos, inclusive de Betânia. Como eu já era amigo das meninas, foi fácil me aproximar de Betânia, e logo na primeira oportunidade, puxei-a para dançar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Betânia era muito espirituosa, não negava uma dança, mesmo que não soubesse dançar direito, mas isso não era problema, muito pelo contrário. Betânia rebolava e se esfregava em mim como se eu fosse um mastro de boate de strip, roçava seus seios em meu peito e sua pélvis em meus quadris, totalmente inadequado para a música, mas absurdamente excitante. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Sua demonstração pública de libido me convenceu que ela almejava por meu calor. Quando então, num momento propicio, tentei beijá-la, Betânia se esquivou instantaneamente:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Não, você é muito galinha, não vou ficar com você.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A partir desse dia, Betânia começou a freqüentar o bar regularmente e era sempre a mesma história, após dançar com ela, eu perdia totalmente a coerência e caía em cima da garota como abelha no mel. Esquecia completamente do que se passava ao meu redor, dos meus amigos, da banda, e das outras garotas que eu poderia paquerar, e ficava lá, hipnotizado ao seu lado tentando a convencer que eu não era tão feio quanto me pintaram.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Meus amigos já estavam a zombar de mim, falando que eu estava fazendo papel de palhaço, e de fato eu estava, mas não queria assumir. Conforme o tempo passava, meus ataques ficavam mais fortes, tentava de todas as estratégias possíveis para persuadi-la mas nada funcionava. O máximo que consegui foi um selinho, um dia que a levei embora para sua casa. Betânia mexia comigo de tal forma, que eu tinha ereções apenas de dançar com ela, eu que já não sou nenhum adolescente para excitar-se com pequenas coisas, me via explodindo de tesão em sua presença.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Até que um dia, cansado das minhas fracassadas investidas, deixei Betânia de lado com as amigas e fui curtir a minha noite. Em um belo momento, vejo Betânia encurralada na parede com um cara beijando seu pescoço, a raiva do meu fracasso me tomou e fiquei ali assistindo a cena, até que meus amigos me tiraram dali, por estar novamente bancando o idiota.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Sai de perto, mas toda hora olhava para Betânia para ver a que pé estavam as coisas. Seria eu o mane que ela tanto enrolou para beijar outro tão fácil? O tempo foi passando, o cara cada vez mais agarrava Betânia, ela permitia mas nada acontecia, até que acabou a banda e ele foi embora também sem nenhum sucesso. Foi então que vi com meus próprios olhos o ridículo que eu estava fazendo. Vi exatamente como ela iludia seus pretendentes e depois os mandava para casa de mãos abanando.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;No próximo fim de semana, lá estava Betânia novamente, muito bêbada por sinal, e eu novamente a puxei para dançar, mas desta vez, sem esperança de beijá-la. Comecei então a dançar da mesma maneira que ela, ou seja, da maneira mais insinuante possível. Foi uma bela putaria sem penetração. Eu abraçava Betânia por trás, alisava seu bumbum, sua barriga, seus seios, passava o dedo pelo elástico de sua calcinha, esfregava minha barba em sua nuca e pescoço, sussurrava em seu ouvido, tudo isso bem na frente do palco, o lugar mais visível do bar, mas de maneira nenhuma tentava beijá-la. Meus amigos já vieram me alertar que eu estava bancando novamente o tonto, mas dessa vez o feitiço foi contra a feiticeira. Comecei então a passar meus lábios por seu rosto. Betânia gemia:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Don , por que você está fazendo isso comigo. E eu respondia:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Não estou fazendo nada. E continuava a acariciá-la com meus lábios, desta vez passando-os por sua boca e ela falava em tom de gemido:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;-Não, não, eu não posso, não posso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;ARRÁ, agora então era ela quem estava explodindo de tesão? Ótimo, não podia parar então. Coloquei a mão em sua nunca, para massagear seu couro cabeludo, ela se derreteu em meus braços, então desci minha mão direita por seu rosto e esfreguei o polegar em seus lábios, logo em seguida ela estava chupando meu dedo em público. Eu estava quase indo ao banheiro me masturbar, mas não podia perder minha vingança. E novamente Betânia gemia:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Don , por que você está fazendo isso comigo. E eu respondia:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Eu? Eu não estou fazendo nada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Havia um casal mais velho ao nosso lado observando, eles começaram a gesticular para que eu agarrasse Betânia. Eu olhava e ria. Minha esfregação com Betânia continuava, e o casal está inconformado. A mulher chamou a atenção de Betânia:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Olha, presta atenção como se faz. E agarrou o homem que estava com ela.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mas de nada adiantou. Até que a mulher veio falar comigo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Cara, você é muito ruim, agarra logo a menina!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Não, melhor não!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Ah, vai se fuder, você fica aí se esfregando e não beija, você é viado?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Minha Senhora, eu com muitos anos a menos que a senhora já peguei mais mulher do que você possa imaginar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A mulher fez uma cara de nojo e foi embora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Meus assédios continuaram, os gemidos / lamentações de Betânia também, até que uma de suas amigas a tirou das minhas garras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A culpa é dela!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Depois disso, Betânia voltou a namorar com o baixinho e não a vi mais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;Agora que você leu a história, compartilhe sua opinião conosco ! Todo elogio e crítica é bem vindo. Seu comentário é muito importante para nós.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-7568234266983614142?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/7568234266983614142/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/09/betania-tentadora.html#comment-form' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/7568234266983614142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/7568234266983614142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/09/betania-tentadora.html' title='Betânia, A Tentadora'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SsGVOcYz1JI/AAAAAAAAAHk/9V-DZpC3ar8/s72-c/ist2_5747607-devil-woman.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-7548541218462126306</id><published>2009-09-22T19:37:00.000-03:00</published><updated>2009-09-22T19:37:00.081-03:00</updated><title type='text'>Os homens, esses neandertais</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Segue o texto de João Pereira Coutinho que o Black Son nos enviou para ilustrar a nossa discussão&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: verdana;"&gt;Um dos meus filmes favoritos de Woody Allen não foi dirigido por Woody Allen. Foi apenas escrito por ele.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intitula-se "Play It Again, Sam" ("Sonhos de um Sedutor", no Brasil) e oferece uma das sequências mais hilariantes de toda a história do cinema, perfeitamente comparável com o melhor dos irmãos Marx. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece quando Woody Allen, no papel de um intelectual neurótico e inseguro com adoração mitômana pela figura de Humphrey Bogart, se prepara para conhecer uma mulher atraente, amiga de um casal amigo, e disponível para um jantar a quatro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Woody tenta manter a calma, minutos antes de a donzela bater à porta. Com uma pose confiante e blasé, imitação artificial do seu herói, põe um disco de jazz a rolar no prato. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quando a donzela entra em cena, os artifícios dele; a sofisticação urbana e mundana; a frieza cabotina "à la Bogart", convertem-se em pó. E ele recua milhares e milhares de anos na história da evolução humana para se converter, muito simplesmente, em neandertal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não fala; grunhe. Não caminha; arrasta-se e tropeça. E, em matéria de charme ou confiança pessoal, desconfio que o Corcunda de Notre Dame tinha mais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre ri da sequência. Sempre concordei com ela: de fato, quem somos nós, pobres homens, na presença de uma mulher bonita? Exatamente: a prova definitiva de que Darwin estava certo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, a ciência veio ao meu encontro: o "Journal of Experimental Social Psychology" chegou à conclusão irrefutável de que os homens perdem a cabeça na presença da beleza feminina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Perder a cabeça", aqui, deve ser lido em sentido literal: depois de medirem a atividade cerebral dos voluntários, cientistas holandeses da Universidade de Radboud determinaram uma diminuição real nas capacidades cognitivas dos machos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos pictóricos, não será exagero afirmar que o cérebro masculino encolhe e derrete perante a luz de uma ninfa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas só de uma ninfa: o mesmo estudo determinou que o cérebro masculino fica intacto na presença de um bagulho. Como explicar o fenômeno? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez mais, Darwin é o nome: confrontado com uma "oportunidade de reprodução", o homem usa e abusa de todos os seus "recursos cognitivos" para impressionar a presa. Por sua vez, esse excesso de energia canalizado para uma só função provoca um deficit cerebral para as restantes e posteriores funções. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É como se os homens esvaziassem uma parte da cabeça para que a outra parte possa funcionar a todo o vapor. Os prejuízos mentais são inevitáveis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos cientistas, aliás, sentiu isso na pele e foi a sua experiência pessoal que lançou a hipótese: depois de conhecer e conversar com uma mulher atraente, ele foi momentaneamente incapaz de se lembrar do próprio endereço. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verdade que falamos da Holanda, onde as perdas de memória são motivadas por outros produtos. Mas vocês percebem a tese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tese dos homens e, claro, a tese das mulheres, igualmente sob observação laboratorial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que, ao contrário dos homens, as voluntárias não demonstraram nenhuma perda cerebral depois de um contato com a beleza masculina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simplificando, não basta ser um Brad Pitt para que a cabeça das senhoras abane um pouco. É preciso ser um Brad Pitt, ter sentido de humor, cultura bastante e a dose certa de gentileza e responsabilidade. Um extraterrestre, portanto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da descoberta, resta a pergunta: que conselhos práticos podemos deixar aos nossos leitores? Os cientistas não se atreveram a tanto, mas eu arrisco alguns caminhos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para começar, cai por terra a típica acusação feminina de que os homens são irresponsáveis e infiéis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os homens não são irresponsáveis nem infiéis; eles têm apenas um cérebro que conspira contra os próprios: confrontados com uma "oportunidade de reprodução", eles são imediatamente esmagados por milhares de anos de luta pela sobrevivência que impedem qualquer capacidade racional para dizer "não". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, por falar na palavra "não", nenhuma mulher atraente a deveria usar no delicado trato com o sexo oposto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo contrário: cabe-lhe compreender e até acolher alguém que arrisca de forma tão brutal a sua própria sanidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E sempre sob risco de danos cognitivos temporários ou permanentes. Valerá a pena juntar um trauma a outro trauma? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor dizer "sim". Caso contrário, não excluo que apareçam na barra alguns pedidos de indenização contra todas as mulheres bonitas que, por uma razão ou outra, permitiram que certos homens se esgotassem mentalmente contra uma parede de recusas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;Agora que você leu o texto, compartilhe sua opinião conosco ! Todo elogio e crítica é bem vindo. Seu comentário é muito importante para nós.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-7548541218462126306?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/7548541218462126306/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/09/os-homens-esses-neandertais.html#comment-form' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/7548541218462126306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/7548541218462126306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/09/os-homens-esses-neandertais.html' title='Os homens, esses neandertais'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-8842715085072043893</id><published>2009-09-20T20:36:00.000-03:00</published><updated>2009-09-20T20:36:57.332-03:00</updated><title type='text'>Acontecimentos da semana</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: verdana;"&gt;Esta semana, em um bate-papo de mesa de bar, uma amiga minha mencionou um assunto bem interessante, ao meio de sua conversa ela disse:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mulher gosta de homem safado, não de homem inteligente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa frase me espantou, pelo notório fato de contradizer todas as pretensões femininas para com um homem. Como assim? Todo aquele papo de homem sensível, inteligente e educado é mentira?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que safadeza é um atrativo eu já sabia, mas o que mais me assustou foi a aversão à inteligência. Esta amiga ainda disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Homem inteligente é chato!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecei então a argumentar sobre isso, pelo simples motivo de que não faz sentido nenhum apreciar a presença de uma pessoa burra ao seu lado. Até que no fim das contas, ficou esclarecido que o inteligente a qual ela se referia era o tipo intelectual, aquele cara chato que quer trazer assuntos acadêmicos para um bate-papo de descontração. Mas ainda assim, estes tipos têm lá suas poucas apreciadoras, mas essa minha amiga realmente não é uma delas. Mesmo por quê, a safadeza sem inteligência é algo como uma cantada de pedreiro ou acaba em um processo por assédio sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo em seguida uma garota de 17 anos me agarrou sem qualquer incentivo meu, sendo que na semana retrasada a prima dela fez a mesma coisa. Vai entender...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;Agora que você leu&amp;nbsp;o texto, compartilhe sua opinião conosco ! Todo elogio e crítica é bem vindo. Seu comentário é muito importante para nós.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-8842715085072043893?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/8842715085072043893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/09/acontecimentos-da-semana.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/8842715085072043893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/8842715085072043893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/09/acontecimentos-da-semana.html' title='Acontecimentos da semana'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-3062335134651582011</id><published>2009-09-02T06:13:00.003-03:00</published><updated>2009-09-04T00:28:35.280-03:00</updated><title type='text'>Neuza, A Desinibida</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/Sp45hqJW2QI/AAAAAAAAAHc/YnqJnaSxEfo/s1600-h/Nereida_Gallardo_517542a.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5376798255538952450" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 132px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/Sp45hqJW2QI/AAAAAAAAAHc/YnqJnaSxEfo/s200/Nereida_Gallardo_517542a.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sábado à noite, no bar de sempre, desta vez a banda seria o Kiss Cover, o bar lotado e a turma toda estava lá. Não sou muito fã de Kiss, apesar, conheço pouquíssimas músicas, mas a banda tem seguidores fanáticos, que se deram ao trabalho de se maquiar como os músicos para apenas um show cover. Andando pela platéia, encontro Neuza, uma velha conhecida, e sua inseparável amiga, Lagartixa, contarei suas histórias.&lt;br /&gt;Neuza era uma bela morena de olhos azuis, com um corpo invejável, mas já tinha rodado vários amigos de nosso grupo, mesmo namorando um infeliz que morava em São Paulo, ela era digamos, uma conhecida. Até que um dia Neuza surgiu trazendo sua bela prima que morava na Suíça, uma ruiva de olhos verdes e um sotaque irresistível, a qual me interessou bastante e fiquei com ela. Após algum tempo, sedento por sexo e sabendo de sua fama, foi a vez de Neuza entrar em meu currículo, mas na ocasião o sexo que eu queria não aconteceu e em outro momento, Lagartixa ficou com Don Juanito.&lt;br /&gt;Parei para conversar com elas, mas ao invés de atacá-la, me fiz de distante e despretensioso, não foi preciso nem 10 minutos para Neuza me agarrar, dei-lhe um beijo, apenas para garantir a noite, já que as oportunidades estavam escassas no dia.&lt;br /&gt;Ela foi ao banheiro e eu tomei meu rumo, ou me divertindo com meus amigos, ou procurando coisa melhor, mas Neuza sempre acabava me achando após minhas fugidas, até que ela me chamou para ir para a parede (conhecida como muro das pegações). Neuza me agarrava loucamente, mas eu desviava meus lábios. Então ela se esfregava em e beijava meu pescoço e meu rosto, se tem uma coisa que desperta o interesse de outras mulheres é um homem resistindo aos assédios femininos, eu aproveitei da situação para melhorar a minha imagem e prolonguei o máximo possível. Quando Neuza se aproximava de meus lábios eu descaradamente a intimava:&lt;br /&gt;- Vamos para o carro?&lt;br /&gt;E ela desconversava ou arrumava uma desculpa, que o carro era de Lagartixa e que ela não poderia ir sem seu consentimento. Até que me cansei e voltei a minha rotina.&lt;br /&gt;Pouco tempo depois, Neuza fala que Lagartixa estava indo para o carro, e que eu deveria acompanhá-la. Lagartixa já tinha beijado um e agora estava com outro no carro, vestidos pelo menos. Assim que cheguei com Neuza o rapaz se mandou e nós entramos no carro, direto pro banco de trás.&lt;br /&gt;- Então Lagartixa, você não quer dar uma volta?&lt;br /&gt;- Ah não! Está muito frio lá fora...&lt;br /&gt;- Mas então Lagartixa, a gente quer ficar sozinhos.&lt;br /&gt;- Relaxa, finge que eu não existo. Mas se você quiser chamar o seu irmão eu aceito.&lt;br /&gt;Foi então que parti para cima de Neuza, a principio ela hesitou, mas logo se rendeu, enfiei a mão aonde consegui. Quando abri o zíper de minha calça para Neuza me satisfazer, ela já olhou torto acenando para Lagartixa.&lt;br /&gt;- Então Lagartixa, ou você vai dar uma volta ou você vem aqui pra trás ajudar.&lt;br /&gt;- To de boa, fica tranqüilo que eu não estou vendo nada.&lt;br /&gt;Insisti para que Neuza não se intimidade e ela pôs a boca na botija. Essa cena será inesquecível. Eu apreciando a “paisagem”, Neuza apreciando o meu umbigo e Lagartixa fingindo que nada estava acontecendo. Eu aproveitei para me divertir com a situação:&lt;br /&gt;- Vem aqui ajudar ela Lagartixa...&lt;br /&gt;- Nem quero, mas chama seu irmão que eu vou. E Neuza continuou sua tarefa.&lt;br /&gt;Daqui a pouco passa Don Juanito, levando outra menina pela mão para os cantos obscuros detrás do bar. Ele bate no vidro do carro e acena para nós.&lt;br /&gt;- Então Lagartixa, você não queria meu irmão? Chama ele aí.&lt;br /&gt;O basquete estava bom, mas eu queria o resto:&lt;br /&gt;- Então Lagartixa, por favor, toma dinheiro e vai ali tomar uma Coca.&lt;br /&gt;- Ah não, está muito frio.&lt;br /&gt;- Mas Lagartixa, a Neuza está “tímida” com você aí na frente..&lt;br /&gt;- Ahhhhhh brincadeira ! Pára de frescura Neuza, você sempre meteu comigo no carro e nunca reclamou.&lt;br /&gt;Eu não sabia se eu ria ou fechava a calça e ia embora. Bom, eu tinha plena consciência de que ela era biscate, eu conhecia suas histórias, não podia reclamar. Mas aquilo abalou a minha libido. O senso de higiene me tomou, e decidi encerrar o mais rápido possível. Indiquei então a Neuza terminasse o serviço daquele jeito mesmo.&lt;br /&gt;Após desferir meus gametas em Neuza, ela se limpou em uma blusa que estava perdida ali no carro. Eu vesti a calça, me despedi e voltei para o bar. Lagartixa ligou o carro e as duas foram embora.&lt;br /&gt;A culpa é dela(s)!&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Agora que você já leu a história, compartilhe conosco a sua opinião! Todo elogio ou crítica é bem vinda. Seu comentário é muito importante para nós.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-3062335134651582011?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/3062335134651582011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/09/neuza-desinibida.html#comment-form' title='22 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/3062335134651582011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/3062335134651582011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/09/neuza-desinibida.html' title='Neuza, A Desinibida'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/Sp45hqJW2QI/AAAAAAAAAHc/YnqJnaSxEfo/s72-c/Nereida_Gallardo_517542a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>22</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-5497414244142930973</id><published>2009-08-20T16:53:00.001-03:00</published><updated>2009-08-20T17:01:04.035-03:00</updated><title type='text'>O Dilema do Don Juan</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Antes de mais nada, gostaria de aproveitar para falar algumas coisas sobre o blog.&lt;br /&gt;Há pouco tempo criei um outro blog para expor tudo o que não cabia aqui, ou seja, tudo o que se passa pela minha cabeça que não se refere a mulheres, e estou escrevendo bastante por lá, já que nos últimos tempos uma boa história, digna da Culpa é Dela tem sido rara, desculpem-me não poder compartilhar com vocês, mas lá eu uso meu nome verdadeiro. Os acessos aqui caíram bastante, e a culpa é única e exclusiva minha e do Casanova, que não estamos dando a atenção que o blog requer. Antigamente tínhamos várias leitoras que todo dia nos visitavam e sempre surgiam debates legais a partir das histórias, coisa que hoje não acontece mais.No mês que vem faremos 3 anos de Culpa é dela, se por um lado atualmente não são freqüentes novas histórias, nosso arquivo guarda muitos e interessantes textos a serem lidos. São mais de 50 histórias verídicas, fora outras divagações. Então eu gostaria de pedir aos que ainda lêem o blog para indicar para seus amigos e quem mais achar cabível, é meio deprimente escrever uma história e ver nenhum ou pouquíssimos comentários, por mais que eu escreva pelo simples prazer de escrever e não ganho nada com isso, ver que meus textos são interessantes e que eles conseguem entreter as pessoas torna as coisas muito mais gratificantes e é um excelente incentivo a escrever mais. Criei um Twitter para o blog, quem tiver nos adicione ok? &lt;/span&gt;&lt;a href="http://twitter.com/culpadela"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;http://twitter.com/culpadela&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; , fiquem a vontade também para nos adicionar no orkut, os links estão aí ao lado. Começarei então a minha divagação.&lt;br /&gt;Como vocês mesmos podem notar lendo os meus relatos, minha vida amorosa mudou muito, da água pro vinho, digamos. Até meus 20 anos meus dons com as mulheres era lastimável. Eu era extremamente exigente. E é aquele velho ditado, quem muito quer, nada tem. Eu saia muito pouco e como passava o dia inteiro na Internet, acabava procurando por mulheres por lá mesmo, desde o falecido Mirc, passando por MSN e agora Orkut. Eu era muito tímido, e queria mostrar pras minhas paqueras o quão inteligente e cavalheiro eu era, já que não sou tão bonito a ponto das meninas se jogarem em cima de mim, nem tinha a famosa lábia. Eu ficava meses conversando com uma menina e não tinha coragem de telefonar e chamar para sair, em 99% das vezes nunca consegui nada. Há há há, acontece que demorou um pouco para eu perceber que inteligência e educação sozinhas não pegam mulher nenhuma, demorou, mas aprendi.&lt;br /&gt;Depois dos 20 anos, mudei complemente minha atitude e virei adepto da putaria e promiscuidade. Operei minha miopia e perdi aquela cara de nerd tonto e depois fui adaptando meu visual até chegar em estilo que consegue atrair os olhares femininos. De tanto tocar toco, fui aprendendo o que funcionava de verdade para conseguir um beijo, até ganhar a malícia que me faltava e a partir disso criei uma meta para me auto-afirmar.&lt;br /&gt;Só que nessa meta o que contava era quantidade e não qualidade, eu tinha que pegar o máximo de garotas possíveis, e por isso não poderia perder muito tempo em uma só, se em 10 minutos eu não conseguisse nada eu partia para outra. Agora, imagine se alguém consegue fisgar um bom partido em apenas 10 minutos? É claro que não.&lt;br /&gt;Ainda teve um agravante que meu filme ficou queimado no bar que freqüento, um dia fui puxar papo com uma menina que eu nunca tinha visto e ela me perguntou:&lt;br /&gt;- Não é você que xaveca todas as meninas aqui do bar?&lt;br /&gt;Além dessa minha nova estratégia não estar trazendo os peixes que eu almejava, ela já tinha se desgastado e não estava funcionando mais. E agora? Como Don Juan continuará conquistando seu harém?&lt;br /&gt;Ainda não sei ao certo, mas me parece que terei que mesclar as minhas duas estratégias, como exatamente eu não sei precisar. Lobo em pele de carneiro? As melhores maçãs estão no alto, e terei agora de virar um exímio escalador para alcançá-las. Subir mais rápido que os outros e me assegurar que não irei cair no meio do caminho. E quando estiver no topo, arrancar brutamente a maçã de seu galho de forma que ela não escape e mordê-la sem piedade para garantir o meu triunfo. Eis o meu dilema, meu novo desafio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-5497414244142930973?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/5497414244142930973/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/08/o-dilema-do-don-juan.html#comment-form' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/5497414244142930973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/5497414244142930973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/08/o-dilema-do-don-juan.html' title='O Dilema do Don Juan'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-6438318664800653635</id><published>2009-08-19T04:50:00.002-03:00</published><updated>2009-08-19T04:54:37.576-03:00</updated><title type='text'>Arminda, A Carente III</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/Souu86YQ4nI/AAAAAAAAAHU/vc88IA-_SDU/s1600-h/39-Romantic-Red-Haired-Woman-Leaning-Forward-With-Her-Lips-Puckered-Waiting-For-A-Kiss-From-Her-Boyfriend-Or-Husband-Red-Hearts-Above-Poster-Art-Print.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371579342055858802" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 186px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/Souu86YQ4nI/AAAAAAAAAHU/vc88IA-_SDU/s200/39-Romantic-Red-Haired-Woman-Leaning-Forward-With-Her-Lips-Puckered-Waiting-For-A-Kiss-From-Her-Boyfriend-Or-Husband-Red-Hearts-Above-Poster-Art-Print.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Lisa foi a primeira a correr da situação, disse que estava com sede e pediu para entrar a fim de tomar um copo de água, nisso Arminda a acompanhou e Terere fez o favor de gritar:&lt;br /&gt;- Vai lá falar com a sogra! Terere realmente sabe como forçar a amizade.&lt;br /&gt;Todos queriam ir ao bar de sempre, menos eu. Estava quase cedendo quando Lisa disse que iria comprar bebida com Don Juanito e Terere e que eu deveria ir no outro carro junto dos demais, recusei na hora e falei que nessa noite eu não iria. Eu, sem carro, falei que não sairia por motivos de locomoção. Lisa insistiu, dizendo que me levaria e buscaria aonde eu quisesse ir com Arminda, e inclusive a levaria embora depois. Eu não queria aceitar, mas ela fazia tanta questão que eu saísse com Arminda que não pude recusar. Sugeri então que fôssemos a um barzinho relativamente próximo de minha casa. Lisa nos deixou lá com a promessa de voltar mais tarde.&lt;br /&gt;Ficamos no bar bebendo e discutindo política, sociologia e economia, assuntos pertinentes aos dois. Arminda deslumbrara-se comigo quando quebrei todos os seus argumentos socialistas, ela inclusive identificava em minhas palavras grandes pensadores os quais eu nunca tinha visto na vida e nem sabia que existia, mas eu utilizava do discurso que eles pregavam. Passamos boas horas lá, o bar estava quase fechando quando Lisa nos liga avisando que estava impossibilitada de sair com o carro pois sua mãe a trancara em casa. Foi então que eu me vi em uma situação onde nenhuma solução seria agradável.&lt;br /&gt;O tempo estava meio chuvoso, o que complicaria mais ainda ter que mandar Arminda embora de moto-táxi, que já é uma experiência nada prazerosa. Lembrei então que Arminda era amiga da minha ex-peguete, e ela teria de ir até minha casa levar meu irmão embora, liguei para Terere pedindo que providenciasse isso para mim.&lt;br /&gt;Arminda e eu voltamos a pé para casa, afinal, não era longe. E novamente nos encontramos no sofá de minha sala, onde desta vez, nada foi censurado, porém a falta de privacidade de minha sala não permitiu fazer como se deveria, mesmo por que a qualquer instante alguém poderia bater na porta. Daqui a pouco, meu irmão chega e Arminda foi embora com a menina declarou amor a minha pessoa poucos meses atrás. Todos quiseram comer meu fígado por isso, mas dos problemas, este era o menor.&lt;br /&gt;Arminda começou a demonstrar grande apego por mim, mais do que se espera de uma semana de relacionamento, ao mesmo tempo que dizia que não esperava nada sério de minha parte. Seu entusiasmo era tão grande e tão estranho que aquilo começou a me incomodar. Além disso, Lisa e Holandês estavam cientes de tudo o que acontecia, ele como eles foram quem falaram bem de mim para Arminda, estavam se certificando de que eu não faria nenhum mal a ela e estavam me pressionando para conter a minha costumeira cafajestice.&lt;br /&gt;Na sexta fomos todos ao bar de sempre com o carro de Lisa, e lá tive que controlar meu rotineiro hábito de interagir com as fêmeas para fazer papel de namorado de Arminda, que estava cada mais descontrolada. Ela queria me consumir para satisfazer sua gula sexual e neste dia não teríamos a oportunidade. Prometi a ela que no dia seguinte eu faria sua vontade, pois domingo ela viajaria para o Rio de Janeiro para um congresso.&lt;br /&gt;No sábado então a idéia era passar a noite no motel, mas quando ela veio me buscar, trouxe a turma inteira e acabamos por optar ir até a casa de Lisa para uma sessão de violão com bebida barata. Mas Arminda não desistira da minha promessa. Por volta das 3:30 ela, já bêbada, me chama para “dar uma volta”, prometemos aos demais que não demoraríamos, pois era Arminda a motorista da noite.&lt;br /&gt;Para saciar o desejo de Arminda, eu precisaria de uma cama. Ela sugeriu ficar no carro mas esse desconforto não era mais necessário. Levei-a ao motel mais próximo, o mais barato da cidade também e conseqüentemente o menos romântico. Como tínhamos pouco tempo, peguei o quarto de uma hora, a famosa “rapidinha”. Enfim sós! Mas eu não fazia idéia da catástrofe que precedia a noite.&lt;br /&gt;Arminda e eu , definitivamente, não tínhamos nenhum entrosamento sexual, as posições que a agradavam não me traziam nenhum prazer, e vice-versa. Após 20 minutos, Terere nos liga falando que Lisa estava passando mal e que deveríamos voltar o mais breve possível. Eu fui o primeiro a alcançar o orgasmo e depois teria que a proporcionar o mesmo. Eu fui um malabarista nessa noite, tentando equilibrar os movimentos de Arminda que a mim eram indiferentes com a minha ereção. Até que por fim, quando a telefonista do motel já estava ligando para alertar sobre o limite do tempo, Arminda se satisfaz. Rapidamente eu me visto e a levo embora para verificar a condição de Lisa.&lt;br /&gt;Lisa já tinha lavado o chão inteiro com o vinho que tomara e estava lá deitada no chão da varanda. Eu a levantei e botei-a em sua cama, e fomos todos embora. Deixei Terere e Holandês em suas casas e fui para a minha pois Arminda queria conversar.&lt;br /&gt;Fiquei mais de uma hora ouvindo lamentações, choro, e tudo do que um homem quer distância. A frustrada noite abalou os sentimentos de Arminda, ela queria horas comigo, enquanto eu não via a hora daquilo acabar. Pra mim estava acabado por ali, mas deixei nosso rolo em aberto, até que ela voltasse do Rio.&lt;br /&gt;Uma semana depois, Arminda estava de volta e veio me ver no mesmo dia, viemos com a galera para casa e eu a chamei para conversar. Ela achava que poderíamos continuar nos vendo, mas eu deixei bem claro que não queria mais.&lt;br /&gt;Imediatamente ela foi embora, e levou o resto da galera com ela. Ela deixou Terere primeiro e depois quis conversar com Lisa e Holandês, só que esta choradeira foi dolorasmente se prolongando até as 6 horas da manhã, o que os irritou profundamente. Eles já sabiam de tudo o que acontecera, o sentimentalismo exagerado de Arminda, o sexo ruim, a inconveniência que ela trazia em falar coisas que deveriam ser mantidas em só para ela e me apoiaram em minha decisão. O problema era explicar para ela o motivo do pé na bunda.&lt;br /&gt;No dia seguinte, falando com Lisa, fico sabendo de tudo o que aconteceu. Inclusive mais tarde do mesmo dia, Lisa me conta que Arminda já voltara para a cama do ex-namorado. Todo aquele drama foi em vão?&lt;br /&gt;A culpa é dela!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;( Depois disso, Arminda começou a demonstrar um certo interesse com Don Juanito, e falava isso justamente para Lisa, o que a deixou em estado de fúria.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-6438318664800653635?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/6438318664800653635/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/08/arminda-carente-iii.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/6438318664800653635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/6438318664800653635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/08/arminda-carente-iii.html' title='Arminda, A Carente III'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/Souu86YQ4nI/AAAAAAAAAHU/vc88IA-_SDU/s72-c/39-Romantic-Red-Haired-Woman-Leaning-Forward-With-Her-Lips-Puckered-Waiting-For-A-Kiss-From-Her-Boyfriend-Or-Husband-Red-Hearts-Above-Poster-Art-Print.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-1190854670925935652</id><published>2009-08-11T03:30:00.005-03:00</published><updated>2009-08-11T14:44:46.543-03:00</updated><title type='text'>Arminda, A Carente II</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SoERJnSLArI/AAAAAAAAAHE/nYIZWs0y_JY/s1600-h/Ruiva.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5368591087664038578" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 175px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SoERJnSLArI/AAAAAAAAAHE/nYIZWs0y_JY/s200/Ruiva.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Naquela tarde, combinei com Arminda que todos sairíamos à noite, ela estava encantada com os seus novos e excêntricos amigos. Ela passou me buscar em casa, depois buscamos Lisa e fomos para um boteco jogar sinuca onde estavam Don Juanito e Terere. Ficamos um pouco por lá e resolvemos ir para o posto jogar Banco Imobiliário. Assim que chegamos a fome era latente, curiosamente, fui incumbido de ir com Arminda até o Habibs buscar esfirras para todos. E lá fomos nós.&lt;br /&gt;Assim que entrei no carro de Arminda, aproveitei a indisposição do motor em dar a partida e a beijei. Ela ficou desnorteada, não esperava por isso. Foi um beijo de um minuto, logo após indiquei a ela que fôssemos saciar nossa fome. Meia hora depois voltamos, com apenas alguns beijos pelo caminho, chegando ao posto, já começaram a jogar sem nós. Ficamos então, eu e Arminda, sentados num banco do tipo destes de praça abraçados como se fôssemos antigos namorados, apenas acompanhando os outros jogarem, nos divertindo ao presenciar as mutretas que Terere tentava fazer para continuar no jogo.&lt;br /&gt;Ao meio dos beijos, um bêbado tri-louco chega pedindo cigarro, ele pára e fica observando meus amassos com Arminda, e logo em seguida começa a se acariciar em partes não indicadas para menores de 18 anos. A cena foi realmente constrangedora, o bêbado ao invés de pegar seu cigarro e tomar seu rumo, parou para assistir o show.&lt;br /&gt;Arminda informa que precisa ir embora, e me oferece uma carona, eu aceitei, mas não poderia sair com ela a sós, senão as brincadeiras do grupo com certeza a embaraçariam. Disse a ela para se despedir de todos e me esperar no carro que logo em seguida eu iria com ela, e assim se fez. Assim que ela saiu, disse que ia ao banheiro e sorrateiramente fui para seu carro.&lt;br /&gt;Ela foi diretamente para minha casa e ficamos no carro por alguns instantes, assim que a convidei para entrar em casa, pois ficar ali na rua era perigoso demais, ela hesitou, mas acabou por aceitar.&lt;br /&gt;Eu estava realmente de boa, sentei com Arminda no sofá apenas para curtir uns beijos, não estragaria tudo tentando despir a garota em minha sala, mesmo por que uma menina tão conservadora não toparia putaria no primeiro encontro. Mas ali no sofá, com as luzes apagadas e as mãos passeando pelos corpos, Arminda tocou no lugar que eu menos esperava, e não simplesmente tocou como começou a acariciar-me por cima da calça. Já que ela queria, ela teria. Abri o zíper e deixei que ela fizesse corretamente o seu carinho. Foi inédito e surpreendente, no dia que eu estava com meus hormônios controlados, era ela, uma garota de família que estava a incendiar a situação, e não seria eu quem falaria PARE. As carícias manuais tomaram proporções orais, até que Arminda enche-se do peso da velha moral e decide suspender a interação. Conversamos um pouco sobre o acontecido, e ela revelou que estava acostumada com uma vida sexual bem animada com seu ex-namorado, e que esse hiato de relacionamentos a estava enlouquecendo.&lt;br /&gt;Mas parece que Deus não quer que eu tome jeito, quando eu resolvo investir em uma menina séria, ele me joga uma ninfomaníaca nas mãos. Arminda foi embora, não nos vimos no dia seguinte pois ela iria passar a noite com suas amigas, incluindo Rosália e Ludmila, ou seja, tudo indicava ao relatar os acontecimentos e conhecer a minha fama, tudo acabaria por ali. Mas não foi o que aconteceu.&lt;br /&gt;Na quarta-feira, conversando com Arminda, nada mudara. Inclusive ao convidá-la para sair ela aceitou sem pensar duas vezes, sugeri um restaurante, ela queria ver uma mostra de teatro de grupos da cidade, a qual eu habilmente consegui me safar. Às 20 horas ela aparecia em casa, convidei-a para entrar, meus pais não estavam e demorariam a voltar. Na sala, com Don Juanito treinando sofrivelmente suas habilidades musicais, não era o local indicado para recebê-la. Levei-a então para meu quarto, onde nada demais aconteceu, muito menos que na noite anterior. Basicamente conversamos, principalmente sobre o que ela descobrira sobre e mim e quais eram suas expectativas comigo&lt;br /&gt;Até que o som de Don Juanito se cessa, ouço barulho de portas e passos pela casa. Meus pais haviam chegado. Como então justificar a presença de Arminda em meu quarto enquanto eles viajavam? Mais suspeito impossível, saí do quarto o mais rápido possível, trazendo Arminda pela mão e quando saiamos do corredor dos quartos, dou de frente com minha mãe. Assim que ela me vê e instantaneamente percebe meu semblante de espanto. Mamãe me pergunta o que havia acontecido, foi então mostrei a ela que estava acompanhado. Nunca em minha vida vi uma carranca tão assustadora no rosto de minha mãe. Em pânico, a primeira coisa que passou pela minha cabeça foi “Saída pela esquerda”, poderia ter disfarçado que a presença de Arminda ali não tinha nenhum interesse sexual. Puxei Arminda pelo braço e fomos embora para o restaurante.&lt;br /&gt;Arminda apavorada com a inusitada situação, estava em choque e eu me deleitava aos risos com seu constrangimento. Quase não falamos no restaurante, ela simplesmente estava caquética, demorou até o rubor de seu rosto desaparecer. Após o jantar, não tínhamos onde ir. Ambas as vontades eram de continuar os amassos do primeiro encontro, e nada mais propício a isso do que um motel, mas o fato de se ir a um motel obrigava em condições que Arminda ainda não estava confortável a aceitar, pelo menos não assim tão explicitamente. Sugeri então que fôssemos ao estacionamento do Habibs, um lugar ermo, dos olhos e de um possível assalto. E ali no carro de Arminda, recomeçando de onde paramos, desta vez fomos um passo mais além, que rapidamente foi interrompido devido ao seu desconforto com o local.&lt;br /&gt;No dia seguinte, combinamos de sair mas nada foi marcado. Por volta das 22 horas, chega o Holandês aqui em casa me chamando para ir ao nosso bar de sempre, mas ele veio acompanhado de um antigo rolo meu, que ainda era apaixonada por mim, e de um antigo rolo de Don Juanito, que me odiava desde de antes de eu a conhecer. Pedi a eles que esperassem, pois o resto da turma estava por vir. E logo em seguida chega Lisa em seu carro, acompanhada de Arminda, Don Juanito e Terere. Uma desconcertante situação se criou na frente de minha casa, em um carro as ex, no outro, as atuais ficantes. Todas desceram para decidir o que seria feito. A menina que me odiava era encanada com Don Juanito, e perturbava Lisa por isso. Já a minha ex-peguete era conhecida de Arminda e elas começaram a trocar figurinhas. E o caos estava criado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-1190854670925935652?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/1190854670925935652/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/08/arminda-carente-ii.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/1190854670925935652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/1190854670925935652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/08/arminda-carente-ii.html' title='Arminda, A Carente II'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SoERJnSLArI/AAAAAAAAAHE/nYIZWs0y_JY/s72-c/Ruiva.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-3786875318634505804</id><published>2009-08-04T21:28:00.003-03:00</published><updated>2009-08-11T03:36:41.290-03:00</updated><title type='text'>Arminda, A Carente I</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SoERaqc9UyI/AAAAAAAAAHM/U9ar05C5uz0/s1600-h/534.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5368591380572361506" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 156px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SoERaqc9UyI/AAAAAAAAAHM/U9ar05C5uz0/s200/534.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SnjSdF1TIEI/AAAAAAAAAG8/gPN1vLVxXrM/s1600-h/Ruiva.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Esta história começa em um sábado como sempre, no mesmo bar de sempre, mas é preciso citar alguns fatos para que ela tenha coerência. Há alguns meses, meu irmão ficou com uma menina e depois não a procurou mais, eis que esta menina que chamarei de Lisa veio conversar comigo no Orkut e MSN, logo desconfiei que ela se queixaria da falta de atenção de Don Juanito para com ela, como geralmente acontece, a menina abandonada procura seus amigos mais próximos para tentar mudar a situação. Lisa enfrentou arduamente meu preconceito e mostrou que seu interesse em mim não era esse, ainda não entendo o porquê que ela se esforçou tanto para gerar minha amizade (ainda suspeito que tenha algo a ver com Don Juanito), mas acabou que Lisa agora faz parte da nossa turma e mostrou-se uma excelente amiga, servindo até de escudeira quando o Holandês está ausente.&lt;br /&gt;É primordial também mencionar que nos últimos tempos a incessável caça às mulheres perdeu um pouco de seu charme. Uma aterrorizante horda de duplas sertanejas invadiu a região, e reacendeu a atração dos habitantes do interior de São Paulo para com o estilo, ou seja, o movimento nos shows de Pop/Rock perdeu parte de seu público. Assim também caiu a qualidade estética de seus espectadores, sobrando assim umas meninas muito estranhas para se conhecer. A quantidade caiu, e a qualidade também. Chegamos à conclusão eu e o Holandês: Seria esta a hora de abandonar o variado cardápio de Fígado Acebolado,Carne de Panela, Carne de Pescoço e outras iguarias menos nobres por um belo Contra-filé todo dia ? A lógica disse que sim.&lt;br /&gt;Voltando ao sábado, neste dia tocar o Pink Floyd Cover, eu já me preparava para a depressão, aquelas introduções de 5 minutos acabavam com o meu ânimo antes que a música começasse, mas devido a novamente estar sem carro, desta vez por estupidez de Don Juanito, teria de me contentar com o lugar mais cômodo de se chegar. O bar até que estava bem movimentado, Pink Floyd é uma banda de muitos fãs, mas a grande maioria já passou dos seus 30 anos e estava devidamente acompanhada de seus parceiros.&lt;br /&gt;Andando pelo bar, encontro novamente Rosália, acompanhada de uma amiga que eu não conhecia, era uma ruiva de cabelos tingidos de uma certa beleza. Cumprimentei Rosália e sua amiga, que se chamava Arminda. Após as apresentações, descobri que Arminda cursava Ciências Sociais em uma renomeada universidade pública de SP. Fiz uma brincadeira com seu curso para quebrar o gelo e de repente a garota destrambelhou a falar e não parava mais, e eu também como adoro mostrar aos simpatizantes de Marx que as pessoas não são iguais e o mundo é mau e cruel, passei algum tempo discutindo sobre o tema.&lt;br /&gt;Arminda mostrou-se interessante, bonita e inteligente, mas a hipótese de ficar com ela levava inevitavelmente ao desastre que seria tentar ficar com mais uma menina do grupo de Rosália, no qual eu não sou bem falado. Enquanto conversávamos, Lisa que acabava de chegar ao bar veio me cumprimentar e extraordinariamente abraçou Arminda fervorosamente, como se fossem amigas de infância que há tempos não se viam. Ao esclarecer meu estranhamento com a cena, elas disseram que de fato eram amigas de infância. Mas que mundo pequeno, ou melhor, essa cidade é um ovo mesmo!&lt;br /&gt;Puxei Lisa de lado para saber a ficha de Arminda. Ela me disse que Arminda namorou desde seus 15 anos e que recentemente, mais precisamente apenas alguns dias antes, terminara de vez seu relacionamento. Revelei a ela meu interesse sobre Arminda, mas Lisa já advertiu que ela era uma menina séria, que não ficaria com um desconhecido numa noite. E nem se eu quisesse, qual movimento para cima de Arminda deveria ser de total desconhecimento de Rosália, senão meus antecedentes criminais seriam revelados e isso assustaria a menina de tal forma que ela nunca mais falasse comigo. Pedi a Lisa então que a convidasse para sair com a galera no domingo, afinal, duas amigas de tanto tempo tinham muito assunto para pôr em dia e noite acabou assim.&lt;br /&gt;No domingo, acordei por volta das 15:00 horas, com aquela vontade não fazer nada típica dos domingos. Combinei com Lisa e o resto da galera de irmos à um barzinho por volta das 18:00 horas, claro que Arminda deveria ir também. Lisa passou em casa para me dar carona, Holandês e Terere já tinham ido para lá com outro amigo nosso, o Alegre. Chegando lá, Arminda estava em outra mesa e se juntou a nós para jogar poker, ela que nunca jogara poker na vida acabou ganhando de todos. Logo ao final do jogo, Arminda despediu-se e foi embora, dizendo que prometera aos seus pais que voltaria cedo naquela noite. Ficamos mais um pouco no bar e resolvemos ir para um posto para continuar a jogatina e assim se fez. Àquela hora da noite, ninguém mais estava afim de jogar, eu não estava afim de nada, queria ir para casa. Lisa insistiu que eu fosse com eles, agora para um restaurante chinês que disponibilizava de um videoke para seus fregueses, já eram 23:00 horas e o restaurante já estava fechando. A idéia agora era ir para a casa de Lisa para assistir filme. Eu hesitei até a morte, até que Lisa fez uma oferta considerável:&lt;br /&gt;- Se a Arminda for você vai?&lt;br /&gt;- Se ela for eu vou, mas só se ela for. Senão vou pra casa.&lt;br /&gt;Lisa ligou para Arminda a convidando para o filme e estendeu o convite para que ela dormisse em sua casa. Arminda aceitou e fomos eu e Lisa buscá-la. Os outros meninos foram atrás de Don Juanito que estava perdido pela cidade nos procurando devido a nossa constante mudança de lugar.&lt;br /&gt;Buscamos Arminda, acharam o Don Juanito e fomos todos para a casa de Lisa. Após mais uma rodada de poker, fomos todos assistir o filme, só que não se chegava à conclusão de qual filme seria visto. Arminda sentou-se no sofá e Alegre sem saber dos planos sentou-se ao lado dela. Neste momento ele foi obrigado a buscar algo no carro, logo em seguida, sentei em seu lugar.&lt;br /&gt;Começamos assistindo Silent Hill, até que alguns dormiram e eu troquei o filme para Os Sem Floresta, que eu ainda não assistira. Agora que eu estava a vontade com o filme, comecei a puxar as asas para o lado de Arminda encostando minha cabeça sobre seu ombro, alguns minutos depois eu já estava deitado em seu colo e algum tempo depois, era ela deitada no meu. Deixei que esse chamego despretensioso fosse o auge da noite. O filme acabou e fomos todos embora com Alegre, Arminda ficou com Lisa para passar a noite lá.&lt;br /&gt;Na segunda, assim que acordei falei com Lisa no MSN e perguntei sobre as novidades, Lisa contou toda sua conversa com Arminda, e que ela espontaneamente revelou que ficaria comigo. BINGO !&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-3786875318634505804?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/3786875318634505804/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/08/arminda-carente.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/3786875318634505804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/3786875318634505804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/08/arminda-carente.html' title='Arminda, A Carente I'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SoERaqc9UyI/AAAAAAAAAHM/U9ar05C5uz0/s72-c/534.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-7295046959832668797</id><published>2009-06-17T01:58:00.002-03:00</published><updated>2009-06-17T02:04:04.330-03:00</updated><title type='text'>Os Empata Foda</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/Sjh5OdUFR0I/AAAAAAAAAG0/cG1IvXS1Kvo/s1600-h/COMERCIAL%2520FOCUS.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5348157846796453698" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 134px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/Sjh5OdUFR0I/AAAAAAAAAG0/cG1IvXS1Kvo/s200/COMERCIAL%2520FOCUS.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sábado às 23 horas, a noite prometia, tocaria nesta data uma banda de Rock´n Roll das antigas, um dos meus estilos favoritos, além de ser perfeito para interagir com as garotas, coisa que só um estilo dançante e animado como o Rock dos anos 50 consegue ser.&lt;br /&gt;Passei pegar o Holandês no shopping e depois Terere que estava num boteco e fomos para a balada de sempre, desta vez Don Juanito nos acompanhou. Chegando lá, cadê todo mundo? O bar estava vazio, apenas meia dúzia de gatos pingados lá estavam. Mas aonde estavam as mulheres com as quais ansiosamente esperávamos dançar? Naquela noite tocaria a Ivete Sangalo na cidade vizinha, e no dia anterior no mesmo bar havia recebido o Elvis Cover, com estilo semelhante ao da banda do dia, tais fatores acabaram com todo o público feminino que geralmente freqüenta o bar. O bar ao lado também estava vazio, fomos então ao bar mais próximo que geralmente é bem freqüentado: Vazio também. Rodamos a cidade inteira a procura de aglomeração, o único lugar que achamos era um pub recentemente aberto que tinha tanta gente que a fila de espera era de 2 horas, fora de cogitação. A essa altura do campeonato, desanimados, cada um queria fazer uma coisa: jogar banco imobiliário, jogar sinuca, encher a cara no boteco mais barato, etc...&lt;br /&gt;Acabamos no bar de sempre, teríamos de nos contenta em ouvir as músicas sentados. Pois bem, lembram de Rosália? Ela estava lá, linda como sempre, acompanhada de Ludmila como sempre. Por incrível que pareça, as duas brigaram por minha causa e depois disso, Rosália nunca mais me deu nenhuma brecha para qualquer aproximação mais íntima. Mas bem, Rosália não é apenas um par de coxas e outro de peitos, ela é uma garota muito dócil e simpática, de fácil trato. Dancei um pouco com ela e depois ficamos na mesa onde os outros muleques estavam.&lt;br /&gt;Ao cruzar a pista para ir ao banheiro, encontro com Tunia, a louca que descrevi rapidamente na história do amarelamento. Pelo seu semblante, estava claro que ela queria me matar, mas não era de se esperar menos depois da impiedosa e inexplicável bota que dei na garota. Mesmo assim fui lá falar com ela:&lt;br /&gt;- Tunia ! Há quanto tempo? Com o sorriso mais sarcástico no rosto.&lt;br /&gt;Ela fez uma cara de desprezo e estendeu a mão para que eu a cumprimentasse com um aperto.&lt;br /&gt;Continuando com a cafajestagem:&lt;br /&gt;- Nossa, você está brava comigo?&lt;br /&gt;- Imagina, depois de você sumir sem me dar sequer uma explicação o que você esperava?&lt;br /&gt;- Então, aconteceram umas coisas aí....&lt;br /&gt;- O que aconteceu? Por onde você andou?&lt;br /&gt;Desferi as primeiras mentiras que passaram por minha cabeça, mas ela não engoliu:&lt;br /&gt;- Você acha que me engana? Vai passear !&lt;br /&gt;Mudei rapidamente de assunto, transferindo-o de mim para ela e então Tunia começou a falar e falar o que aconteceu em sua vida enquanto eu estava ausente. Eu ouvia tudo, fingindo estar interessadíssimo.&lt;br /&gt;Era óbvio que Tunia estava indignada comigo, mas também não havia me esquecido, seu nome freqüentemente aparecia entre os visitantes recentes de meu Orkut. Ao me ver falando com Tunia, Terere e Holandês já começaram com as gracinhas. Fiquei meia hora ao lado de Tunia, lançando olhares sacanas e ela já não estava mais ressentida, enquanto ela se aproximava para dançar junto a mim, seu bafo ofendia minhas narinas a palmos de distância, geralmente ela se perfumava quando saiamos, mas aparentemente neste dia acabou a pasta de dente.&lt;br /&gt;Não sei o que se passava em minha cabeça, aliás, sei sim : Eu ansiava por sexo desesperadamente e com Tunia seria diversão garantida. Pensando com a cabeça de baixo ofereci carona, ela aceitou, e ao acabar o show fomos para o carro. Abri a porta de trás para que ela entrasse e já fui para cima dela, tive que ouvir algumas até que se esgotassem todas as suas reclamações a meu respeito. Foi então que paguei todos os meus pecados pelo hálito de fumante. O bafo de Tunia era tietônico, não teve Halls que disfarçasse. Eu a beijava com a língua escondida dentro da boca para não sentir o gosto do esgoto.&lt;br /&gt;Saquei logo a arma, pois Graças ao Senhor, Deus não dotou nossos órgãos sexuais de sentidos olfativos ou degustativos. Tunia me agradava e logo em seguida parava para fazer um charme, assim eu tinha que falar alguma coisa que a incentivasse a continuar. Foi assim até que eu decidi tirar sua calça para ir aos finalmentes. Péssima idéia! Enquanto sua boca estava em estado de emergência, tirar sua calcinha decretou calamidade pública e eu não poderia abrir os vidros do carros, pois eram eles embaçados que estavam a nos privar dos olhares externos.&lt;br /&gt;Tubia subiu em meu colo e fez o que faz de melhor. Enquanto eu estava lá no bem bom, estoura uma bombinha ao lado do carro, como em Junho fogos são comuns não me importei e indiquei a ela que continuasse. Na hora que estava quase saciando meu desejo repreendido, ouve-se gargalhadas ao lado do carro. Imediatamente Tunia acaba com a diversão e começa a se vestir, eu abotouo a calça e saio lá fora para investigar.&lt;br /&gt;Lá estavam Terere, Holandês e Don Juanito mais o flanelinha se matando de rir. Xinguei a mãe, a avó e o cachorro, mas não agüentei e também comecei a rir da situação, de como eles contavam como o carro estava a balançar. Tunia saiu furiosa de dentro do carro e xingou todo mundo de novo. Levei todos embora e voltei para casa, tendo que acabar o serviço sozinho.&lt;br /&gt;A culpa é dela!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-7295046959832668797?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/7295046959832668797/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/06/os-empata-foda.html#comment-form' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/7295046959832668797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/7295046959832668797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/06/os-empata-foda.html' title='Os Empata Foda'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/Sjh5OdUFR0I/AAAAAAAAAG0/cG1IvXS1Kvo/s72-c/COMERCIAL%2520FOCUS.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-6837790068104785193</id><published>2009-06-10T00:02:00.003-03:00</published><updated>2009-06-18T11:26:07.958-03:00</updated><title type='text'>Geralda, A Indecisa</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/Si8jC2K1mBI/AAAAAAAAAGs/vXMmT5Dz3s4/s1600-h/duvida.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345529814519748626" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 134px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/Si8jC2K1mBI/AAAAAAAAAGs/vXMmT5Dz3s4/s200/duvida.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Era um sábado, na boca da noite, lá estava eu e meu amigo Holandês a caçar no minúsculo shopping da cidade. O shopping, se é que se pode chamar aquilo de shopping, é invadido pelos adolescentes nos finais de semana, já que a cidade não possui outro lugar para receber essa horda de menores de idade mal vestidos que saem dos bairros mais longínquos para se divertir e aterrorizar as pessoas que provavelmente gastariam mais de 5 reais numa visita ao shopping.&lt;br /&gt;Bom, o shopping estava lotado, mas a pedofilia era iminente. Das garotas que lá estavam, creio que nenhuma tinha mais de 18 anos. Eu por já estar cansado de aturar menininhas que ainda cheiravam a leite, indiquei logo ao Holandês para fossemos embora após alguns minutos pelos 2 corredores que o shopping possui.&lt;br /&gt;Saindo do shopping, sentadas numa mureta de jardim estavam duas meninas, Holandês passou as secando e notou olhares reversos. Não deu pra contar nem até três e ele já estava falando com elas:&lt;br /&gt;- Olá moças. O que vocês estão fazendo aí?&lt;br /&gt;- Nada.&lt;br /&gt;- Nada? Vamos fazer nada lá em casa então?&lt;br /&gt;E milagrosamente elas aceitaram. Fomos então rumo à casa do Holandês, que não era tão perto assim. Nos 20 minutos de caminhada, as meninas foram se apresentando e se familiarizando, Holandês não cessava as perguntas e eu... bom, eu apenas cascava o bico da situação. Pois bem, as meninas disseram ter 16 anos, pelo menos já não era estupro presumido. Uma era uma bela morena, magra, de olhos verdes e traços bem feitos que se chamava Geralda. A outra era uma mulatinha que... bem, deixa quieto.&lt;br /&gt;Não precisava nem perguntar, nossa regra é clara, quem chega primeiro escolhe, era óbvio que o Holandês escolheria a morena, e a mulatinha estava fora de questão. No caminho ligamos para nosso amigo Terere para que ele fosse para a casa do Holandês pois nós pretendíamos sair naquela noite.&lt;br /&gt;Ao chegar na república, as meninas logo se acomodaram no sofá e o papo continuou. Daqui alguns minutos, chega Terere junto de outro nosso amigo Rocco. Rocco é um cara gente boa, porém racista ao extremo, ao ver a mulata lá dentro ele já começou a gargalhar da nossa cara e foi comprar cigarro.&lt;br /&gt;Holandês já estava ciente que aquilo não acabaria bem e hesitava em dar o ultimato, foi então que o intimei:&lt;br /&gt;- Ou vai você, ou vou eu!&lt;br /&gt;Holandês então se encheu de coragem e levou Geralda para conhecer seu quarto, assim que a porta se fechou, a mulatinha pediu para abrir o portão para que ela fosse embora, levando os sapatos de Geralda que a pertenciam.&lt;br /&gt;Eu e Terere corremos então para a janela do quarto do Holandês para acompanhar o que se passava lá dentro. Após alguns minutos de silêncio, escuta-se Holandês falar:&lt;br /&gt;- Deixa eu por o dedinho, vai?&lt;br /&gt;- Não!&lt;br /&gt;- Só um pouquinho?&lt;br /&gt;- Nem pensar, não vai ser a sua buc*** que vai ficar doendo depois!!&lt;br /&gt;Seguramos forte para não rir, mas logo em seguida continua o Holandês:&lt;br /&gt;- Então, você tem ver que você é uma menina decente...&lt;br /&gt;Aí foi a gota d´água, com a mão na boca, corri do corredor do quintal para dentro da casa com uma gargalhada ensurdecedora, não pude me contar diante tamanha comédia. Holandês saiu do quarto e fechou também a porta da sala depois do barulho. Foi então que minha carona chegou e tive que ir. Mas contarei o restante da história assim como me contaram.&lt;br /&gt;Após varias tentativas do Holandês em penetrar Geralda, ela revelou que na verdade estava atraída por Terere. Acontece que em vários anos de amizade com Terere, foram poucas as garotas com as quais ele se envolveu, acostumado com a vida fácil de festas universitárias open-bar na cidade onde morava durante a semana , aonde a quantidade de belas garotas alcoolizadas é muito superior ao de uma balada qualquer, Terere raramente atacava alguma, pois seu padrão de qualidade era dificilmente atingido :&lt;br /&gt;- Você quer ficar com o Terere? Beleza, eu te arranjo para ele!&lt;br /&gt;- Mas você não vai ficar bravo?&lt;br /&gt;- Imagina! Será um prazer.&lt;br /&gt;E foi então que o Holandês saiu do quarto e passou a mensagem para Terere. Rocco voltou e os três foram até um bar próximo à republica de Holandês. Detalhe: foram a pé, com Geralda descalça. No bar, Terere que não abre a mão nem para dar tchau, se mostrou um cavalheiro, pagou bebida e comida para Geralda, que não tinha mais nem os sapatos, imagine então dinheiro.&lt;br /&gt;Na volta até a casa de Holandês, Terere levou Geralda para o quartinho do fundo, que ficava ao lado da lavanderia. E lá estava Geralda novamente nua, na segunda cama em menos de poucas horas. Ao descer aos países baixos, Terere se deparou com um terrível e insuportável fedor vindo das partes de Geralda, sem nenhum constrangimento ele disse:&lt;br /&gt;- Viu, faz um favor pra gente ?&lt;br /&gt;- O que? Respondeu Geralda.&lt;br /&gt;- Vai ali no tanque e dá uma lavadinha nela.&lt;br /&gt;Geralda embaraçada com seu mau cheiro, foi até o tanquinho e encharcou a periquita. Depois disso, Terere com extrema inabilidade, concretizou o ato com Geralda, que já cambaleava de sono, e ainda reclamou que ela não “colaborava”.&lt;br /&gt;Ao amanhecer, os dois foram até o ponto de ônibus para que Geralda tomasse seu caminho para casa, mas antes disso ela o pediu para almoçar em sua casa, conhecer seus pais e até em namoro. Claro que Terere fugiu da garota e a despachou no primeiro ônibus que surgiu.&lt;br /&gt;A culpa é dela!&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-6837790068104785193?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/6837790068104785193/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/06/geralda-indecisa.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/6837790068104785193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/6837790068104785193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/06/geralda-indecisa.html' title='Geralda, A Indecisa'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/Si8jC2K1mBI/AAAAAAAAAGs/vXMmT5Dz3s4/s72-c/duvida.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-3644297552953621719</id><published>2009-06-04T01:55:00.003-03:00</published><updated>2009-06-04T02:07:19.306-03:00</updated><title type='text'>O Mestre da Culpa</title><content type='html'>Bom, eu fui praticamente obrigado a postar aqui em homenagem ao maior dramaturgo brasileiro, Nelson Rodrigues.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem são Don Juan e Casanova perto de Nelson Rodrigues?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após procurar em todas as lojas on-line a série " A vida como ela é", em todas a série estava esgotada, só fui achar alguns capítulos no Youtube, mas é com muito prazer que eu os compartilho com vocês. Aproveitem enquanto estão no ar, me parece que andam caçando a série na internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/R1E2L2lku4g&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/R1E2L2lku4g&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yfJmHdfSUzY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/yfJmHdfSUzY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zbe1WldfGho&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/zbe1WldfGho&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/dpFIHQy8RX8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/dpFIHQy8RX8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-3644297552953621719?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/3644297552953621719/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/06/o-mestre-da-culpa.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/3644297552953621719'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/3644297552953621719'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/06/o-mestre-da-culpa.html' title='O Mestre da Culpa'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-5532100668828762850</id><published>2009-05-18T15:35:00.004-03:00</published><updated>2009-05-18T15:59:50.812-03:00</updated><title type='text'>O dia que o Don Juan amarelou</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/ShGrxzyqayI/AAAAAAAAAGk/Xi5Al4iy8pw/s1600-h/blogimg_57_264_20070523230456.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5337235905615391522" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 183px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/ShGrxzyqayI/AAAAAAAAAGk/Xi5Al4iy8pw/s200/blogimg_57_264_20070523230456.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Domingo à noite, após desistir de entrar no bar mais badalado da cidade, o qual promoveria sessões de tortura intermináveis de pagode e sertanejo, resolvi ir ao bar de sempre, mesmo por que eu estava sozinho e lá de certo companhia não me faltaria.&lt;br /&gt;Pois bem, nos últimos tempos foram raras as vezes que lá fui aos domingos, dia reservado ao forró, e como já foi dito aqui em histórias anteriores, o domingo é o dia mais trash da semana.&lt;br /&gt;Cabe aqui explicar os últimos acontecimentos: No fim de março fui agarrado por uma louca, com a qual comecei um relacionamento devido à sua insistência em me procurar, e como há muito tempo minhas necessidades de homem não eram supridas de maneira satisfatória , resolvi aceitar as investidas da garota. Paramos de sair quando ela viajou para sua cidade natal e eu aproveitei a deixa para me livrar de um eminente namoro. Ao mesmo tempo, comecei a trabalhar e meu carro voltou da oficina, o carro me possibilitaria ter acesso a mais garotas, já que poderia sair com qualquer uma na hora que fosse mais propício, mas não foi isso que aconteceu, a necessidade de acordar cedo todos os dias regulou meu relógio biológico de tal maneira que quando chegava à noite, horário que geralmente eu estaria a cem por hora, eu não chegava nem a quarenta. Meu pique e minha “carência amorosa” teriam sido terrivelmente abalados, quando chegava no bar, eu já estava cansado e minhas habilidades venusianas estavam bloqueadas. Tudo o que eu queria era me encostar num canto, apreciar uma boa cerveja e desfrutar do som que estava a tocar. Enquanto minha consciência me dizia para ir atrás de alguma garota, meu corpo não tinha forças para desperdiçar com qualquer bonitinha que aparecesse, assim, me guardava para uma garota acima da média, mas o simples fato de parar de praticar reduziu meu desempenho para níveis amadores e não o que se esperaria de um Don Juan.&lt;br /&gt;Voltando à noite de ontem, chegando no bar, o público não era dos melhores, mas acabei entrando para não perder a viagem. Rodei o lugar para cumprimentar os conhecidos e me encostei na bancada central para apoiar minha garrafa de cerveja que estava a congelar minha mão. Do outro lado da bancada, encostava no balcão do bar, estava uma morena que eu nunca vi, dotada de um corpo sensacional. Após uns dois ou três olhares cruzados, ela veio para bancada bem ao meu lado. Comecei a fitá-la para descobrir suas intenções, e um sorriso sem vergonha em seu semblante sanou minhas dúvidas.&lt;br /&gt;Em tom de curiosidade lhe disse um singelo Oi, ela respondeu com grande empolgação e imediatamente me puxou para dançar. Eu sou um péssimo dançarino e ela não dançava tão bem a ponto de corrigir a minha falta de molejo, desisti da dança então, apesar das várias tentativas dela me ensinar. Começou então a sessão de interrogatório :&lt;br /&gt;- Como você chama?&lt;br /&gt;- Eu? Don Juan. E você ?&lt;br /&gt;- Cristina . Você não sabe dançar forró, do que você gosta?&lt;br /&gt;- O que você acha? ( Deduzindo que minha jaqueta de couro responderia)&lt;br /&gt;- Rock??&lt;br /&gt;- Sim.&lt;br /&gt;- Mas só rock??&lt;br /&gt;- Rock, blues, jazz...&lt;br /&gt;- Nunca ouvi Blues, como é?&lt;br /&gt;- Já ouviu Eric Clapton? (Citando o artista mais conhecido do mainstream popular)&lt;br /&gt;- Ahhh, que legal. Mas sua face disse “ Que diabos é isso???”&lt;br /&gt;A cada pergunta, Cristina se aproximava mais de mim e já estava praticamente se esfregando ao meu corpo, o que despertou minha desconfiança e me deixou apático diante dela. Como dizia o velho ditado “ Quando a esmola é demais, o santo desconfia.”&lt;br /&gt;- Você quase não fala!! Você é tímido ?? Eu adoro homem tímido !!&lt;br /&gt;- Sinceramente? Não sou. Mas estou de boa hoje.&lt;br /&gt;- De boa? Quer que eu vá embora?&lt;br /&gt;Encontrei-me na delicada situação de medir exatamente as palavras de forma a qual Cristina não fosse afugentada a ponto de ir embora e também que não fosse incitada a continuar com a esfregação até que eu pudesse averiguar quem ela era, pois o fato de não reagir a um assédio feminino estava me enlouquecendo. Não havia nem 10 minutos que eu estava no bar, eu precisava de tempo para ver com quem ela estava, se alguém mais a conhecia e etc...&lt;br /&gt;Quando fui tomar da minha cerveja que lá estava esperando, o garçom havia levado o copo embora, Cristina ofereceu o seu:&lt;br /&gt;- Mas e você vai beber aonde? Vou ali pegar um copo para mim!&lt;br /&gt;Quando voltei Cristina não estava mais ali, aproveitei e fui até a portaria para fazer a investigação. Se tem alguém que conhece todo mundo naquele bar é Hanz, o porteiro.&lt;br /&gt;- Hanz, quem é aquela morena gostosa pra *$&amp;amp;%¨&amp;amp; de blusinha branca e calça jeans?&lt;br /&gt;- Aquela ali? Me perguntou apontando para Cristina.&lt;br /&gt;- Essa mesmo.&lt;br /&gt;- Hahahaha. Duzentão você come ela! Vai na fé!&lt;br /&gt;- Como assim? É puta mesmo? Você conhece?&lt;br /&gt;- Nunca vi ela aqui, mas ela entrou com um velho e mais duas meninas.&lt;br /&gt;Hanz é um putanhesco, passou boa parte de sua vida nos bordeis da região, se alguém ali entendia de puta era ele. Quando olho para Cristina, ela está grudada com as outras duas amigas dançando para o velho. Isso confirmou as palavras de Hanz. Ele quis saber o porquê do meu interesse por Cristina, e eu contei sobre a situação:&lt;br /&gt;- Tá esperando o que pra levar ela pro carro? Ele que sempre embaçava minhas tentativas de levar as garotas para o carro.&lt;br /&gt;- Mas posso sair?&lt;br /&gt;- Se você conseguir levar essa pro carro está liberado.&lt;br /&gt;Influenciado pela motivação de Hanz, fui atrás de Cristina. Eu nunca recorri aos serviços de garotas de programas por que acho inaceitável a idéia de pagar para conseguir a companhia de uma mulher. Se um cara de boa aparência como eu e muitos outros por aí não consegue uma mulher é pura falta de esforço e a solução para isso é dar a cara a tapa, criar coragem e honrar o que um homem carrega no meio das pernas. Mesmo por que uma prostituta de qualidade cobra bem caro, e com esse dinheiro dá e sobra para pagar drinks, jantares, cinemas e outros atrativos para se conquistar uma garota. Mas bem, a situação não era essa, eu teria uma deliciosa mulher de graça e sem esforço nenhum, mas mesmo assim, tudo tem seu preço.&lt;br /&gt;Assim que achei Cristina, a convidei para ir até o carro para lhe apresentar ao bom e velho Blues. Nunca foi tão fácil levar uma garota para o carro. Ela me disse:&lt;br /&gt;- Vai na frente que eu vou logo atrás de você. Tentando disfarçar a sua ausência para o velho que a estava bancando.&lt;br /&gt;Logo que saímos, perguntei a Cristina :&lt;br /&gt;- Aonde você trabalha? O que você faz?&lt;br /&gt;- Não interessa. É algo ilícito.&lt;br /&gt;Me fazendo de desentendido perguntei:&lt;br /&gt;- Você é traficante? Assaltante?&lt;br /&gt;-Não. Na verdade eu não trabalho.&lt;br /&gt;Qualquer dúvida restante de sua ocupação foi esclarecida nesse momento.&lt;br /&gt;Entrando no carro, levei-a direto para o banco de trás. Ela procurava desesperadamente por uma bala. Enquanto eu procurava o cd com Blues , ela revirou os meus bolsos e todos os vãos do carro em questão de segundos, inclusive achou 5 reais eu nem sabia que existia. Sem bala, ela se aproximou. Foi então com os vidros fechados, que meu nariz resfriado detectou um tremendo bafo exalando de sua boca. Entendi o porquê da bala. Foi então que parei para pensar. Cristina estava ali não como prostituta, mas como uma mulher qualquer, e teria que tratá-la como tal, começando pelo beijo. Em outras situações eu teria encarado o bafo, como já foi relatado aqui. Mas vindo de Cristina, pensei o que já não teria passado por sua boca, e que “impurezas” estariam ali acumuladas. Não seriam coisas que uma simples escovação dental resolveria. Talvez eu estivesse perdendo a melhor trepada da minha vida, pois uma profissional, que domina bem o assunto, trabalhando por prazer faria o serviço com muito mais empenho que de costume.&lt;br /&gt;Enquanto eu arquitetava uma solução, Cristina percebeu minha hesitação e disse que teria que voltar para o bar pois não poderia ficar ali por muito tempo, tentei convencê-la a ficar, ela me fez anotar seu telefone, abriu a porta do carro e saiu. Voltamos para o bar, um de cada vez.&lt;br /&gt;Hanz me cumprimentou e quis saber sobre o que acontecera no carro. Tentei manter minha reputação:&lt;br /&gt;- Ela correu. Comecei a passar a mão nela, mas ela correu.&lt;br /&gt;- Mas você beijou né?&lt;br /&gt;- Não, não encarei o bafo.&lt;br /&gt;- Ai é foda mesmo.&lt;br /&gt;Eis que algo de inusitado acontece. Existe um senhor de meia idade que é freqüentador do bar, este senhor se faz de boa praça, mas ninguém o suporta, toda vez ele está em cima de alguma moça e desta vez a garçonete foi vítima de sua embriaguez.&lt;br /&gt;Ela veio até a portaria indignada e começou a se queixar:&lt;br /&gt;- Hanz, ele me beijou. Que nojo! Mostrando que o senhor acertara o canto de sua boca.&lt;br /&gt;Continuando as queixas:&lt;br /&gt;- Credo. Eu passei álcool , até vomitei, mas parece que não sai sensação que ele deixou.&lt;br /&gt;Foi então que eu me convenci de ter agido corretamente, se eu fosse um cara asqueroso como esse maluco chato, teria de recorrer às mulheres da vida. Mas como não é o meu caso, posso me dar ao luxo de exigir coisa melhor, por mais gata que a garota de programa for, mesmo de graça, eu consigo mais. Em outra ocasião vocês teriam me visto dançando com prostitutas, no meio de um sanduíche , onde eu era o hambúrguer e elas o pão, é divertido zoar com elas, mas as coisas param por aí.&lt;br /&gt;Quando sai do bar para ir embora, o flanelinha veio me falar:&lt;br /&gt;- Rapaz, que avião era aquele que você levou pro carro?&lt;br /&gt;- Era puta, não rolou nada, ia ter que beijá-lá.&lt;br /&gt;- É , beijar puta não dá. Ele ainda tirou uma da minha cara:&lt;br /&gt;- Beijar uma mulher dessas é beijar 10 quilômetros de pica por tabela.&lt;br /&gt;A culpa é dela!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-5532100668828762850?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/5532100668828762850/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/05/o-dia-que-o-don-juan-amarelou.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/5532100668828762850'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/5532100668828762850'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/05/o-dia-que-o-don-juan-amarelou.html' title='O dia que o Don Juan amarelou'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/ShGrxzyqayI/AAAAAAAAAGk/Xi5Al4iy8pw/s72-c/blogimg_57_264_20070523230456.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-5061991799817078749</id><published>2009-04-28T00:53:00.004-03:00</published><updated>2009-04-28T01:15:13.764-03:00</updated><title type='text'>Florinda, a Fantástica</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_haKSBU87V-M/SfZ-8CBQ_rI/AAAAAAAAAC0/MA6LM43bEYE/s1600-h/untitled.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329586778838990514" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 166px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_haKSBU87V-M/SfZ-8CBQ_rI/AAAAAAAAAC0/MA6LM43bEYE/s200/untitled.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;F&lt;/strong&gt;lorinda não era Dona. Não usava bobs, nem avental, nem esbofeteava trambiqueiros atrapalhados (pra minha sorte). Florinda era antes, nas palavras de meu avô, um portento da natureza. Nem tanto por seu belo semblante, mas pela leveza de seu espírito, quase tão esguio quanto suas coxas níveas e sua espalda resplandecente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;Aos mais afoitos, já desfecho: não peguei. Mas seu eu quis, ah... sempre. E é sobre isso que estas linhas são, sobre fascinação, sobre desejo, sobre como a leveza pode ser brutalmente intensa, sobre como uma mulher pode ser incrivelmente sedutora por suas idéias e sua postura, sem necessariamente atrelá-las à velha (e boa) luxúria.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;O ano era 2003. Casanova, um perfeito vagabundo acadêmico, deixava o colegial com mais alegrias que desejara e menos conhecimento que deveria, desembocando num cursinho junto ao comparsa Ulisses e outros aventureiros da famigerada Odisséia Pré-vestibulariana. Ora, num cursinho se conhece gente de todo tipo, todos socados em salas atulhadas de gente, de fórmula e de culpa por não ter estudado direito nos anos passados. Mas é nesse ambiente de pressão que muitas personalidades rompem aquela casquinha e muita gente boa de verdade aparece. E foi numa dessas tardes de estudo que Florinda desabrochou na minha rotina massacrante de química orgânica. Era uma jovem branquíssima, de cabelos pretos e corpo sem grandes diferenciais. Mas não tomem, amigos, esta descrição como verdade absoluta. O caso é que não se prestava muita atenção ao seu corpo pois seus olhos pretos dominavam qualquer tentativa de desvio de atenção. Eram intensos, brilhantes, grandes e expressivos, suavizados apenas por um sorriso tranqüilo e recorrente, pendurado naqueles lábios delicados de carmin. Não lembro bem como começamos a conversar, só sei que em poucos minutos já éramos João e Maria, vizinhos e cúmplices desde os 4 anos de idade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Nas tardes seguintes Florinda ajudava Casanova com química ( e física, trigonometria, biologia...) e recebia como paga perguntas provocadora acerca dos seus pensamentos. Era justo. Ela me fazia raciocinar e eu a fazia sentir. E a simbiose era perfeita, porque nunca conheci mulher mais interessante que Florinda. Ainda agora malogro minha parca capacidade de descrevê-la, mas sigo. Florinda via o mundo com olhos de Florinda, tesos por conhecimento, questionadores e ao mesmo tempo cândidos.  Era um saber por saber, era uma simplicidade  de criança. Acho que no fim era isso: Florinda levava ainda na alma o mesmo ponto de interrogação renitente nas crianças. De tudo queria saber, a tudo queria explicar, por tudo queria se apaixonar. Era um espetáculo vê-la articulando pensamentos, tendo idéias, confabulando com o mundo. Florinda era fantástica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Uma tarde empapada de suor e neurônios gastos com a sempre inexata matemática,  a pequena deu a suas corriqueiras elucidações sobre a vida um tom diferente. Ela me disse que se pudesse beijaria todo mundo, só pra saber como é. Eu, burro, empaquei. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;E não são estas páginas todas, desde o Princípio, um confessionário? Pois confesso, travei covardemente. Florinda, a fabulosa, dava-me a deixa e eu ali ficava empertigado olhando pra sua cara, como um gárgula idiota com cérebro de pedra. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;Pouco tempo depois passei no vestibular e como Florinda era alternativa demais pra responder emails, perdeu-se o contato. Mas fica a homenagem a esta fantástica mulher e o conselho aos que lêem: não vos acovardeis ante personalidades fantásticas, pois que se não o remorso vem à cavalo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Mulher de espírito forte, de alma liberta, que despeja o todo seu charme bruto em cima de um pobre ex-colegial. Como não querbrar? A culpa é dela!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-5061991799817078749?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/5061991799817078749/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/04/florinda-fantastica.html#comment-form' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/5061991799817078749'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/5061991799817078749'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/04/florinda-fantastica.html' title='Florinda, a Fantástica'/><author><name>Casa Nova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04416466412180667669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_haKSBU87V-M/SfZ-8CBQ_rI/AAAAAAAAAC0/MA6LM43bEYE/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-4581375049979093983</id><published>2009-02-26T22:51:00.000-03:00</published><updated>2009-02-26T22:52:00.443-03:00</updated><title type='text'>A Física do Amor</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;            Muito se fala sobre a química do amor e blá blá blá, pois eu afirmo, quem domina a sedução é a física , Newton já dizia há 400 anos atrás:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lei I-Inércia&lt;/strong&gt; -Todo corpo continua em seu estado de repouso ou de movimento uniforme em uma linha reta, a menos que seja forçado a mudar aquele estado por forças imprimidas sobre ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja , se a garota está ali parada, ela não vai vir falar com você , ela vai continuar lá até que você (ou outro cara) crie coragem e vá puxar papo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lei II- Quantidade de Movimento -&lt;/strong&gt; A mudança de movimento é proporcional à força motora imprimida, e é produzida na direção da linha reta na qual aquela força é imprimida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Troque movimento por atitude e força motora por empenho e você descobre a 2ª Lei de Newton para a sedução. Seu sucesso na conquista depende do seu talento e empenho no tratar com as mulheres. Se a menina estiver andando , ela vai continuar andando a não ser que você chame a atenção e o interesse dela. Se ela estiver sentada ou parada, vale a mesma coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lei III – Ação e Reação -&lt;/strong&gt; A toda ação há sempre oposta uma reação igual, ou, as ações mútuas de dois corpos um sobre o outro são sempre iguais e dirigidas a partes opostas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para cada ação, uma reação. A lei mais complexa, o importante dela  é saber gerar reações, um olhar vai chamar a atenção de outro, uma boa conversa vai gerar interesse pelas suas palavras, uma brincadeira na vai quebrar o gelo e etc. Cabe saber qual ação executar para obter-se a reação desejada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a química? Não vale de nada? Vale, mas só depois da física ter sido aplicada, a química vai dizer se duas pessoas combinam ou não, se um beijo combina com o outro, se um gênio bate com o do outro e todos os outros atributos de um relacionamento já firmado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-4581375049979093983?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/4581375049979093983/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/02/fisica-do-amor.html#comment-form' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/4581375049979093983'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/4581375049979093983'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/02/fisica-do-amor.html' title='A Física do Amor'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-6005761013084066772</id><published>2009-02-13T19:22:00.002-02:00</published><updated>2009-02-13T19:24:30.407-02:00</updated><title type='text'>Ninguém é de Ninguém</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SZXlBBF7RJI/AAAAAAAAAGc/1iarSZi2KUQ/s1600-h/gggg.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5302395941934548114" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 137px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SZXlBBF7RJI/AAAAAAAAAGc/1iarSZi2KUQ/s200/gggg.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sábado á noite, antes de irmos para o bar de sempre, eu e meu amigo Terere paramos na padaria ali perto para tomar algumas cervejas, pois lá, a magnífica loira é alguns contos mais barata. Sentados ali bebendo, na mesa ao lado havia duas meninas, uma loira gordinha virada de costas para mim e a outra morena magra de frente para mim. Terere pergunta:&lt;br /&gt;- Pegava a morena?&lt;br /&gt;- Pegava fácil !!&lt;br /&gt;- Ela está olhando pra cá.&lt;br /&gt;Acontece que a padoca nunca foi lugar de pegar mulher, mesmo por que nunca é bem freqüentada. Fiquei apenas olhando as duas, até que dois pagodeiros se sentam junto delas, pensei que estivessem juntos.&lt;br /&gt;Descemos então para o bar, já esperava que nesta noite o movimento não seria bom, já que estava acontecendo a maior micareta da cidade neste fim de semana, e o rock´n roll haveria de me contentar nesta noite. E assim se fez, chegando lá por volta das 23 horas o bar estava meio vazio, mas até a meia-noite, hora que a banda começa a tocar, o local estava com seu movimento de sempre. Inclusive as duas da padaria estavam por lá.&lt;br /&gt;Já que a noite não prometia nenhum sucesso com as mulheres, já me preparava para encher a cara, pois não precisaria estar nem um pouco sóbrio a ponto de conseguir falar ou pensar logicamente. Quando eu ia ao bar para pegar uma garrafa da nobre verdinha, dou de cara com a morena, ela parou e ficou olhando para a minha cara, e eu para a dela:&lt;br /&gt;- Oi?&lt;br /&gt;- Oi!&lt;br /&gt;- Você que estava lá na padaria?&lt;br /&gt;- Sim , era eu.&lt;br /&gt;- Sabia que você era do rock, por que vocês dois não foram falar com a gente? Apareceram uns pagodeiros lá e eles estão até agora no nosso pé.&lt;br /&gt;Fiquei sem palavras, a menina reclamava da minha falta de assistência, quando na maioria das vezes elas reclamam da minha incansável insistência.&lt;br /&gt;- Qual seu nome?&lt;br /&gt;- Ludiceia e o seu?&lt;br /&gt;- Don Juan, prazer.&lt;br /&gt;Eis que o pagodeiro percebeu que iria perder a garota e veio tirar satisfações comigo, ele colocou o braço sobre meus ombros e disse:&lt;br /&gt;- Então maluco, as minas tão com a gente!&lt;br /&gt;- Pô, velho , foi mal.&lt;br /&gt;Me livrei da encrenca , passei ao lado de Ludiceia e disse:&lt;br /&gt;- Me segue!&lt;br /&gt;Fui até o muro dos fundos , grudei-a na parede e tasquei-lhe um beijo. Um beijo rápido, para que os pagodeiros não vissem, apenas para abrir o placar da noite.&lt;br /&gt;Deixei Ludiceia e fui a procura de outras vítimas. Algum tempo depois Ludiceia vem em minha direção, me agarra bem no meio do bar e me beija loucamente. Fiquei até atordoado.&lt;br /&gt;- Cadê os caras que você estava?&lt;br /&gt;- Foram embora.&lt;br /&gt;Com aquele beijo escandaloso, acabaram-se minhas chances com a outra garota que eu já tinha começado a flertar, restava então aproveitar o máximo de Ludiceia. Só que Ludiceia era tão caçadora quanto eu. Após algumas sessões de beijos ela fala:&lt;br /&gt;- Espera aí que vou ali falar com aquela mina.&lt;br /&gt;- Que mina?&lt;br /&gt;- Aquela loira alta.&lt;br /&gt;Acontece que a loira alta parecia um traveco.&lt;br /&gt;- Aquilo não é mulher não. Eu disse, com a certeza de que a gigante de ombros largos era mais do que mulher.&lt;br /&gt;- Você está louco? Vou lá falar com ela. Por que você não fica com a minha amiga?&lt;br /&gt;A amiga de Ludiceia não era bonita, mas também não era de se jogar fora, fiquei lá conversando com ela. Dali a pouco Ludiceia volta:&lt;br /&gt;- Vocês ainda não beijaram??? Beija ele amiga, ele beija bem.&lt;br /&gt;Foi aí que tomei coragem e agarrei a gordinha, dei-lhe um beijo apenas para somar o placar, pois não ficaria ali agarrado com ela queimando meu filme:&lt;br /&gt;- Quero beijar as duas agora !!&lt;br /&gt;Ludiceia se animou com a idéia, mas respondeu:&lt;br /&gt;- Ela é hetero, não vai topar não. E não topou mesmo.&lt;br /&gt;Peguei o telefone de Ludiceia:&lt;br /&gt;- Eu tenho uma amiga bi também , por que a gente não marca um dia de sair?&lt;br /&gt;- Demorou, me liga.&lt;br /&gt;Já estava na hora da van que leva os clientes do bar ir embora e eu iria com ela. Fui então para casa.&lt;br /&gt;Agora é só esperar meu carro voltar do conserto para marcar um ménage com Ludiceia.&lt;br /&gt;A culpa é dela!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-6005761013084066772?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/6005761013084066772/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/02/ninguem-e-de-ninguem.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/6005761013084066772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/6005761013084066772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/02/ninguem-e-de-ninguem.html' title='Ninguém é de Ninguém'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SZXlBBF7RJI/AAAAAAAAAGc/1iarSZi2KUQ/s72-c/gggg.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-8878529387423480150</id><published>2009-02-08T17:15:00.002-02:00</published><updated>2009-02-08T17:17:38.412-02:00</updated><title type='text'>Solange, A Lésbica</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SY8vsUe2TLI/AAAAAAAAAGU/NXKvWZbVc54/s1600-h/lesb.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300507724897209522" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SY8vsUe2TLI/AAAAAAAAAGU/NXKvWZbVc54/s200/lesb.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quinta-Feira à noite, sem carro ainda, tive que ir de moto-táxi para o bar, andar de moto-táxi é sempre uma aventura, os pilotos descem o cacete e você se agarra no suporte com toda a força possível , pois, a sua vida depende disso.&lt;br /&gt;Desta vez nenhum amigo me acompanhou, tive que ir sozinho mas chegando no bar rapidamente encontrei amizades que por lá eu fiz.&lt;br /&gt;A principio fiquei junto de um grupo de garotas a qual a única que eu conhecia era uma cantora que há tempos eu paquero, mas com ela rola mais amizade do que qualquer outra coisa, não me precipitei, fiquei por lá tomando cerveja com elas. Eis que todas resolvem ir ao banheiro e restam apenas eu e mais uma que eu não conhecia na mesa, era razoavelmente bonita, resolvi então puxar assunto com ela para ver se dali saia alguma coisa, mas não saiu.&lt;br /&gt;Fui dar uma volta pelo bar, encontrei duas amigas , uma loira linda e a outra morena quase tão bela quanto, a loira já estava acompanhada de um cara muito estranho, fiquei então conversando com a morena, a conversa ia, mas não rolava nenhuma oportunidade para que lançasse meus flertes sobre ela.&lt;br /&gt;Fiquei então a rodar pelo bar, empunhando uma garrafa de Heineken, até que avisto uma garota um tanto quanto incomum. Cabelo curto ( mas com corte de mulher e não de homem) e um pedaço de tatuagem vazando pelo decote de sua blusa. Tatuagem é um ótimo pretexto para uma aproximação, todos que fazer tem orgulho delas, e querem mostrar para todo mundo o desenho em seus corpos ( salvo algumas exceções de tatuagens em lugares onde o sol não bate).&lt;br /&gt;Fui lá então e perguntei :&lt;br /&gt;- O que você tem tatuado aí?&lt;br /&gt;Ela puxou a blusa e me mostrou duas andorinhas carregando uma cereja cada, a tatuagem era no peito, acima dos seios e disse:&lt;br /&gt;- Uma andorinha só não faz verão&lt;br /&gt;- Qual seu nome?&lt;br /&gt;- Solange&lt;br /&gt;Solange tinha um rostinho de boneca, boca e nariz bem feitos e bochechas rosadas, além de um corpo excepcional, seios e bumbum fartos e empinadinhos, exatamente como eu gosto.&lt;br /&gt;E pela primeira vez na noite uma garota me olha com outros olhos, poderia até citar um verso do Barão Vermelho : ” Os olhos gulosos, de quem quer me despir...”. Quando ia então puxar papo para conhecê-la melhor, Solange já se desvia:&lt;br /&gt;- Olha, eu estava te olhando, você é muito bonito, mas eu sou lésbica, tenho até namorada.&lt;br /&gt;A situação então mudou completamente, minhas chances caíram drasticamente, além de seduzi-la, teria ainda que convencê-la a ir contra sua sexualidade e ainda trair sua namorada. Tarefa digna para James Bond, mas no caso teria de ser Don Juan, o herói dos romances a aceitar tão delicada missão.&lt;br /&gt;Tudo bem, o primeiro e mais importante passo eu já tinha dado, ela gostou de mim, gostou tanto que já estava até querendo fugir para evitar complicações. Comecei então a persuadi-la a me beijar, menosprezando a importância de um beijo com frases do tipo “ Beijo eu dou até na minha mãe”.&lt;br /&gt;Eis que surge outro obstáculo:&lt;br /&gt;- Eu não posso te beijar aqui, tem um amigo meu que é apaixonado por mim. O que eu vou falar se ele ver nós dois nos beijando.&lt;br /&gt;No fundo do bar tem duas paredes, uma com o desenho do Bob Marley, a outra com o do Che Guevara , é lá onde os casais se encostam para se atracar, conhecido como o muro das pegações, por ser o lugar menos visível do bar.&lt;br /&gt;Tomei Solange pela mão e disse:&lt;br /&gt;- Vem comigo!&lt;br /&gt;- Ir aonde? Não ! Ela hesitou!&lt;br /&gt;Puxei seu braço com força então, até que ela cedeu. A principio minha idéia era levá-la para fora do bar, para ter total privacidade contra os olhos que a intimidavam, mas o porteiro não deixou:&lt;br /&gt;- Agora não dá para vocês saírem, o dono do bar está olhando para cá.&lt;br /&gt;Só sairia depois de pagar a comanda, muito ousado para o momento, puxei-a então para conhecer o Bob.&lt;br /&gt;Enquanto Solange tentava fazer-me mudar de idéia com desculpinhas , tomei-a em meus braços e a beijei. Eis que descubro um piercing em sua língua. Alguns minutos depois, quando o fôlego acabou, perguntei:&lt;br /&gt;- Gostou?&lt;br /&gt;- Sim&lt;br /&gt;- Não é tão ruim assim ficar com homem?&lt;br /&gt;- Não, você beija bem.&lt;br /&gt;Após a sessão de beijos , as coisas desandaram. O tal amigo de Solange viu tudo e foi tirar satisfação com ela, depois, os amigos dela começaram a zombá-la por ter ficado com um menino. Foi então que Solange entrou em crise de identidade, pois ela gostara de algo que não era de seu feitio.&lt;br /&gt;Depois disso , Solange não quis mais ficar comigo, deixei-a refletindo sobre a novidade daquela noite e fui embora para casa com a van que o bar oferece.&lt;br /&gt;No dia seguinte liguei para o número que ela me deu, ninguém atendeu, algum tempo depois toca o telefone, era Solange ligando de volta, conversamos um pouco, perguntei como ela estava e ela disse que ficou mal depois daquilo tudo, sugeri um novo encontro, mas ela disse que não iria mudar sua sexualidade, mesmo tendo gostado do beijo, o outro telefone de Solange começou a tocar, era sua namorada e então ela se despediu e desligou.&lt;br /&gt;A culpa é dela!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-8878529387423480150?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/8878529387423480150/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/02/solange-lesbica.html#comment-form' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/8878529387423480150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/8878529387423480150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/02/solange-lesbica.html' title='Solange, A Lésbica'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SY8vsUe2TLI/AAAAAAAAAGU/NXKvWZbVc54/s72-c/lesb.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-3269420606808940758</id><published>2009-01-18T04:12:00.003-02:00</published><updated>2009-02-04T15:47:46.326-02:00</updated><title type='text'>Heloísa, A Decepção</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SXLIng3wkSI/AAAAAAAAAGA/ChCMl0MWcJ4/s1600-h/pessoa_mais_morena_001.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5292513093278011682" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SXLIng3wkSI/AAAAAAAAAGA/ChCMl0MWcJ4/s200/pessoa_mais_morena_001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Tudo começou a cerca de um anos atrás, quando eu vasculhava o orkut obsessivamente por mulheres, procurava nas comunidades cabíveis , como a do bar que freqüento, as dos outros bares de minha cidade e etc...&lt;br /&gt;Em cada rosto bonito eu deixava um recado parar conhecer de fato a menina, não foram muitas que davam bola, mas pelo menos algumas eu tornei-as minhas “amigas”. Eis então que conheço Heloísa , uma bela morena clara de olhos azuis que cedeu a minha paquera cibernética. Mas Heloísa morava longe, nascera aqui mas logo criança se mudou para Minas Gerais, por isso estava nas comunidades em que procurava, mas não estava por perto. De qualquer forma, adicionei-a no MSN e fui conversando com a garota “despretensiosamente”, nunca chegamos a um papo cabeça , mesmo por que o tempo que ela ficava online era insuficiente para tal.&lt;br /&gt;O tempo passa, alguns meses depois fico sabendo que Helóisa passou em um dos mais concorridos vestibulares para medicina no país. Isto realmente chamou minha atenção. Continuamos com a conversa de elevador, até que um dia pergunto o que sempre a perguntava:&lt;br /&gt;- Quando vem para cá?&lt;br /&gt;- Estou indo amanhã . Ela respondeu.&lt;br /&gt;Rapidamente já anotei seu telefone para que pudesse encontrá-la assim que ela ancorasse em minha terra e logo assim que ela chegou combinamos de nos conhecer. Foi em uma praça perto da casa onde ela estava hospedada. Borboletas em meu estômago, finalmente iria conhecer a menina que eu há tanto tempo eu cortejava. Quando desci do carro e a fitei pessoalmente meu queixo caiu, era mais linda ainda que na foto, a menina magra do álbum do orkut adquirira notáveis curvas, com direito até a uma barriguinha.&lt;br /&gt;Lembram nos desenhos animados , quando o Pica-Pau avista uma bonitona e seu coração salta para fora do peito e ele começa a uivar. Bem, foi essa a sensação que eu tive. Conversamos por alguns minutos, logo ela disse que haveria de partir mas que em breve nos encontraríamos de novo. Convidei-a então para ir ao bar que sempre freqüento e no domingo lá estava ela, linda com um vestidinho verde, seus olhos até mudaram de cor para combinar com sua vestimenta. Ao vê-la , Heloísa me recebeu incrivelmente bem e me convidou para me juntar à mesa onde estavam seus primos. Foi então que pude realmente conversar com ela, além de linda, inteligente e gostar de rock, a garota era super simpática e agradável, com aquele sotaque de mineirinha, falando devagar, o que acrescentava ainda mais charme a sua pessoa. Ou seja, Heloísa era simplesmente perfeita.&lt;br /&gt;Assim que a banda começou a tocar , puxei-a para dançar e abraçados, sem muita delongas nos beijamos. Seus lábios eram grandes e carnudos, um beijo gostoso com um único porém, Heloísa tinha um bafo de onça que custou-me muitos Halls para disfarçar. Mas perante uma garota com tantos talentos, não seria um bafinho que me afastaria, beijei-a incansavelmente naquela noite, o bafo misturado a cerveja e ao cigarro logo tornou-se desprezível e então, cedo na noite, Heloísa foi embora, pedindo-me para ligar-lhe no dia seguinte.&lt;br /&gt;E foi então que amaldiçoei a TIM para o fogo do inferno, o celular de Heloísa simplesmente não funcionava mais, e não conseguia mais falar com ela. Liguei incansavelmente por inúmeras vezes, mas a ligação nunca se completava.&lt;br /&gt;Eis que por sorte do destino, eu tinha o MSN de uma das amigas de Heloísa, uma que era modelo e vocês devem imaginar o motivo pelo o qual a tinha em minha lista. Foi então que descobri que naquela noite de quinta-feira, Heloísa iria com os primos a um barzinho da cidade. Passei então na casa de meu amigo Terere para que ele me acompanhasse e fomos ao barzinho. Por lá ficamos por 2 horas quando realizei que Heloísa não viria mais. Fomos então para o bar de sempre, pouco depois que chego lá recebo uma mensagem via celular de Heloísa: “ Minha prima te viu no bar , mas eu passei mal e não pude ir”. Um detalhe que ainda não contei, Heloísa vinha sofrendo de ataques de asma desde que chegara em minha cidade, seria o calor, ou a baixa umidade, ou sei lá o que estava lhe fazendo mal. No dia seguinte recebo uma mensagem no orkut dizendo que pretendia ir ao bar de sempre, mas naquela noite ela não compareceu.&lt;br /&gt;Chega o sábado e aonde estará Heloísa ? Eu e Terere fomos ao bar de sempre , estava vazio, imaginei então que ela pretendia ir a uma famosa casa noturna em outra cidade, já estava a caminho de lá quando lembrei que tinha o telefone da amiga de Heloísa, passei em casa para pegar o número e então descobri que ela provavelmente iria a uma festa em um clube da cidade, sim, o mesmo que conheci Jussara.&lt;br /&gt;Paramos na frente do clube, só entrava adolescentes e adultos de mais idade, Terere não quis entrar e me fez levar-lhe ao bar de sempre. No carro, ele tentava me convencer a acompanhá-lo, mas lhe disse:&lt;br /&gt;- Vou até o inferno atrás dessa menina. E minhas palavras se tornariam realidade.&lt;br /&gt;Voltei ao clube e entrei, foi quando fiquei sabendo que haveriam dois eventos naquela noite. Uma boate para os jovens adolescentes, e um DJ tocando músicas antigas dançantes para os mais velhos. Logo imaginei que Heloísa por sua cabeça estaria no ambiente dos mais velhos. Erro meu, vasculhei o recinto e não a encontrei , fui achá-la na boate dos infantes, um verdadeiro inferno, adolescentes suados se esfregando e dançando um funk do mais carioca possível, quando eu já vasculhara também o recinto todo , na saída , por sorte , encontrei-a atrás de um biombo:&lt;br /&gt;- E aí está você ! Passei a semana inteira tentando te encontrar.&lt;br /&gt;Mas a reação de Heloísa não foi a mesma que as anteriores, ela não parecia nada feliz em me ver. Um clima chato então se criou, eu tentava me aproximar mas ela se afastava, foi então que ela me disse que havia um ex-namorado dela por lá e que nesta noite ela não ficaria comigo. Mas não desisti, fiquei ao seu lado esperando que ela mudasse de idéia, o que não aconteceu. Ainda por cima tive a decepção de vê-lá quebrando ao ritmo de Mc Creu e Mulher Samambaia, não esperava ver esta cena, esperava que ela fosse mais madura, e que inclusive não se intimidasse com a presença de um ex.&lt;br /&gt;Fiquei ali enquanto agüentei, nisso, Heloísa bronqueou comigo e com a amiga, ela disse que eu não deveria estar ali , que naquela noite saiu para curtir com suas primas e só. Mas prometeu-me ligar no dia seguinte. Voltei então ao salão dos mais velhos, onde tive o desprazer de ser xavecado por uma velha e ver garotas de 50 requebrando como meninas de 15.&lt;br /&gt;Tomei umas cervejas e voltei para casa, e fiquei a espera da tal ligação, que nunca aconteceu.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A culpa é dela!&lt;br /&gt;E da porra da TIM !&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;( Não é ela a garota da foto, mas é muito parecida)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-3269420606808940758?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/3269420606808940758/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/01/helosa-decepo.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/3269420606808940758'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/3269420606808940758'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/01/helosa-decepo.html' title='Heloísa, A Decepção'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SXLIng3wkSI/AAAAAAAAAGA/ChCMl0MWcJ4/s72-c/pessoa_mais_morena_001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-1925182384840095511</id><published>2009-01-07T15:26:00.002-02:00</published><updated>2009-01-07T15:29:00.971-02:00</updated><title type='text'>Fenícia, A Ingrata</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SWTmRmVP4MI/AAAAAAAAAF0/55dDzLY3nQg/s1600-h/ist2_5240473-ballet-dancer.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5288605052461637826" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 155px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SWTmRmVP4MI/AAAAAAAAAF0/55dDzLY3nQg/s200/ist2_5240473-ballet-dancer.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sábado a noite, no mesmo bar de sempre, estava a rolar Pink Floyd no palco. Geralmente nas noites de sábado , poucas mulheres freqüentam o bar , e as razoáveis já foram pegadas por mim ou por meus amigos. Eis que vejo uma linda loirinha baixinha escondida ao meio da platéia, dançando de olhos fechados, parecia um anjo. Fui lá falar com ela:&lt;br /&gt;- Qual seu nome?&lt;br /&gt;- Fenícia. Ela respondeu.&lt;br /&gt;- Você curte mesmo Pink Floyd?&lt;br /&gt;- Sim. Ela respondeu e voltou a dançar.&lt;br /&gt;Perguntei ao Holandês se ele a conhecia:&lt;br /&gt;- Ah , conheço ela de longa data , ela e as suas duas irmãs são fãs de rock progressivo. Mas são dificílimas de pegar. E este então seria meu desafio, seduzir Fenícia.&lt;br /&gt;No dia seguinte procurei-a no orkut, lá estava ela com uma foto de criança vestindo uma touca do Papai Noel. Adicionei-a no orkut e pedi seu MSN, ela passou.&lt;br /&gt;A partir daí começamos a conversar freqüentemente, principalmente sobre música . Foi então que ela me passou seu telefone, e no telefone a conversar perdurava por horas, ela era bailarina , fazia Bolshoi em Joinvile e estava no interior de São Paulo passando as férias com a família. Então pedi o telefone de sua casa , mas ela se negou a dizer.&lt;br /&gt;Convidei-a no MSN para jogar Campo Minado, a garota era fera no jogo, resolvi então apostar um sorvete:&lt;br /&gt;- Não pode ser uma cerveja? Ela disse, melhor ainda!!!&lt;br /&gt;- Fechado então.&lt;br /&gt;Como se esperava , Fenícia ganhou .&lt;br /&gt;- Amanhã nós saímos para eu pagar a aposta.&lt;br /&gt;- Não , amanhã não. Ela respondeu.&lt;br /&gt;- Que dia? Terça? Quarta?&lt;br /&gt;- Quarta, no bar pode ser?&lt;br /&gt;- Ok.&lt;br /&gt;Esperei então até quarta, mas à noite , ela me disse que não iria mais. Insisti pra caramba, mas nada a fez mudar de idéia.&lt;br /&gt;Foi então que procurei o telefone de sua casa na lista telefônica, sabendo seu sobrenome e o bairro que ela morava já foi suficiente para descobrir de primeira qual era o número, e então liguei. Ao atender o telefone , Fenícia assustou-se. Como você conseguiu meu número ?&lt;br /&gt;- Segredo !!&lt;br /&gt;Após se acostumar com o fato, a conversa fluiu como geralmente fluía.&lt;br /&gt;No sábado então Fenícia foi ao bar, detalhe: acompanhada de um amigo muito estranho que parecia não gostar do Led Zeppelin que tocava. Cheguei lá e estavam os dois sentados, me aproximei e cumprimentei ambos e depois comecei a conversar com Fenícia com o pangaré olhando feio para mim. Fomos para a frente do palco curtir a banda, e de novo ela dançava de olhos fechados , em vários momentos eu segurava sua mão e dizia:&lt;br /&gt;- Dança comigo bailarina.Mas ela acanhada não atendia aos meus pedidos.&lt;br /&gt;Saí para fumar um cigarro, ao passar por uma tia que estava no fundo do bar , percebi que ela quase quebrou o pescoço quando eu passei. Certifiquei-me que Fenícia não podia me ver e fui falar com ela, dali poucos minutos, quando acabou o meu cigarro eu a beijei, rapidamente e voltei para junto de Fenícia . Eu estava de mãos dadas com ela , a falar em seu ouvido, mas quando tentava puxá-la para um beijo, ele recusava e olhava para o estranho do outro lado dela. A noite acabou assim , eu quase a beijei mas não houve clima. Chegando em casa fiz uma poema para ela e mandei pelo MSN.&lt;br /&gt;Nos dias seguintes, sabendo que ela era fã de filosofia, peguei um livro da faculdade e fui até a casa dela para que ela lesse. Ao chegar lá a mãe de Fenícia me fez entrar e sentar na sala, Fenícia ainda dormia e acordou comigo na sala olhando para a cara dela toda amassada de sono. Fiquei algum tempo lá e depois fui embora.&lt;br /&gt;Eu fazia mil convites a Fenícia : sorvete, açaí , cerveja, qualquer coisa para tirá-la de casa e para que eu pudesse estar a sós com ela, mas ela recusava todos.&lt;br /&gt;Foi então que resolvi aparecer de novo em sua casa, peguei o tabuleiro de xadrez e fui até a frente de sua casa, liguei para que ela saísse no portão, mas infelizmente ela pediu para que eu fosse embora, chateado, eu fui. Quanto mais eu tentava me aproximar mas ela se afastava.&lt;br /&gt;Mas não me dei por vencido, o Natal estava chegando , descobri qual era o animal favorito dela e comprei um bichinho de pelúcia . No Natal então voltei à sua casa, ela saiu lá de dentro soltando fogo pelas narinas , com meu livro na mão, como se o livro a estivesse prendendo a mim. Mas ao mostrar seu presente, seu semblante mudou completamente e ela me convidou para entrar. Achei que desta vez eu tinha acertado , mas dias depois , quando achei que as coisas estavam progredindo, Fenícia me bloqueia no MSN, liguei para ela desejar feliz ano novo mas ela não atendeu. Semanas depois ela aparece no MSN dizendo que precisava devolver meu livro, dei meu endereço e a conversa acabou.&lt;br /&gt;Fiz de tudo para agradá-la e consegui apenas seu desprezo.&lt;br /&gt;A culpa é dela!&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-1925182384840095511?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/1925182384840095511/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/01/fencia-ingrata.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/1925182384840095511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/1925182384840095511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2009/01/fencia-ingrata.html' title='Fenícia, A Ingrata'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SWTmRmVP4MI/AAAAAAAAAF0/55dDzLY3nQg/s72-c/ist2_5240473-ballet-dancer.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-3003246501469435700</id><published>2008-12-31T16:58:00.004-02:00</published><updated>2008-12-31T17:01:58.636-02:00</updated><title type='text'>Don Juan, O Conquistador</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SVvBKlwhPEI/AAAAAAAAAFs/UNnzEd8wjCo/s1600-h/311135_red_rose.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5286030975327878210" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 160px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SVvBKlwhPEI/AAAAAAAAAFs/UNnzEd8wjCo/s200/311135_red_rose.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Como vocês perceberam, 2008 foi um ano com poucas histórias comparado aos anteriores e o problema não foi falta de mulher, justamente o contrário.&lt;br /&gt;No começo de 2008 a fartura foi tão grande que resolvi criar uma meta para o fim do ano, 52 semanas no ano, 52 mulheres diferentes e assim, mês a mês, semama por semana, eu o fiz, não é grandes coisas para alguém que freqüenta micaretas, festas do peão e afins, mas para quem passou o ano inteiro em um único bar praticamente, mudar o cardápio a cada semana é uma tarefa que nem todos conseguem, pelo menos meu amigo Holandês que me acompanhou em boa parte das noitadas fez apenas metade do consegui.&lt;br /&gt;53 mulheres em um ano, para quem não pegava mais que 15, é um progresso e tanto, mesmo com um namoro de 1 mês com Jussara e mais algumas semanas que perdi meu tempo com Lisandra, não que estivesse com ela, mas era tão mais fácil levá-la para o carro do que ter que conquistar uma nova garota que se perderam várias noites nisso.&lt;br /&gt;2008 foi um ano de mudanças, deixei de ser o Don Juan que fazia de tudo por uma mulher e engolia vários sapos por ela , agora Don Juan é de todas e todas são de Don Juan.&lt;br /&gt;Peguei uma variedade imensa de mulheres, loiras, ruivas, morenas, de olho claro , de olho escuro, baixinhas , altas , gordinhas, magricelas, feias, lindas, que beijavam bem, que beijavam mal, virgens imaculadas( falando nisso, a quantidade de virgens que eu beijei é inacreditável, umas 10 no mínimo, e depois dizem que virgem é igual o Saci Pererê), vadias ninfomaníacas . Desde uma ninfeta de 14 anos de idade com a mãe do lado até uma tiazona Rock´n Roll com seus 30 aniversários nas costas.&lt;br /&gt;Peguei baba , pegaram baba minha , peguei duas ao mesmo tempo, com direito a beijo triplo. 2008 foi um ano muito louco. Eu estava tão ocupado procurando a próxima que não me preocupei em explorar melhor cada uma e assim não foi possível dizer a culpa é dela , já que em 90% dos casos não passou de um beijo em uma noite.&lt;br /&gt;Ruim para o blog , melhor para mim, que não tive que me descabelar agüentando malucas. Melhor para mim, que tive menos problemas a entender com terapia, não é o fim do blog , mas quero que entendam que preciso de relacionamentos sadios, todos precisam, cansei de ser vítima das insanidades femininas, as histórias diminuíram , mas sempre que aparecer uma culpa dela virei correndo aqui contar para vocês .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feliz 2009 a todos com muita paz, amor e um pouco de sacanagem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-3003246501469435700?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/3003246501469435700/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2008/12/don-juan-o-conquistador.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/3003246501469435700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/3003246501469435700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2008/12/don-juan-o-conquistador.html' title='Don Juan, O Conquistador'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SVvBKlwhPEI/AAAAAAAAAFs/UNnzEd8wjCo/s72-c/311135_red_rose.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-2841942266029188404</id><published>2008-12-23T16:07:00.003-02:00</published><updated>2008-12-23T16:11:39.366-02:00</updated><title type='text'>O dia que quase pegaram o Don Juan</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SVEpyX2dZmI/AAAAAAAAAFk/CnDZyZFBlJo/s1600-h/fugitivo-poster02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5283049783254935138" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 148px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SVEpyX2dZmI/AAAAAAAAAFk/CnDZyZFBlJo/s200/fugitivo-poster02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quarta-Feira, meus amigos tocariam no bar que sempre freqüento e lá fomos eu e o resto da turma para prestigiá-los, além de curtir um bom rock´n roll. As quartas-feiras no bar eram sempre habitadas por moscas, ou seja, nunca havia uma viva alma além pessoal que sempre freqüenta o bar, mas neste dia, acho que por já ser férias escolares, havia uma considerável quantidade de pessoas, a maioria era casais e amigos da banda, mas pelo menos eu não estaria fadado à solidão neste dia.Até a banda começar, fiquei ali junto dos meus amigos conversando e dando risada.&lt;br /&gt;Por volta das 23:30 a banda começa, já mandando um Van Halen na veia, uma grande amiga minha estava lá junto de seu respectivo ficante, e ficamos lá tomando cerveja e apreciando o som.&lt;br /&gt;Eis que passa por entre nossa roda, uma loira fabulosa , que vai diretamente ao banheiro feminino:&lt;br /&gt;- Da onde veio isso? Perguntei aos demais.&lt;br /&gt;Ninguém soube responder. Fiquei de tocaia então no banheiro , esperando-a sair e para ver aonde ela estava acomodada. E assim se fez. Ela estava sentada no meio do bar, acompanhada de uma amiga. Comecei a rondá-las então, esperando a hora certa de chegar para puxar assunto.&lt;br /&gt;De repente fui tomado de surpresa, a loira virou para o lado e se apresentou a mim, eu me apresentei de volta e me aproximei para dar continuidade ao papo, sem muitos rodeios a loira atira:&lt;br /&gt;- Minha amiga te achou um gatinho.&lt;br /&gt;Olho então para a amiga: uma mulher de aproximadamente 35 anos, com o corte de cabelo igual o do Frodo. Que decepção! Mas não perco a brecha e continuo:&lt;br /&gt;- E o que você achou de mim?&lt;br /&gt;- Eu? Ahh , eu namoro....&lt;br /&gt;Agora fudeu, a loira não ia furar os olhos da amiga, terei então de distraí-la com outra pessoa para poder ficar a sós com a loira. Fui correndo atrás do meu amigo e fiel escudeiro Holandês, geralmente ele aceitaria a árdua tarefa de encarar a tiazona, mas neste dia, por motivos pessoais, ele me deixou na mão.&lt;br /&gt;Eis que vejo o Cachorro, irmão do vocalista, sentado ali perto das duas, ele tem idade parecida com a da tiazona, mas era conhecido por não ter nenhum talento com o sexo feminino:&lt;br /&gt;- Cachorro, tem duas minas ali, vamos lá falar com elas?&lt;br /&gt;- Aonde?? Vamos lá sim !!&lt;br /&gt;Então Cachorro sentou-se ao lado da tia e eu me sentei ao lado da loira, mas de nada adiantou. A tiazona levantou-se e veio em minha direção, de repente ela envolve seus braços por minha cabeça e me puxa em direção aos seus lábios.&lt;br /&gt;Socorro !!!!!!!!!!!!!!!!&lt;br /&gt;Imediatamente pulei para trás, apavorado, fui para outro canto do bar, a tia estava realmente me querendo e nada do que eu fizesse mudaria a situação, ou seja, a loira estava perdida. A loira sim, mas a noite não. Ali no canto do bar estava Nicole e sua amiga Lagartixa, as duas eram conhecidas por suas peripécias sexuais, nas quais as duas atuam juntas, inclusive já beijei Nicole, mesmo com ela tendo um namorado que mora na cidade grande, um dos maiores cornos que eu conheço, e a Lagartixa tinha sido pegado por Don Juanito.&lt;br /&gt;Fui então tentar pegar as duas de uma só vez, utilizei das minhas melhores artimanhas, criou-se então um joguinho, elas curiosas para saber o que ouvi sobre elas e eu tentando ganhar alguma coisa com isso.&lt;br /&gt;Consegui alguma coisa com Nicole, mas Lagartixa estava de olho em outro cara. No fim da noite Nicole pede:&lt;br /&gt;- Eu quero uma baqueta do baterista!!&lt;br /&gt;- O que eu ganho se eu conseguir?&lt;br /&gt;- Um beijo.&lt;br /&gt;- Aonde?&lt;br /&gt;- Onde você quiser.&lt;br /&gt;O show já tinha acabado. Fui correndo então falar com o baterista , que era meu colega e fiz ele me dar uma baqueta , mesmo que quebrada.&lt;br /&gt;Pagamos a conta e fomos embora. Na saída do bar , Lagartixa se acerta com o sujeito e ela queria e Nicole fica a sós comigo, levei-a para o carro.&lt;br /&gt;Dentro do Corisco, falei já abrindo o meu zíper:&lt;br /&gt;- Agora eu quero meu beijo.&lt;br /&gt;Ela me beijou na boca e disse :&lt;br /&gt;- É só isso que você vai ter , mas resolveu fazer-me carinho, vocês imaginam onde...&lt;br /&gt;( Mas que desgraça, eu perdendo meu tempo com uma tremenda biscate e no máximo o que eu ganho é uma punhetinha??)&lt;br /&gt;Tentei esquentar o clima , alisando-a nos lugares mais íntimos, mas o inverno não floriu, Nicole abriu a porta do carro e foi embora, me deixando cheio de vontade com a criança na mão.&lt;br /&gt;A culpa é dela!&lt;br /&gt;E da tiazona também !!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-2841942266029188404?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/2841942266029188404/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2008/12/o-dia-que-quase-pegaram-o-don-juan.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/2841942266029188404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/2841942266029188404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2008/12/o-dia-que-quase-pegaram-o-don-juan.html' title='O dia que quase pegaram o Don Juan'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SVEpyX2dZmI/AAAAAAAAAFk/CnDZyZFBlJo/s72-c/fugitivo-poster02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-6219333252121971787</id><published>2008-11-29T15:20:00.002-02:00</published><updated>2008-11-29T15:22:48.797-02:00</updated><title type='text'>A Missão Impossível</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/STF6WQdnY8I/AAAAAAAAAFc/N-ieswASTsI/s1600-h/waitress2.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5274131161422455746" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 133px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/STF6WQdnY8I/AAAAAAAAAFc/N-ieswASTsI/s200/waitress2.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Nas várias noitadas no bar o qual freqüento, eis que um dia surge um novidade. Uma garçonete nova, e muito gata por sinal. Logo, todos viraram seus olhares para ela, clientes e também os funcionários do bar, que mesmo a serviço, não perdem a chance de faturar uma garota.&lt;br /&gt;É óbvio que eu também me interessei, mas estava entretido com outras garotas e não estava disposto a ficar perseguindo a garçonete pelo bar.&lt;br /&gt;Meu irmão foi o primeiro a tentar, aonde ela ia, ele a seguia, lhe oferecia bebida e chegou a ponto de ajudá-la a varrer o bar no fim da noite. Mas nenhumas de suas tentativas fragilizaram a moça :&lt;br /&gt;- Ela é fria. Disse meu irmão.E foi então que eu entrei no jogo, como se o irmão mais velho fosse marcar o ponto.&lt;br /&gt;Comecei de leve, apenas cumprimentando-a quando a via, sem pressa. Até que um dia quando eu estava com meu amigo Holandês sentado numa mesa, ela veio nos servir, foi então puxei papo:&lt;br /&gt;- Qual seu nome?&lt;br /&gt;- Lucimara. Ela respondeu. E então fiz as perguntas básicas para conhecer melhor a garota, e no final pedi seu telefone, ela não hesitou em falar. Mas ela já me deu seu telefone, assim, tão fácil? Isso é um bom sinal, um ótimo sinal. Mas havia um porém, Lucimara trabalhava de dia em um bar da cidade, não tinha uma folga sequer para eu chamá-la para sair. De repente , virei assíduo freqüentador do outro bar que ela trabalhava, tentando de alguma forma, com o pouco de atenção que dela recebia, marcar um encontro. Mas sua agenda realmente era lotada. Resolvi atacá-la no bar de sempre, mesmo sabendo que lá era o pior lugar possível para se fazer, por que com minhas conquistas, ganhei uma certa fama por lá.&lt;br /&gt;E mais uma vez voltei ao bar. Ao vê-la, nos cumprimentamos, ela me beijou no rosto, no cantinho da boca:&lt;br /&gt;- Tem beijo no cardápio?&lt;br /&gt;Ela me olhou com surpresa em seu semblante e respondeu que não. Nisso o segurança já olhou torto para mim. Mas ela não parava quieta, era impossível criar um clima favorável para um beijo com Lucimara servindo e recolhendo garrafas de cerveja a toda hora. Naquela noite, abortei a missão, e fui atrás de garotas que permanecessem paradas enquanto se fala com elas.&lt;br /&gt;Eis que num sábado, eu e o Holandês , após termos assistido nossos colegas tocar em um bar em outra cidade, voltamos para o bar de sempre, já no fim da noite. Ao entrar não detecto nada de interessante, até que vejo Lucimara em um canto, cercada de amigas, bebendo cerveja sem seu avental. Ela estava no bar e não estava a serviço. É hoje !&lt;br /&gt;Ao me ver , Lucimara me recebe com beijos, abraços e ainda veio dançando para cima de mim, tudo indica que ela está a fim. Parto de novo para o ataque. Logo de cara tomo outro não, mas tudo bem, um sim às vezes demora a vir. Tento novamente e ela responde:&lt;br /&gt;- Eu sou lésbica. Agora ela me inventa essa história.&lt;br /&gt;De repente, aparece uma maluca de 1.80m me empurrando, dizendo para eu ficar longe dela. Foi aí que eu não entendi mais nada, mas o clima já tinha saturado e preferi ficar sem entender. Na semana anterior eu estava brigando com um homem por causa de mulher, e agora estou brigando com uma mulher pelo mesmo motivo.&lt;br /&gt;Na quarta-feira da semana seguinte fui ao bar que Lucimara ainda trabalhava e perguntei que horas ela saía, ela respondeu que as 22 horas acabaria seu turno:&lt;br /&gt;- Posso vir aqui te buscar? Ela respondeu que sim.&lt;br /&gt;Voltei mais tarde então para buscá-la, ficamos ali mais um tempo enquanto Lucimara devorava uma porção de polenta frita e depois fomos para o bar de sempre, acompanhados agora de uma amiga de trabalho de Lucimara..&lt;br /&gt;Ao descermos do carro em frente ao bar, o guardador de carros logo me olhou com aquela cara de “Vai nessa comedor!” .&lt;br /&gt;Entramos no bar, estava vazio porque era quarta-feira, mas Lucimara cumprimentou a cada pessoa que lá estava. Tomamos uma cerveja por lá. Logo em seguida ela insistiu para que fossemos à padaria que ficar ao lado do bar, esta padaria costuma ser movimentada mesmo em dia de semana. Fomos para lá então, só eu e ela, no caminho tentei o bote. Puxei-a pelo braço a fim de beijá-la, agora ela não me escaparia:&lt;br /&gt;- Eu já disse que sou lésbica, tenho namorada e tudo mais.&lt;br /&gt;Eu não conseguia acreditar, um garota de feições tão femininas ser lésbica. Sentamos na padaria e pedimos outra cerveja e foi aí que Lucimara contou todos os detalhes da sua vida de lésbica :&lt;br /&gt;- Da fruta que você gosta, eu chupo até o caroço.&lt;br /&gt;Foi então que comecei a gargalhar de minha sina, em alto volume por sinal. Lucimara inconformada perguntou:&lt;br /&gt;- Você vai ficar aí rindo da minha cara?&lt;br /&gt;- Estou rindo de mim mesmo, e não de você !&lt;br /&gt;Voltamos ao bar, na entrada o porteiro perguntou:&lt;br /&gt;- Mas já voltaram? Não estava bom lá?&lt;br /&gt;E foi então que Lucimara disse as palavras que em qualquer outra situação seriam as palavras que eu proferiria:&lt;br /&gt;- Não tinha mulher lá.&lt;br /&gt;Pode até ser que eu tenha acreditado em uma mentira muito bem contada, mas de qualquer forma...&lt;br /&gt;A culpa é dela!&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-6219333252121971787?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/6219333252121971787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2008/11/misso-impossvel.html#comment-form' title='22 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/6219333252121971787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/6219333252121971787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2008/11/misso-impossvel.html' title='A Missão Impossível'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/STF6WQdnY8I/AAAAAAAAAFc/N-ieswASTsI/s72-c/waitress2.gif' height='72' width='72'/><thr:total>22</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-2824259161875045554</id><published>2008-10-31T09:12:00.002-02:00</published><updated>2008-10-31T09:16:05.069-02:00</updated><title type='text'>Jussara, A Mal Humorada II</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SQro7TvmBXI/AAAAAAAAAFU/uvgrmp-dYJM/s1600-h/angry.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5263275220145669490" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 173px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SQro7TvmBXI/AAAAAAAAAFU/uvgrmp-dYJM/s200/angry.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;No dia seguinte, fomos à tarde tomar sorvete, e começamos a nos ver todos os dias. Nesta semana era nosso aniversário, fazemos aniversário no mesmo dia, eu, dois anos mais velho que ela, levei-a então no restaurante japonês mais requintado da cidade, eu adoro comida japonesa, mas ela não apreciou os sabores do oriente. E todos os dias eu ia na farmácia em que ela trabalhava para vê-la , a noite, íamos principalmente no Habib´s, mas não para comer, o Habib´s de minha cidade tem um grande estacionamento, que é pouco freqüentado pelos fregueses, ficávamos então no banco de trás do carro aos amassos.&lt;br /&gt;Estava tudo indo muito bem, quando no primeiro semana que saímos juntos as brigas começaram, você é muito instável ela dizia, uma hora está feliz, na outra está triste, obviamente Jussara não conhecia os efeitos do álcool , que pode causar euforia ou te deixar de bode. E com isso vinham horas de discussão, ou melhor, horas de silêncio, apenas sentados na mesa um olhando para a cara do outro.&lt;br /&gt;Na segunda semana, o clima já estava quente demais para ir a um local público, levei-a então para a garagem de casa, onde ninguém haveria de nos perturbar, e lá , no banco de trás do carro, fizemos amor pela primeira vez. Eu diria sexo, mas ela odiava dizer que transou, para Jussara era fazer amor, mesmo que com tão pouco tempo de convivência esse amor ainda não existia. Foi então que a pedi em namoro, ela aceitou. Levei-lhe um buquê de rosas vermelhas no dia seguinte&lt;br /&gt;No segundo fim de semana que saímos o bicho pegou , foi só perguntar se ela tomaria algum abortivo que Jussara pirou, começou a chorar e lá se foram mais horas de silêncio, mas ela sempre vinha se desculpar depois, porém, era uma situação nada agradável.&lt;br /&gt;Na terceira semana eu já estava de saco cheio, não agüentava mais brigas e os sermões de Jussara, eu queria uma garota para rir, para me acompanhar nas bebedeiras, para zoar comigo. Mas Jussara estava sempre séria, ariano com ariana não se dão muito bem, estava então disposto a terminar o namoro, porém, a indecisão me tomava, eu sabia que seria difícil achar outra menina bonita e correta como ela, resolvi levar até onde eu agüentasse.&lt;br /&gt;Nesta mesma semana eu arranjei um bico numa feira de jóias em minha cidade, por três dias eu fiz o cadastro dos clientes. O detalhe é que, só meninas trabalhavam comigo, uma inclusive era amiga de Jussara. Na quinta-feira fui com Jussara a um bar e disse tudo o que estava sentindo, que estava muito desanimado com o relacionamento, eu pretendia passar alguns dias sem vê-la para saber o que eu realmente queria com ela.&lt;br /&gt;Na sexta-feira, após o expediente da feira, combinamos todos de ir ao um bar para um happy-hour, enchi meu carro com a mulherada e para lá fomos. Ao chegar à frente do bar, lá estava Jussara esperando, como se eu a estivesse traindo. Eu não queria a ver naquele dia, queria sair, beber com a galera e esquecer dos meus problemas, mas lá estava ela para me relembrar. E lá veio mais azia, mais minutos de discussão, foi a gota d’água, eu não posso tomar uma cerveja longe dela agora? Será que ela não tinha um pingo de confiança em mim? Não agüentei, terminei o namoro bem ali, na hora fiquei meio chateado, mas depois percebi que foi a melhor coisa a ser feita.&lt;br /&gt;A culpa é dela!&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-2824259161875045554?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/2824259161875045554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2008/10/jussara-mal-humorada-ii.html#comment-form' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/2824259161875045554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/2824259161875045554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2008/10/jussara-mal-humorada-ii.html' title='Jussara, A Mal Humorada II'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SQro7TvmBXI/AAAAAAAAAFU/uvgrmp-dYJM/s72-c/angry.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-8601183532099519051</id><published>2008-10-21T01:03:00.002-02:00</published><updated>2008-10-21T01:06:43.196-02:00</updated><title type='text'>Jussara, A Mal Humorada Parte I</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SP1HOKAVKDI/AAAAAAAAADw/-oYtPg3UgEg/s1600-h/BW0096-038.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259438248368089138" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SP1HOKAVKDI/AAAAAAAAADw/-oYtPg3UgEg/s200/BW0096-038.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Era uma um sábado à noite, eu e meu amigo Holandês decidimos variar o cardápio, como não haveria nada de interessante no bar que geralmente freqüentamos, resolvemos ir a outro lugar.&lt;br /&gt;Havia outras duas opções. A boate da cidade, na qual se cobra caro pra entrar e mais caro ainda para se consumir alguma coisa lá dentro, e o show do Legião Urbana Cover em um clube da cidade, onde só haveriam adolescentes espinhentos, fãs fanáticos por Legião Urbana alegando com unhas e dentes que Legião é a melhor banda nacional já existente. Sim, adolescentes ainda não conheceram os Mutantes e Raul Seixas .&lt;br /&gt;Optamos então, espantosamente pelo show do Legião, não tão espantosamente, já que o preço do convite era bem mais barato do que o da boate, e como meu amigo Holandês está sempre com saldo negativo no banco, fomos para o show mesmo.&lt;br /&gt;Fomos então para o clube da cidade e adentrando o local, como já era previsto, para onde se olhava só havia adolescentes com a camiseta e bandana do Legião. Uma pedofilia então estava prevista, nós com 23 anos , teríamos de nos arrumar com alguma garota de 16, não que isso seja pedofilia de fato, mas em nossa roda de amigos , sair com uma garota tão mais nova era motivo de zoeira. Eu então, ganhei até um apelido, resultado do montante de ninfetas que já conquistei.&lt;br /&gt;Mas não é o que parece. Eu sempre prefiro garotas um pouco mais experientes, a quais não será necessário ensinar nada, nem corromper sua inocência. Ao contrário do Holandês, que sempre está louco atrás de alguma menor de idade.&lt;br /&gt;E começa o show , começa então a caça. Rodando o salão do clube, não havia nenhuma beldade a qual seria eleita a primeira a se aproximar, fica então a tarefa de escolher uma garota de boa aparência e com idade o suficiente para eu não parar na cadeia.&lt;br /&gt;Andando, eu parava próximo aos grupos de garotas para ver se atraia algum olhar, olhares sucessivos são sempre um convite para ir lá e puxar papo. Mas nada de olhar, estavam todas alucinadas cantando e pulando junto com a banda.&lt;br /&gt;Eis que vejo uma loirinha no fundo do salão, acompanhada apenas de um casal, ela era pequeneninha , porém com certeza já fizera 18 anos. Parei ao seu lado, mas ao invés de esperar por olhares, aproveitei o silêncio entre a mudança de música para puxar papo:&lt;br /&gt;- Oi ! Tudo bom?&lt;br /&gt;- Tudo&lt;br /&gt;- Qual seu nome?&lt;br /&gt;- Jussara e o seu?&lt;br /&gt;E é aqui que se descobre se a garota está afim ou não, os dois primeiros testes é quando se pergunta o nome . Se ela responder , positivo. Se ela não responder ou inventar um nome parecido com o que damos as nossas personagens aqui, pode se ir embora e partir para a próxima. O segundo é quando ela pergunta o seu nome, se ela perguntar, maravilha, as portas estão abertas, senão, eu teria que fazer mais algum esforço para chamar-lhe a atenção e criar interesse nela para que ela fizesse a pergunta.&lt;br /&gt;E o papo começou. O que você faz , o que você estuda, onde você mora , e etc. Logo percebi que ela estava no clima, foi então que dei o bote:&lt;br /&gt;- Eu vou te beijar.&lt;br /&gt;Assustada, por um instante ela hesitou dando um passo para trás, mas acompanhei-a com meu corpo e fui direção à sua boca e então beijei-a.&lt;br /&gt;A princípio o beijo não combinava, mas aos poucos um foi aprendendo como o outro beijava até a combinação ficar excelente. Eu poderia tentar a sorte e sair atrás da próxima, mas como as chances eram ínfimas, decidi encerrar a noite com ela, é melhor um pássaro na mão do que dois voando.&lt;br /&gt;Ficamos no clube até as 5 da manhã e decidimos ir até a feira comer pastel. Chegando na feira, ela não estava aberta ainda, ficamos no carro então esperando e ai os amassos ficaram mais intensos. Já era dia , comemos o pastel , deixa-a em sua casa e fui para a minha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-8601183532099519051?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/8601183532099519051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2008/10/jussara-mal-humorada-parte-i.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/8601183532099519051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/8601183532099519051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2008/10/jussara-mal-humorada-parte-i.html' title='Jussara, A Mal Humorada Parte I'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_EDKLtoj2wlo/SP1HOKAVKDI/AAAAAAAAADw/-oYtPg3UgEg/s72-c/BW0096-038.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-3883486884075034443</id><published>2008-09-17T00:34:00.002-03:00</published><updated>2008-09-17T00:38:28.859-03:00</updated><title type='text'>SEMPRE PODE PIORAR</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_haKSBU87V-M/SNB7gBMXetI/AAAAAAAAAB4/004-jW9hIK8/s1600-h/pior_que_a_lama.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_haKSBU87V-M/SNB7gBMXetI/AAAAAAAAAB4/004-jW9hIK8/s200/pior_que_a_lama.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5246829355892964050" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Jiló.Jiló com fígado.Jiló com fígado na casa da sogra de TPM. Jiló com fígado na casa da sogra de TPM e com um moleque de 3 meses, feio como um joelho (irmão da sua namorada, igualmente feia), berrando por alguma razão óbvbia apenas pra ele e pra quem não queria resolver o problema. Jiló com fígado, pandemonio estético-infanto-sogral na sala, enquanto os 4 pintchers ( Rex, Tobi, Fifi e Bob) latem e mijam convulsionadamente à três passos da mesa bamba que tio tonhão, de humor e porporções de um tanque de guerra, entortou jogando dominó. Jiló com fígado, sogra, mulher feia, criança histérica com pintechers mijões, tio babaca e uma bela diarréia cavalar, desovada no único banheiro da casa que não foi entupido pelo tio Tonhão, o lavabo de 1 por 1, sem janela, situado naquela mesma sala, onde Tonhão, o Magnífico, tece comentários elogiosos e criativos sobre os barulhos vindos do lavabo em que você definha. Ruim, não é? Agora, imagina isso tudo numa parceria histórica do netinho com o Calypso, tocado pelo menos 5 vezes por dia na rádio...viu? Sempre, sempre pode piorar.&lt;br /&gt;Foi isso que eu observei e que Catarino, meu grande companheiro, aprendeu. Foi há um ano, numa viagem insana de carona. Pegamos carona numa ambulância e  descemos próximos à Três Corações, num posto. Lá, por algumas horas da noite, esmolamos carona pros caminhoneiros, até que um, o Prancha (e sabe-se lá por que se chama assim) nos levou até Betim. No caminho paramos para dormir num posto velho, onde vários caminhões emparelhavam-se para uma soneca. Como não sou homem de dormir em boléia, atei minha rede embaixo do caminhão. Fosse o que fosse, Catarino que se virasse (com trocadilho, fazendo favor) lá com o caminhoneiro. Hahahahahaha. Fui acordado por uma lufada de fumaça de uma scânia, à dois palmos da minha cara. Seguimos viagem até Betim, de lá num circular à Belo Horizonte. Só então pudemos avaliar o panorama inesquecível (sim, que nem na música) mineiro. A simpatia do povo mineiro. A beleza das mineiras. A cozinha delicisosa. A beleza das mineiras. A prestatividade, a hospitalidade, o preço do pastel (5 por um real, no centrão de BH!). A beleza das mineiras. Vocês entendem. Não? Simplíssimo, como o way of life  mineiro: por aquela região irresistivelmente acolhedora reina algo que falta muito, em muitos cantos dessa minha terra. Por lá reina a Boa Vontade. É espetacular como as mineiras têm boa vontade. São mulheres deslumbrantes, arrumadas e arrasadoramente charmosas em cada palavra arrebatada naquele sotaque de doce de leite.&lt;br /&gt;Pois bem, depois de certas observações tratamos de ligar para Alfredo, um amigo de infância de Catarino. Mas era feriado, muito ônibus não funcionava e não sabíamos como chegar na casa de Alferedo. Como é melhor resolver os problemas de bucho forrado, fomos gastar uns trocados com pastéis e a conversa com um hippie gente boníssima, que sentou-se à nossa mesa. Não contente em dividir sua experiência de vida conosco, ainda nos ensinou a fazer a autêntica pulseirinha de hippie.&lt;br /&gt;- E aí, ceis tão ficando onde?&lt;br /&gt;- Ah, tem a casa de um cara aí, mas a gente não sabe como chegar lá.&lt;br /&gt;- Cara, tou dormindo num albergue municipal. É limpinho, organizado e tem comida de graça.&lt;br /&gt;Hahahahahaha, aventura Catarino! Fomos dormir no albergue. E não é que era mesmo limpo e organizadíssimo? Mas era bem humilde. Funcionava num manicômio falido. Lá tomamaos contato com pessoas incríveis, de vários cantos, com várias histórias, várias dores e poucas possibilidades. Lembro-me bem de um sergipano. Era um baixote barrigudo, 50 anos mais ou menos, sandálias de couro puídas, sotaque pesado e uma saudade infinita de sua terra.&lt;br /&gt;- E por que não volta?&lt;br /&gt;- Pra onde? Pra quem? Não tenho mulher, não sei onde estão meus filhos, meus pais morreram e meus irmãos se odeiam. Estou escrevendo um livro que não sei do meio, mas conheço o final: eu, velho, morrendo aqui.&lt;br /&gt;E o que se fala prum sujeito desses? Que a vida vai melhorar?&lt;br /&gt;No dia seguinte rumamos pra casa de ALfredo, cuja família recebeu-nos com acolhida de chefe de estado. Toalhas felpudas, um quarto para cada, comida da melhor que tinha. E nessa vida dura, nem me lembro como, acabamos num shopping, onde uma mineirinha muito simpática puxou conversa. Era uma morena baixinha, de fala mansa e nádegas gritantes. E de sorrisos em sorrisos marcamos um encontro (ela tava trabalhando), em algum lugar no meio termo da casa de Alfredo e o lugar onde ela morava, que era ali pertinho...de mineiro.&lt;br /&gt;No dia marcado estávamos ansiosos. A mineirinha, cujo nome não faço a menor mensão, era bonita. Ali só tinha mulher bonita. A amiga dela, pro Catarino, devia ser bonita também. Estávamos em minas. Não tinha como dar errado! Mas a merda já começou na saída. Nossas caronas miaram, ônibus só passava de 40 em 40 minutos, já estávamos atrasados. Não teve jeito, tivemos que rachar um táxi. Com bolso soluçante e mão titubenate tive que pagar. Não nasci pra essa vida de gastar dinheiro, especialmente numa viagem feita de carona.&lt;br /&gt;Chegamos. Lá estava a bela mineirinha, de ancas carnudas...digo, digo, de sorriso bonito. E ao seu lado, a prometida de Catarino. Uma mulher...hum...uma mulher de cabelos bonitos. Isso, ela tinha cabelos bonitos... Só eu sei da força hercúlea que fiz pra não gargalhar sadicamente de Catarino. A moça conseguia ser maior que meu amigo, que não é pequeno. Trinta e poucos, enfermeira, encalhada. Mas o bravo Catarino aceito seu destino de peito aberto e fomos lá. O tempo era pouco, seguiríamos viagem bem cedo no dia seguinte. Papo vai, papo vem, descobrimos que a tal morava ali perto, numa rep. Oportunidade perfeita pra terminar o serviço. Olhei para Catarino, que olhava pra mim, desconsolado. Pensei, polissemicamente: "tá no inferno, abraça o Capeta!"hahahahahaha. E foi o que Catarino decidiu fazer. Porém... tchans tchans....... você acha que tá ruim? Sempre pode piorar, amigo. Pois é, a moça resolveu procurar algo na carteira e ali Catarino, já no esquema "baranguei-mas-vou-comer" vislumbrou... tão simples, tão pequena, quase passa desapercebiada. Um carteirinha verde. Nela uma foto nauseante da fulana. Acima, em letras garrafais : Associação dos Amigos dos Portadores de Hepatite B! Hahahhahahahah. Sim, o que era ruim conseguiu ficar pior. E talvez um pouco ainda pior que isso, porque lá pelas tantas, enquanto eu a mineirinha nos entretíamos no ponto de ônibus a outra atacava Catarino com fome de loba e mãos de aranha. Meu amigo, meio perdido, tentava sair bem da situação. Eis que a moça dispara, assim que a minha mineirinha partia no coletivo:&lt;br /&gt;- Vamos lá pra casa. Vamos...nós três.&lt;br /&gt;Putz!Não, dessa vez tive que passar. Errolei com algum argumento fajuto pra ganhar tempo suficiente até o ônibus passar. Nunca gostei tanto de andar de ônibus. Seguimos viagem, mas sempre lambramos, como incentivo para as horas ruins, que se algo não está bom, se alguma mulher é feia, poderia ser pior, ela podia ter uma carteirinha dos amigos da alguma DST. Sem dúvida, a culpa é dela.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-3883486884075034443?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/3883486884075034443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2008/09/sempre-pode-piorar.html#comment-form' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/3883486884075034443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/3883486884075034443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2008/09/sempre-pode-piorar.html' title='SEMPRE PODE PIORAR'/><author><name>Casa Nova</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04416466412180667669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_haKSBU87V-M/SNB7gBMXetI/AAAAAAAAAB4/004-jW9hIK8/s72-c/pior_que_a_lama.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-6170084994108100397</id><published>2008-07-14T20:39:00.002-03:00</published><updated>2008-07-14T20:41:39.350-03:00</updated><title type='text'>Lisandra, A Biscate</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_EDKLtoj2wlo/SHvj-EA7zLI/AAAAAAAAADo/XLqlApqmD9s/s1600-h/hooker-018.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223018848235277490" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_EDKLtoj2wlo/SHvj-EA7zLI/AAAAAAAAADo/XLqlApqmD9s/s200/hooker-018.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Tirem as crianças da sala, este texto contém muita sacanagem.&lt;br /&gt;Sábado à noite da mesma semana do incidente com Martinha, no mesmo bar de sempre. Não me lembro o que tocou no dia, mas me lembro que não havia muitas mulheres disponíveis. Eis que então vou falar com uma conhecida minha, melhor amiga de uma ex-peguete. E lá estava ela com uma nova amiga, lembro de tê-la visto no dia anterior, seu nome era Lisandra.&lt;br /&gt;Lisandra não era bonita de rosto, um queixo avantajado e o aparelho nos dentes estragavam um pouco sua face, mas de corpo Lisandra era um mulherão, pernas longas e fartas e um belo bumbum. Como a essa altura da noite eu já devia estar meio alterado, ignorou sua face e me concentrei no corpo, e lá estava eu a xavecá-la . Meu amigo Holandês puxou a amiga de lado e sobramos eu e ela:&lt;br /&gt;- Então, acho que é pra gente se beijar. E então a beijei, no início o aparelho estava a me incomodar, mas depois esse problema foi corrigido. Levei-a para o canto para dar continuidade aos amassos. Ao apalpar seu ventre ela grita:&lt;br /&gt;- Ai , meu piercing .&lt;br /&gt;E não é que a safada tinha um piercing na região pubiana, só isso já dizia que ela era uma moça “dada” e que uma boa trepada estava por vir. Dali a pouco estava Lisandra se despedindo, peguei seu telefone então.&lt;br /&gt;Liguei no dia seguinte, mas ela disse que estava saindo de viagem e que só voltaria no próximo fim de semana.&lt;br /&gt;Então na semana seguinte, numa sexta-feira , reencontro Lisandra no mesmo bar, vou então tentar ficar com ela de novo. Mas dessa vez Lisandra diz que havia um futuro namorado seu no bar e que não ficaria comigo, depois de muita insistência ela me dá um beijo e me manda embora. Algum tempo depois está lá o futuro namorado agarrando outra e então ela vem me querendo. Não deveria , mas fiquei com ela mesmo depois de ter agüentado uma hora de cu doce.&lt;br /&gt;No dia seguinte voltamos ao mesmo bar ( cidade pequena é assim mesmo, não tem muita opção), logo no começo da noite Lisandra me agarra. Algum tempo depois a chamo para ir pro carro, e agora que começa a encrenca. Lisandra vem me dizer que várias pessoas do bar foram falar mal de mim para ela, que eu não era bom sujeito e que no dia seguinte espalharia pra todo mundo o que eu fiz com ela. Mas espera ai, tudo bem que eu sou um tanto cafajeste e contar pros outros , só conto aqui pra vocês e usando pseudônimos ainda.&lt;br /&gt;A noite acabou e nada, fique puto da vida com essa história, mas não consegui descobrir se era verdade e quem estaria me difamando.&lt;br /&gt;Na semana seguinte, ainda bravo com a atitude de Lisandra de acreditar em tais boatos, não dei-lhe atenção e ela acabou pegando outro na minha frente. Até ai tudo bem.&lt;br /&gt;Última semana.&lt;br /&gt;Durante todo esse tempo eu falei bastante no MSN com Lisandra e na Quinta-Feira ela me chama para visitá-la em sua casa antes de ir para a balada. E então fui até lá. Ficamos na rua, dentro do meu carro, e entre quatro paredes ou quatro portas a regra é a mesma. Enquanto minha mão passeava pelo corpo de Lisandra , ela me unhava e me mordia, então, quando enfiei minha mão dentro de sua calcinha para conferir seu piercing,ela cravou suas unhas em mim , o que deixou meu braço todo marcado durante dias, várias pessoas me indagaram o que acontecera comigo por causa disso. Acabamos nisso, ela dedada e eu arranhado.&lt;br /&gt;Na sexta-feira voltamos ao mesmo bar, onde tocaria Marcelo Nova. Quando lá cheguei ela já estava bêbada e depois de algum tempo, arrastei-a para fora do bar e levei-a para o carro. Nesta noite o assunto já ficou mais interessante, com beijos em lugares escondidos. Voltamos para o bar com aquele rosto de alegria no semblante.&lt;br /&gt;No sábado , ao som de Led Zeppelin, lá estávamos nós de novo. Desta vez estava mais fácil , levei-a para o carro onde o ato de fato se concretizou. O porteiro falou:&lt;br /&gt;-Se vocês saírem não poderão voltar mais.&lt;br /&gt;- Não voltaremos !!&lt;br /&gt;Domingo, último dia:&lt;br /&gt;Cheguei cedo no bar, haveria um especial para o Dia Mundial do Rock, as bandas começariam as 15h e a festa iria até a noite. Fui sozinho e lá fiquei esperando meus amigos chegar, achei que Lisandra não iria e então fui atrás de outras mulheres.&lt;br /&gt;E por volta as 18h, lá estava eu, xavecando uma ex-peguete, quando surgem Lisandra e sua amiga, demorei um pouco a me despedir, mas então fui atrás delas. Quando encontro Lisandra, ela já está bêbada , e me diz:&lt;br /&gt;- Você nem veio falar oi pra mim.&lt;br /&gt;- Calma, cá estou eu.&lt;br /&gt;Como ela já estava bêbada e neste dia era permitido entra e sair do bar a vontade , foi facílimo levá-la para o carro.&lt;br /&gt;No carro o ato se concretizou, mas Lisandra depois de satisfeita , acabou seu serviço comigo com a boca, depois disso não quis mais beijá-la. Voltamos para o bar.&lt;br /&gt;Agora estava Lisandra , bêbada em meu colo, causando muito, me arranhando mais. Levantei então e fui dar uma volta, deixando-a sozinha. Aproveitei para comer um lanche , pois estava no bar desde cedo e a fome já batia.&lt;br /&gt;Acabado o lanche que demorou um tanto para ficar pronto , volto para o meio do povo, e lá vem Lisandra, falando que eu tinha sumido, desconfiando que eu ficara com outra menina. Expliquei o ocorrido, inclusive lhe mostrei minha comando onde estava marcado o lanche.&lt;br /&gt;Eis que então começa a tocar London Calling, minha música favorita do The Clash, levanto e corro para perto do palco para curtir o som. E então , quando olho para trás , lá está Lisandra agarrada aos beijos com outro cara. Mas que vadia, me chupa e depois beija outro, eu ria de ver os dois, o cara era um boyzinho metidinho a gostoso, mas que vontade de contar aonde Lisandra pusera a boca há pouco tempo.&lt;br /&gt;Fiquei na minha curtindo o resto do show. Lisandra não tirava os olhos de mim.&lt;br /&gt;Voltei para casa, e então Lisandra no MSN, veio tentar se desculpar. Eu apenas a desprezei, como todo biscate merece.&lt;br /&gt;A culpa é dela!&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-6170084994108100397?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/6170084994108100397/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2008/07/lisandra-biscate.html#comment-form' title='26 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/6170084994108100397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/6170084994108100397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2008/07/lisandra-biscate.html' title='Lisandra, A Biscate'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_EDKLtoj2wlo/SHvj-EA7zLI/AAAAAAAAADo/XLqlApqmD9s/s72-c/hooker-018.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>26</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-4771292775737593215</id><published>2008-06-25T01:07:00.002-03:00</published><updated>2008-06-25T01:08:14.736-03:00</updated><title type='text'>Martinha, A Catastrófica</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_EDKLtoj2wlo/SGHEpdRTHnI/AAAAAAAAADg/kyK3Z4h_PEo/s1600-h/jkjkj.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215666059982610034" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_EDKLtoj2wlo/SGHEpdRTHnI/AAAAAAAAADg/kyK3Z4h_PEo/s200/jkjkj.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Quarta-Feira à noite, nada pra fazer. Resolvi então visitar o bar o qual sempre freqüento, haveria o Hudson , da dupla Edson e Hudson, só que sozinho o cara toca rock. Cheguei na frente do bar , coloquei a cabeça para dentro a fim de espiar o movimento e nada, o bar estava vazio. Fiquei ali uns dez minutos na indecisão de entrar ou não, como a presença feminina era ausente, resolvi voltar para casa.&lt;br /&gt;Quando chego em casa, abro o MSN e vejo Martinha, um velha amiga minha. Deixe me contar os últimos fatos sobre Martinha:&lt;br /&gt;Na semana passada, convidei-a para sair, marcamos então no sábado , no mesmo bar, onde haveria show dos Rolling Stones cover, ou segundo ela Holy Stones, sim Martinha é loira. Passei então na hora combinada em sua casa para irmos ao bar. Chegando lá , Martinha aparece com seu irmão, esperava que ela viesse sozinha , como deveria ser um encontro, mas um irmão não era assim um grande problema, era só puxá-la pra um canto e boa.&lt;br /&gt;Chegamos ao bar, quinze minutos lá e Martinha me fala:&lt;br /&gt;- O cara com que eu estou ficando vai vir ai.&lt;br /&gt;- Como é que é?&lt;br /&gt;- Isso mesmo.&lt;br /&gt;Putaqueopariu pensei. Vamos ver no que vai dar.&lt;br /&gt;E então daqui a pouco apareceu um carinha com a camiseta do Angra, alguém com a camiseta do Angra não tem nenhum respeito de minha pessoa . Assim que ele chegou na roda , eu sai , não ficaria ali de vela vendo ele comer a minha marmita. Marmita é termo que usamos para nomear as meninas que levamos para uma festa onde haveriam outras meninas a disposição, de certo já conhecem aquele ditado: Vai levar marmita pro churrasco? Fui então a procura de outras meninas, mas nesta noite não obtive nenhum sucesso.&lt;br /&gt;Voltando ao MSN com Martinha, já era meia noite , mas mesmo assim chamei-a para dar uma volta , ela aceitou. Em poucos minutos eu já estava na frente de sua casa. Fomos a um posto, para conversar e tomar uma cerveja, ficamos dentro do carro mesmo, eu ouvindo sobre as maluquices que ela apronta, e foi ali que a beijei. Martinha então sugeriu que fossemos ao bar que estava tocando o Hudson e para lá fomos.&lt;br /&gt;Ancorando no bar, o show do Hudson já estava acabando e na seguida tocaria uma banda cuja vocalista era uma taquara rachada , desafinava mais fanho no coral. Ficamos ali tomando cerveja. Quando já era tarde , chamei para ir embora:&lt;br /&gt;- Pega mais um cerveja antes?&lt;br /&gt;E assim o fiz.&lt;br /&gt;Tomada a cerveja:&lt;br /&gt;- Vamos agora?&lt;br /&gt;- Pega a última cerveja e pede a conta.&lt;br /&gt;E então pedi a última cerveja .&lt;br /&gt;Já era tarde, o bar estava fechando, e Martinha não bebia, intimei-a então para que bebesse, não era ela quem queria cerveja?? Então toma. Martinha então toma um copo, toma outro e de repente coloca a mão na frente da boca. Ahhh não , ela não vai vomitar. Eis que Martinha vira a cabeça de lado e põe toda a cerveja para fora , inclusive sobre o meu tênis . Acabada a regorzijação ela me olha e diz:&lt;br /&gt;- Estou melhor.&lt;br /&gt;Agora Martinha vê o dono do bar sentado tomando sua cerveja e encana que deveríamos ir lá fazer companhia a ele, e assim fomos. Nisso já eram 4 horas da manhã .&lt;br /&gt;Acabadas as cervejas, fomos para o carro para irmos embora. Eis que Martinha me pede:&lt;br /&gt;- Posso andar um pouquinho com seu carro?&lt;br /&gt;Eu como tinha segundas intenções para com ela , decidi agradá-la e aceitei. E esta foi a pior decisão que fiz no ano.&lt;br /&gt;Martinha andou três quarteirões , quando então acabou a rua e ela teria de virar para algum lado. Não sei bem o que aconteceu, mas ao invés de frear , Martinha acelerou e fez a curva , só que ela não disterçou o volante . Eu em desespero puxei o freio de mão, mas não foi possível evitar o estrago. Martinha subiu com o carro na calçada e só foi parar no muro.&lt;br /&gt;Na hora meu mundo caiu, o impacto foi grande, pus a mão na cabeça e perguntei:&lt;br /&gt;- O que foi que você fez Martinha?&lt;br /&gt;Desci do carro para ver o estrago, haviam vários pedaços do meu carro caídos no chão.&lt;br /&gt;- Eu pago. Ela disse.&lt;br /&gt;Por sorte o carro ainda andava, levei embora para sua casa e fui para a minha, onde no dia seguinte tive que agüentar horas de sermão dos meus pais pelo acidente, além de ficar com o carro parado na garagem esperando ser consertado, ou seja, eu estava a pé.&lt;br /&gt;Saldo da noite: um beijo e 6 mil reais de prejuízo .&lt;br /&gt;A culpa é dela!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-4771292775737593215?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/4771292775737593215/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2008/06/martinha-catastrfica.html#comment-form' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/4771292775737593215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/4771292775737593215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2008/06/martinha-catastrfica.html' title='Martinha, A Catastrófica'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_EDKLtoj2wlo/SGHEpdRTHnI/AAAAAAAAADg/kyK3Z4h_PEo/s72-c/jkjkj.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-4773230362381795413</id><published>2008-06-07T16:52:00.002-03:00</published><updated>2008-06-07T16:57:16.812-03:00</updated><title type='text'>Josinete, A Foragida</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_EDKLtoj2wlo/SEroFPGsiOI/AAAAAAAAADY/43b82CcTrGY/s1600-h/09_india.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5209231095659006178" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_EDKLtoj2wlo/SEroFPGsiOI/AAAAAAAAADY/43b82CcTrGY/s200/09_india.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sexta-feira a noite , eu e meu amigo Holandês fomos ao mesmo bar de sempre, chegando lá estava o Brasil a perder da Venezuela ( Yesssssss, adoro quando o Brasil perde). O bar não estava cheio, e dentre as meninas que lá se encontravam não havia nenhuma deusa , recorremos então a nossa velha e sagrada Heineken para passar o tempo.&lt;br /&gt;Eis que encontro duas garotas, um delas já havia tomado fora na semana anterior, fui então falar com elas, as duas eram muito simpáticas e fiquei um bom tempo a conversar com elas. Mas desse mato não sai cachorro, após alguma indiretas na pretendida , desisti e voltei à caça.&lt;br /&gt;O bar estava fraco, não havia muitas oportunidades, então o negócio era agir logo e pegar a melhor que aparecesse, sai então a procura da mais bonitinha que surgisse. Rodei , rodei, até que encontro uma razoável . Fui falar com ela. A menina estava trebada , após 3 minutos de conversa já fui para cima dela. Enquanto eu esfregava meu rosto junto ao dela , ela dizia: - Não posso.&lt;br /&gt;Mas naquela esfregação acho que podia sim, até que então ela me deu um beijo relâmpago, algo um pouco maior que um selinho e foi embora, não deu pra aproveitar , mas pelo menos já tinha aberto o placar.&lt;br /&gt;Voltei à caça, logo ao meu lado tinha uma loirinha, fui então falar com ela. O papo rolou numa boa, mas ela não parecia muito interessada, não sei se foi desculpa para ir embora , mas ela disse que havia um ficante seu no bar e que não poderia fazer nada comigo. Então ela se despediu e voltou para junto das amigas.&lt;br /&gt;Eis que então meu amigo Holandês vem falar comigo:&lt;br /&gt;- Vou pegar a gordinha&lt;br /&gt;- Que gordinha?&lt;br /&gt;- Aquela sentada ali&lt;br /&gt;- Deus me livre!&lt;br /&gt;- É melhor da que eu peguei da outra vez&lt;br /&gt;- Tem certeza ?&lt;br /&gt;- Tenho&lt;br /&gt;Acontece que o Holandês estava matando cachorro a grito, há anos que não dava uma bimbada e estava desesperado para tirar o atraso. Fomos então falar com a gordinha e sua amiga. Cheguei junto delas e a amiga me perguntou :&lt;br /&gt;- Qual seu nome?&lt;br /&gt;- ..x.x..x.x..x.x..x.x.&lt;br /&gt;- E o seu?&lt;br /&gt;- Josinete&lt;br /&gt;Josinete não era grandes coisas, tinha traços indígenas e uma tatuagem de estrelas no ombro. Logo pensei, se o Holandês vai bimbar, eu também quero!! Sentei-me ao lado de Josinete e comecei a falar com ela. Como ela estava dando muito mole , resolvi beijá-la. Logo então percebi uma coisa girando dentro de minha boca, era a língua de Josinete fazendo uma inspeção odontológica em mim.&lt;br /&gt;O show já estava acabando, surgiu então a idéia de levá-las para outro lugar.&lt;br /&gt;- Vamos para o posto?&lt;br /&gt;- Qual posto?&lt;br /&gt;- Aquele ali na avenida X.&lt;br /&gt;- Mas não sei onde é , vocês vão na frente que a gente vai atrás .&lt;br /&gt;E então fomos para o posto. Chegando lá fizemos um intercâmbio de carros, Holandês foi para o carro de Josinete, e ela veio para o meu.&lt;br /&gt;Ao adentrar meu carro , sem nenhum pudor logo abri o zíper da calça e coloquei a criança para fora para que Josinete a acariciasse e ela o fez. Quando minhas mãos foram para cima dela, Josinete esquivou-se:&lt;br /&gt;- Está muito claro aqui, tem muita gente aqui do lado.&lt;br /&gt;Realmente isso era um problema aceitável , resolvi então ir para outro lugar:&lt;br /&gt;- Vamos para casa? A gente fica lá na garagem.&lt;br /&gt;Ela aceitou. E retrocamos de carro.&lt;br /&gt;Novamente eu fui na frente e ela atrás, ao pegar a avenida que chegaria em casa, olho no retrovisor e não vejo nenhum farol:&lt;br /&gt;- Cadê elas?&lt;br /&gt;Holandês põe a cabeça para fora da janela e olha para trás :&lt;br /&gt;- Elas não estão ai atrás não.&lt;br /&gt;- Será que elas fugiram?&lt;br /&gt;Voltamos para o posto, e lá estavam elas passando , logo pensamos que elas de algum jeito se perderam. Ultrapassei-as e dei sinal para que elas virassem na próxima rua. Eu virei, mas elas não , passaram batido:&lt;br /&gt;- É meu amigo, as minas fugiram.&lt;br /&gt;- Não acredito cara, hoje que eu ia me dar bem.&lt;br /&gt;- Vamos embora, essas ai não voltam mais.&lt;br /&gt;- Cara, a minha estava tão fácil, eu já estava com a mão dentro da calça dela. O que foi que você fez?&lt;br /&gt;- Nada velho. Vamos embora.&lt;br /&gt;Levei o Holandês para sua casa e voltei para a minha.&lt;br /&gt;A culpa é delas !&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-4773230362381795413?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/4773230362381795413/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2008/06/josinete-foragida.html#comment-form' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/4773230362381795413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/4773230362381795413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2008/06/josinete-foragida.html' title='Josinete, A Foragida'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_EDKLtoj2wlo/SEroFPGsiOI/AAAAAAAAADY/43b82CcTrGY/s72-c/09_india.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-8054507630430417842</id><published>2008-05-23T18:52:00.001-03:00</published><updated>2008-05-23T18:53:43.472-03:00</updated><title type='text'>Adélia, A Enrolada</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_EDKLtoj2wlo/SDc81RxEEDI/AAAAAAAAADQ/CWR8RImhaiI/s1600-h/hctfk8.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5203694780449820722" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_EDKLtoj2wlo/SDc81RxEEDI/AAAAAAAAADQ/CWR8RImhaiI/s200/hctfk8.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Estava eu no mesmo bar de sempre, mas desta vez sozinho, era quarta-feira véspera de feriado, meu irmão estava viajando e o outro amigo que costuma me acompanhar já tinha programa marcado. Mas eu não ficaria em casa sendo que o agito estava rolando por aí. Aprontei-me e fui à caça, coiote, um lobo solitário a busca da presa da noite.&lt;br /&gt;Chegando lá, coloquei a cabeça pra dentro para espiar o movimento, estava bom, nem lotado , nem vazio. Fui então sobrevoar o local, sim, sou também um falcão a espreita de sua vítima.&lt;br /&gt;Rodando o bar, notei que haviam muitas meninas, mas poucas que valessem a pena uma aproximação, nestas cidade, as mais bonitas sempre já estão acompanhadas , resta então escolher bem a menos pior, ou então ingerir álcool a ponto de as fazerem ficar mais atraentes. Comecei então a beber.&lt;br /&gt;Não gosto de beber em pé, peguei a garrafa e me ajeitei numa muretinha que lá tinha, já que mesas não haviam mais. Fiquei lá até acabar, a cerveja, dei mais uma volta, percebi então que lá estava uma garota a qual já tinha tomado uns dois foras, ela era bonita, olhos verdes, mas extremamente antipática e não aceitava nenhuma aproximação. Eu não faria papel de tolo novamente. Seu nome era Adélia.Tomei outra cerveja. Dei outra volta, eis que ao lado da antipática ,ela vem falar comigo, já esperava um insulto por estar próximo a ela:&lt;br /&gt;- Oi.&lt;br /&gt;- É comigo?&lt;br /&gt;- Oi.&lt;br /&gt;- Oi então.&lt;br /&gt;- É você que estava olhando meu Orkut esses dias?&lt;br /&gt;- Era eu sim. Respondi.&lt;br /&gt;- Mas nem pra deixar um recado.&lt;br /&gt;Demorei pra entender que desta vez ela estava disposta a conversar, não fazia sentido ela puxar papo comigo depois de tanta estupidez no passado.&lt;br /&gt;E assim o papo engrenou, ficamos mais de uma hora conversando, a noite já estava acabando. Foi então que tentei o bote.&lt;br /&gt;- Não . Ela respondeu com uma cara de safada.&lt;br /&gt;Logo soube que aquilo não era um Não, restava saber o motivo da negação. Podia ser só um cu doce básico que toda mulher faz, fiz então mais algumas tentativas caso esse fosse o problema.&lt;br /&gt;No meio da conversa, falamos muito sobre cinema, e então , com a maior cara de pau, a convidei para assistir um filme em casa e não é que ela aceitou logo de cara? Mas com o porém de sairmos discretamente e isso certamente não seria problema.&lt;br /&gt;Fomos pagar a conta e nos dirigimos ao carro, adentrando ao veiculo logo a beijei sem nenhuma dificuldade. Sua boca era gostosa, carnuda, mas ela estava com um bafo de pinga desgraçado.&lt;br /&gt;- Vamos embora logo. Ela me disse.&lt;br /&gt;E então viemos para minha casa, ficamos nos amassos na garagem quando então minha irmã abre a porta e olha com uma cara de desconfiada para dentro do carro. Adélia me olha envergonhada.&lt;br /&gt;Então lhe pergunto:&lt;br /&gt;- Por que você não ficou comigo dentro do bar?&lt;br /&gt;- Então, é que eu estou saindo com um cara...&lt;br /&gt;- E isso é problema?&lt;br /&gt;- Na verdade eu estou namorando.&lt;br /&gt;- Ahhh bom. Agora tudo fazia sentido.&lt;br /&gt;Levei-a para dentro de casa, com a idéia de assistir o tal filme, minha irmão nos viu, desta vez com uma cara ainda mais tenebrosa.&lt;br /&gt;Coloquei Adélia em meu colo, sentados no sofá. Mas ela disse que não veria o filme e que logo teria que ir embora. O clima esquentou e minha mão adentrou sua saia.&lt;br /&gt;Eis que a mãe dela liga, e ela me pede para ir embora, quebrando ao meio o clima e me deixando na expectativa de completar a noite.&lt;br /&gt;Levei-a embora, estranhamente , seu ex-namorado estava a frente de sua casa a esperando, o que isso quer dizer eu não quero nem saber.&lt;br /&gt;Liguei para Adélia no dia seguinte, a fim de marcarmos outro encontro:&lt;br /&gt;- Você é louco, você sabe que eu não posso !!!&lt;br /&gt;Vai entender....&lt;br /&gt;A culpa é dela!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-8054507630430417842?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/8054507630430417842/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2008/05/adlia-enrolada.html#comment-form' title='21 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/8054507630430417842'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/8054507630430417842'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2008/05/adlia-enrolada.html' title='Adélia, A Enrolada'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_EDKLtoj2wlo/SDc81RxEEDI/AAAAAAAAADQ/CWR8RImhaiI/s72-c/hctfk8.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>21</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-2469346125129753946</id><published>2008-04-03T19:24:00.001-03:00</published><updated>2009-02-09T23:20:52.173-02:00</updated><title type='text'>Abigail , A Fresca</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_EDKLtoj2wlo/R_VZZY0jE1I/AAAAAAAAADI/XMdbgzc6NAc/s1600-h/6a00d8341c10f653ef00e54f592d1c8834-640wi.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5185148838681449298" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_EDKLtoj2wlo/R_VZZY0jE1I/AAAAAAAAADI/XMdbgzc6NAc/s200/6a00d8341c10f653ef00e54f592d1c8834-640wi.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Leiam o texto Abigail e A Enguiçada antes desse.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Após o incidente com o carro, eu Abigail começamos a nos ver frequentemente , com o porém que só nos víamos em fim de semanas e feriados pois ela morava em Riberão Preto e eu no Rio de Janeiro, ou seja, só nos víamos quando retornávamos para nossa terra natal .&lt;br /&gt;Mas Abigail tinha um sério problema, eu não podia passar do meio de campo com ela, ou seja, nada além de beijos ( e olha que os beijos eram regulados), nada de mão boba ou qualquer outra coisa do tipo, mesmo depois de um mês saindo com ela. Não sei se era por que ela acabara de terminar um namoro , mas pelo o que deu a entender ela era meio encanada com isso, principalmente por que nenhum lugar era o apropriado para esquentar o clima.&lt;br /&gt;- Dentro do carro?&lt;br /&gt;- Muito perigoso.&lt;br /&gt;- Na sua casa?&lt;br /&gt;- Minha mãe não deixa.&lt;br /&gt;- Na minha casa?&lt;br /&gt;- Tenho vergonha.&lt;br /&gt;- No motel?&lt;br /&gt;- Tenho nojo.&lt;br /&gt;E assim o relacionamento não ia pra frente.&lt;br /&gt;Num sábado a noite, Abigail e eu resolvermos ir ao cinema. À noitezinha, passei em sua casa para apanha-la e lá sai ela, deslumbrante em um vestidinho preto. Quando ela entrou no carro a única coisa que pude dizer era : UAU. E lá fomos nós para o cinema ver um filme que não me lembro qual.&lt;br /&gt;Chegando ao cinema comprei logo o maior balde de pipoca para agrada-la e fui até as poltronas. Ao sentarmos ela me disse:&lt;br /&gt;- Você não devia ter comprado tanta pipoca.&lt;br /&gt;- Por quê?&lt;br /&gt;- Primeiro que eu não gosto, segundo que a sua boca deveria fazer outra coisa senão comer.&lt;br /&gt;Minha cara foi pra chão e tive que comer o balde de pipoca inteiro sozinho.&lt;br /&gt;Ao acabar o filme fomos embora, eu estava louco para leva-la à algum canto para darmos uns amassos , mas ela não ficava quieta e dizia que não queria e que deveríamos ir ao algum barzinho ou outro lugar.&lt;br /&gt;Enquanto Abigail falava a raiva tomava meu sangue até que eu me emputeci de vez, dei meia volta no carro e levei-a embora para sua casa. Ela saiu do carro batendo a porta .&lt;br /&gt;Depois disso ficamos alguns dias sem nos falar, até que enfim terminamos.&lt;br /&gt;A culpa é dela!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;A culpa é Dela&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34751542-2469346125129753946?l=culpadela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://culpadela.blogspot.com/feeds/2469346125129753946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2008/04/abigail-fresca.html#comment-form' title='36 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/2469346125129753946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/34751542/posts/default/2469346125129753946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://culpadela.blogspot.com/2008/04/abigail-fresca.html' title='Abigail , A Fresca'/><author><name>Don Juan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05703900535878202707</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_EDKLtoj2wlo/R_VZZY0jE1I/AAAAAAAAADI/XMdbgzc6NAc/s72-c/6a00d8341c10f653ef00e54f592d1c8834-640wi.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>36</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-34751542.post-2034663102028323340</id><published>2008-02-15T04:52:00.001-02:00</published><updated>2008-02-15T04:56:59.319-02:00</updated><title type='text'>Beatrice, a coroa da boate</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_haKSBU87V-M/R7U3po6KJxI/AAAAAAAAABw/nu495Ken4Zc/s1600-h/ist2_3053745_queen_crown.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_haKSBU87V-M/R7U3po6KJxI/AAAAAAAAABw/nu495Ken4Zc/s200/ist2_3053745_queen_crown.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5167097335973029650" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;                Beatrice, do italiano, significa “aquela que faz os outros felizes”. Na época eu não sabia disso, mas felici
